Tudo Se Conta

1 Comentário Em Notas @ 27.Feb.2009. por supercordas.

Romance delicioso que conta a história de Grace Vanderburg, uma mulher de meia-idade que sofre de um Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) relacionado a números. Ela tem mania de contar. As letras de seu nome (19). Os passos que dá todas as manhãs até a cafeteria perto de casa (920). Grace conta tudo, porque os números sustentam o mundo, e ela precisa estar atenta a eles. Seamus Joseph O’Reilly (também com 19 letras) acha que ela ficaria melhor sem contar nada. Se, por exemplo, ela conseguisse se manter num emprego. Ou abrir os armários da cozinha sem fazer um inventário. O problema de Grace é que Seamus não conta. outro problema dela é que… ele conta, e muito. Mas a única coisa que Grace não consegue contar é quantas vezes é capaz de se apaixonar pelo mesmo homem.

Tudo Se Conta
Toni Jordan , 208 páginas

Promoção!

Parece que cada vez mais TOC está na moda. Converse por aí que encontrará sempre alguém se declarando portador o transtorno. Esse é um livro que mostra as aventuras e desaventuras de uma portadora de TOC. Leitura rápida, fácil e prazirosa. Interessado? Você pode procurar o livro em qualquer livraria… ou ganhar um de graça!

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@ibrahimcesar Fato: Eu já tive 3 namoradas
@ibrahimcesar eu ando 4 km por dia!
@ibrahimcesar eu li 19 livros no ano passado, mas disse ter lido 50

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Título original: The Day the Earth Stood Still
1951
Direção de Robert Wise
Roteiro de Edmund H. North baseado no conto de Harry Bates
Elenco: Michael Rennie, Patricia Neal, Hugh Marlowe e Sam Jaffe
Perfil no IMDB

Um disco voador pousa na capital dos Estados Unidos da America. Klaatu (Michael Rennie) emerge e declara que veio em paz em uma missão amigável. Entretanto, quando ele abre um pequeno aparelho, ele é ferido por um tiro, disparado por um soldado nervoso que confundiu o mesmo com uma arma. Em resposta, um grande robô chamado Gort caminha para fora da espaço-nave e derrete todas as armas presentes sem ferir ninguém, até que Klaatu ordena que ele pare. Klaatu explica que a “arma” era um presente para o presidente que poderia ser usado para estudar vida em outros planetas.

Ele é levado para o Walter Reed Hospital e rapidamente se recupera. Enquanto lá, Klaatu recebe o secretário do presidente, Sr. Harley, mas é incapaz de convencê-lo a organizar um encontro de todos líderes mundiais. Klaatu sugere a ONU, mas lhe é dito que não representam todos os países, e mais tarde, os líderes mundiaus não concordam sobre o local de encontro para a ocasião. Quando Klaatu sugere viver entre pessoas comuns, para conhecê-los melhor, Harley reçacha a idéia e implica que ele é um prisioneiro. Klaatu escapa pela noite.

Ele vai para um pensionato, como “Sr. Carpenter”, o nome em uma etiqueta do terno que ele pegou. Entre os residentes estão Helen Benson (Patricia Neal), uma empregada do governo, e seu filho Bobby (Billy Gray). Helen é uma viúva; seu marido foi morto na Segunda Guerra Mundial. Na manhã seguinte, Klaatu ouve um comentarista de rádio junto com outras pessoas, que especulam durante o café da manhã se a espaçonave é realmente de outro planeta; um deles sugerem que possa ser trabalho dos soviéticos. Quando o namorado de Hellen, Tom Stephens, planeja o dia para os dois, Klaatu oferece-se para tomar conta de Bobby.

Bobby leva Klaatu pela cidade, incluindo uma visita ao túmulo do pai do garoto no Arlington National Cemetery, onde Klaatu aprende que a maioria daqueles lá enterrados foram mortos em guerras. Logo depois os dois visitam o Memorial de Lincoln e a bem guardada espaçonave onde Gort permanece sem movimento em guarda. Klaatu, impressionado por uma inscrição de Abraham Lincoln, fica com esperança de que as pessoas sejam sábias o suficiente para entender sua mensagem. Quando ele pergunta a Bobby que diga o nome do maior homem vivo no mundo, o garoto menciona um proeminente cientista americano, Professor Barnhardt, que vive ali perto.

