Romance delicioso que conta a história de Grace Vanderburg, uma mulher de meia-idade que sofre de um Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) relacionado a números. Ela tem mania de contar. As letras de seu nome (19). Os passos que dá todas as manhãs até a cafeteria perto de casa (920). Grace conta tudo, porque os números sustentam o mundo, e ela precisa estar atenta a eles. Seamus Joseph O’Reilly (também com 19 letras) acha que ela ficaria melhor sem contar nada. Se, por exemplo, ela conseguisse se manter num emprego. Ou abrir os armários da cozinha sem fazer um inventário. O problema de Grace é que Seamus não conta. outro problema dela é que… ele conta, e muito. Mas a única coisa que Grace não consegue contar é quantas vezes é capaz de se apaixonar pelo mesmo homem.
Tudo Se Conta
Toni Jordan , 208 páginas
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Parece que cada vez mais TOC está na moda. Converse por aà que encontrará sempre alguém se declarando portador o transtorno. Esse é um livro que mostra as aventuras e desaventuras de uma portadora de TOC. Leitura rápida, fácil e prazirosa. Interessado? Você pode procurar o livro em qualquer livraria… ou ganhar um de graça!
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@ibrahimcesar Fato: Eu já tive 3 namoradas
@ibrahimcesar eu ando 4 km por dia!
@ibrahimcesar eu li 19 livros no ano passado, mas disse ter lido 50
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Olá você! Está meio parado por aqui, hã? Esta postagem é tanto um pedido de desculpas como um vislumbre do que eu espero oferecer-lhes. Quando ouvi a proposta dos Lablogatórios lembro de ter elogio na hora a proposta. Sempre fui fascinado por um ciência. Disse que adoraria fazer parte e sugeri que iria escrever um blog que iria falar de ficção-cientÃfica, sua relação com a ciência “real”, resenhas, etc. Sou um escritor de ficção cientÃfica (da soft, não da hard) logo nada mais natural. Mas ainda nem mesmo dei o ponta pé inicial nessa empreitada com propriedade.
Senta que lá vem a história…
Fui me sentar e criar um mapa do que eu queria fazer com este blog. Isso mesmo. Um mapa. Sempre os crio quando estou com algum projeto querendo ser concebido. Acho muito mais fácil ter um mapa quando se quer chegar a um lugar. Então logo notei que eu não me sentia plenamente preparado para a empreitada. Veja bem, eu nasci em 1986, tomei gosto pela leitura lá pelos 10, 11 anos (e já estamos em 1997). Comecei a ser um leitor de ficção cientÃfica entre 13 e 14 anos (e chegamos em 2000) e a ver os filmes de forma crÃtica bem mais tarde. E ainda assim quase que me limitando aos lançamentos. Vivo em uma cidade do interior, as locadoras possuem uma disponibilidade muito baixa de filmes antigos. E agora, na altura dos meus 22 anos não tinha assistido aos grandes clássicos e faltava um ou outro autor clássico do gênero para devorar.
Então estou em um processo de educação. Na última semana eu assisti: Alphaville (1965), Fahrenheit 451 (1966) , Invasion of the Body Snatchers (1956), Soylent Green (1973) Darkstar (1974), Dia Que A Terra Parou (1951), Guerra dos Mundos (1953), Dr. Strangelove (1964), Solaris (1972), Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e li 3 livros do gênero. Então, em breve, postagens e mais postagens. Postagens em cima de postagens. Pelo menos é o que eu espero.
PolÃtica de comentários
Embora no momento os comentários sejam literalmente uma “terra de ninguém”, há regras. Todo a polÃtica de comentário se resume no que segue: “Aquelas pessoas do outro lado da internet é um ser humano. Trate-os como tal e eles estarão propensos a fazer o mesmo. Qualquer um que quebrar esta regra sendo ofensivo, atacando pessoas e não idéia, postando links maliciosos ou spam terá o status de ser humano revogado e o comentário deletado”.
Quem sou eu?
Se nem a fenomenologia me ajuda a responder precisamente tal pergunta o máximo que posso fazer é soltar informações aleatórias que possam fazer sentido à s pessoas: Eu não acredito no deus cristão. Eu acredito em cultura livre. Eu escrevi um livro chamado EQM que você pode baixar de graça. Eu sou tÃmido. Eu escrevo o blog 1001 Gatos de Schrödinger. 3 livros: “O Fim da Infância”, de Clarke, “Ensaio Sobre a Cegueira”, de Saramago, “Dance Dance Dance”, de Haruki Murakami. Sou tÃmido. Ainda vou terminar a faculdade de filosofia. E os perspicazes e luminosos adjetivos são cortesia da casa.
Acho que é isso. Sentia a necessidade de explicar o aparente estado hibernante deste blog e me apresentar a todos, afinal, a pessoa do outro lado da internet é ser humano. Que tal fazerem o mesmo? Vamos lá, como o velho filósofo uma vez disse, just do it.