Bobby leva Klaatu até a casa de Barnhardt. O professor não estava em casa, mas Klaatu entra em sua sala de estudo e ajuda a resolver um avançado problema matemático escrito em um quadro negro, antes de deixar seu endereço com uma senhora. Mais tarde, um agente o governo escolta Klaatu para ver Barnhardt, que notou que a correção de seu trabalho não poderia ter sido falsificada.

Klaatu alerta o professor que as pessoas dos outros planetas estão preocupadas com suas segurança por que os seres humanos desenvolveram o poder atômico. Barnhardt oferece a Klaatu a oportunidade de falar em um encontro de cientistas de todo mundo que ele está organizando; Klaatu aceita. Barnhardt fica apavorado quando Klaatu declara que se sua mensagem ser rejeitada pelos líderes das nações, “O planeta Terra será eliminado”. O professor implora que Klaatu antes provenha uma demonstração menor de seu poder como um aviso.

Klaatu retorna a sua espaçonave naquela noite para implementar a sugestão do professor. Bobby o segue e fica assustado quando seu novo amigo entra na nave. Quando Tom Stephens e Helen Benson retornam de sua saída, Bobby lhes conta que o Sr. Carpenter é o homem do espaço. Eles não acreditam nele inicialmente, mas quando Bobby vai para cama, Helen nota que seus sapatos estão molhados. Suas suspeitas crescem quando Tom encontra um diamante caríssimo no quarto de Carpenter.

No dia seguinte, Tom leva o diamante a um joalheiro, que declara nunca ter visto um como aquele antes. Indo encontrar Helen no trabalho, Klaatu insiste em falar com ela. Enquanto andavam de elevador, o mesmo pára. Uma série de cenas mostram que Klaatu suprimiu o poder elétrico de todo o mundo (ainda mais miraclosamente, sistemas críticos como hospitais, aviões em vôo, etc, foram poupados e continuaram a funcionar normalmente). Isto levou todo o mundo a parar. Durante o blackout, Klaatu confirma as suspeitas de Helen e pede a ajuda dela. Ela urgentemente busca por Tom para que ele não conte às autoridades, mas ele diz a ela que pretende denunciar Klaatu e se tornar rico e famoso. Helen corre até sua casa para alertar Klaatu. Juntos, eles tomam um táxi para que ele se esconda na casa de Barnhardt até que o encontro ocorra com os cientistas. No caminho, Klaatu conta a Helen que se qualquer coisa acontecer com ele, ela deverá ir até Gort e dizer, “Klaatu barada nikto.” Logo, eles são parados e quando Klaatu corre para fora do táxi, ele é morto com um tiro.

Lutando contra o medo, Helen faz como Klaatu instruiu. Gort gentilmente a carrega para dentro da espaçonave. Então leva o corpo de Klaatu de volta à nave. Usando o equipamento a bordo, Gort traz Klaatu de volta à vida (mas apenas temporariamente). Klaatu caminha para fora da espaçonave e endereça-se aos cientistas reunidos. Seu discurso é o seguinte:

“Estou indo logo, me perdoem se eu falar de forma confusa. O universo encolhe a cada dia, e a ameaça de agressão por qualquer grupo a qualquer momento não pode mais ser tolerada. Deve haver segurança para todos, ou não há segurança para ninguém. Isso não quer dizer abrir mão da liberdade, exceto a liberdade de atos irresponsáveis. Seus ancestrais sabiam disso, quando fizeram leis para se governarem, e contrataram policiais para reforçá-las. Nós de outros planetas já aceitamos esse princípio há muito tempo. Nós temos uma organização para a proteção mútua de todos os planetas, e para a eliminação completa de agressão. O teste de tal autoridade superior é, evidentemente, a força policial que a suporta. Para nossos policiais, nós criamos uma raça de robôs. Suas funções são patrulhar os planetas e espaçonaves como esta, e preservar a paz. Em termos de agressividade, nós os demos poder total sobre nós. Esse poder não pode ser revogado. Ao primeiro sinal de violência, eles automaticamente reagem contra o agressor. A penalidade por provocar sua reação é terrível demais para arriscar. O resultado é: nós vivemos em paz, sem armas ou exércitos, seguros por saber que nós somos livres de agressão e guerra, livres para buscar mais negócios lucrativos. Não pensamos ter atingido a perfeição, mas nós temos um sistema, e funciona.
Eu vim aqui para lhe dar esses fatos. Não é de nossa conta como vocês dirigem seu planeta. Mas caso vocês ameacem estender sua violência, essa sua Terra será reduzida a cinzas. Sua escolha é simples: Juntem-se a nós e vivam em paz, ou persistam em seu caminho atual e arquem com sua total obliteração . Estamos esperando sua resposta. A decisão está em suas mãos”.

Ele então entra para dentro da nave e decola, deixando a humanidade com a escolha do pacifismo ou da destruição. O filme foi produzido bem no início do período conhecido como Guerra Fria onde as duas superpotências, Estados Unidos da América e a União Soviética entraram em uma corrida armamentista e criaram armamentos que poderiam destruir o planeta diversas vezes.

Alguns declaram que há uma alegoria cristã no filme. Alusões à história de Jesus Cristo podem ser vistas como uma forma de suportar o personagem de Klaatu e sua mensagem de paz: Klaatu, após chegar na Terra, usa um nome semi-bíblico, argumenta na frente dos sábios, escapa do governo após discordar deles e prefere estar com as pessoas comuns. No Novo Testamento, Jesus Cristo é chamado de “o filho do carpinteiro”, e como Jesus, Klaatu adota o nome terráqueo de “John Carpenter” (Carpenter em inglês é carpinteiro). Klaatu ensinando ao professor Barnhardt em seu próprio quadro negro, é um paralelo com o jovem Jesus ensinando aos rabinos no templo. A morte de Klaatu nas mãos dos soldados ecoa a morte de Jesus. Jesus foi removido de uma tumba selada por um anjo e Gort remove o corpo de Klaatu de uma cela trancada. Helen, a amiga de Klaatu faz o papel de Maria, questionando o que está acontecendo. Klaatu dá seu climático discurso e então abandona a Terra em sua nave; na Bíblia, Jesus dá sua mensagem final a seus discipulos antes de ascender aos céus.

Dica: Assistam antes que saia o ramake este ano com Keanu Reeves no papel principal. Além de poder comparar nossos anseios pelo desenvolvimento científico após mais de 50 anos, a história principal ao que parece foi alterada em muitos pontos. Clássico que merece ser visto.

Olá você! Está meio parado por aqui, hã? Esta postagem é tanto um pedido de desculpas como um vislumbre do que eu espero oferecer-lhes. Quando ouvi a proposta dos Lablogatórios lembro de ter elogio na hora a proposta. Sempre fui fascinado por um ciência. Disse que adoraria fazer parte e sugeri que iria escrever um blog que iria falar de ficção-científica, sua relação com a ciência “real”, resenhas, etc. Sou um escritor de ficção científica (da soft, não da hard) logo nada mais natural. Mas ainda nem mesmo dei o ponta pé inicial nessa empreitada com propriedade.

Senta que lá vem a história…

Fui me sentar e criar um mapa do que eu queria fazer com este blog. Isso mesmo. Um mapa. Sempre os crio quando estou com algum projeto querendo ser concebido. Acho muito mais fácil ter um mapa quando se quer chegar a um lugar. Então logo notei que eu não me sentia plenamente preparado para a empreitada. Veja bem, eu nasci em 1986, tomei gosto pela leitura lá pelos 10, 11 anos (e já estamos em 1997). Comecei a ser um leitor de ficção científica entre 13 e 14 anos (e chegamos em 2000) e a ver os filmes de forma crítica bem mais tarde. E ainda assim quase que me limitando aos lançamentos. Vivo em uma cidade do interior, as locadoras possuem uma disponibilidade muito baixa de filmes antigos. E agora, na altura dos meus 22 anos não tinha assistido aos grandes clássicos e faltava um ou outro autor clássico do gênero para devorar.

Então estou em um processo de educação. Na última semana eu assisti: Alphaville (1965), Fahrenheit 451 (1966) , Invasion of the Body Snatchers (1956), Soylent Green (1973) Darkstar (1974), Dia Que A Terra Parou (1951), Guerra dos Mundos (1953), Dr. Strangelove (1964), Solaris (1972), Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e li 3 livros do gênero. Então, em breve, postagens e mais postagens. Postagens em cima de postagens. Pelo menos é o que eu espero.

Política de comentários

Embora no momento os comentários sejam literalmente uma “terra de ninguém”, há regras. Todo a política de comentário se resume no que segue: “Aquelas pessoas do outro lado da internet é um ser humano. Trate-os como tal e eles estarão propensos a fazer o mesmo. Qualquer um que quebrar esta regra sendo ofensivo, atacando pessoas e não idéia, postando links maliciosos ou spam terá o status de ser humano revogado e o comentário deletado”.

Quem sou eu?

Se nem a fenomenologia me ajuda a responder precisamente tal pergunta o máximo que posso fazer é soltar informações aleatórias que possam fazer sentido às pessoas: Eu não acredito no deus cristão. Eu acredito em cultura livre. Eu escrevi um livro chamado EQM que você pode baixar de graça. Eu sou tímido. Eu escrevo o blog 1001 Gatos de Schrödinger. 3 livros: “O Fim da Infância”, de Clarke, “Ensaio Sobre a Cegueira”, de Saramago, “Dance Dance Dance”, de Haruki Murakami. Sou tímido. Ainda vou terminar a faculdade de filosofia. E os perspicazes e luminosos adjetivos são cortesia da casa.

Acho que é isso. Sentia a necessidade de explicar o aparente estado hibernante deste blog e me apresentar a todos, afinal, a pessoa do outro lado da internet é ser humano. Que tal fazerem o mesmo? Vamos lá, como o velho filósofo uma vez disse, just do it.

Ocorrido há mais de 100 anos, em 30 de Junho de 1908 às 7h15 da manhã, evento ainda é uma incógnita para a ciência. Tunguska é um rio na região da Sibéria Central onde, às 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após uma bola de fogo ser vista atravessando o céu. Não foram encontrados vestígios de meteorito, mas uma onda de impacto devastou toda a região do lago Baikal, afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska.

O que exatamente foi isso

Ao cruzar o céu e em seguida tocar o horizonte (segundo testemunhas), uma bola de fogo gerou uma enorme explosão caindo próximo à bacia do Rio Tunguska, uma região remota e praticamente desabitada. Foram destruídos aproximadamente 2000 quilômetros quadrados de florestas em redor do local do suposto impacto devastando cerca de 50000 árvores.

Segundo consta o impacto fora tão violento que liberou uma energia 1000 vezes superior à explosão da bomba de Hiroshima, o estrondo foi ouvido a 800km de distância e há relatos de pessoas que estavam a mais de 60km do local disseram que sentiram uma forte onda de calor. Durante dois dias em Londres, a cerca de dez mil quilômetros de distância do evento, se podia ler jornal à noite graças à luminosidade remanescente, enquanto a finíssima poeira dispersava-se na atmosfera terrestre se aproximando de regiões cada vez mais distantes.

Tunguska
Creative Commons License photo credit: Bicholoco

Possíveis Explicações

O evento ocorrido em Tunguska, segundo alguns físicos nucleares, pode ter sido algum fragmento de antimatéria destruído em energia ao se deslocar na atmosfera Terra lançando raios gama. O que contradiz esta teoria é a ausência de radioatividade residual em quantidade significativa.

Alguns físicos postulam a passagem de um minúsculo buraco negro pela Terra, porém não existem registros de ondas de choque provenientes do Atlântico Norte. Pode-se dizer que existe uma unaminidade no evento: “a gigantesca explosão seguida de uma monumental onda de choque e incêndio na floresta.”

Os cometas são formados principalmente de gelo de metano (CH4), gelo de amônia (NH3), e gelo de água (H2O). Entrando na atmosfera da Terra com uma velocidade de 31 km por segundo, um objeto deste produzirá uma enorme bola de fogo que irradiará muita luz e energia, causará uma onda de vento de grande intensidade e temperatura que queimará instantaneamente árvores e o que estiver em seu caminho.

No caso de Tunguska o cometa desintegrado-se a 6km de altitude pela atmosfera terrestre explicaria a presença de pequenas esferas de silício espalhadas pela região e assim a ausência de cratera além de, segundo alguns, o achamento de micro-diamantes

Estes diamantes são formados pela enorme pressão e temperatura no momento de reentrada e no impacto com a superfície. A matéria prima é o carbono do metano do próprio cometa que se aquece rapidamente e não se dispersa, ao contrário do hidrogênio. Foram estes minúsculos diamantes que Emlen V. Sobotovich encontrou na região do suposto impacto cometário. Estudiosos têm encontrado freqüentemente micro-diamantes em regiões impactadas por meteoritos que provavelmente se formaram em interiores cometários e sobreviveram à entrada na atmosfera. Também não existem vestígios de cratera de impacto na região.

Porém há outros pesquisadores que acreditam que o mais provável seja que a área tenha sido atingida por consecutivos impactos de asteróides. Outra teoria de um cometa, sustentada por cientistas russos, é que a explosão tenha sido causada por um violento choque de um cometa gasoso.

Mas ainda hoje o fenômenos permanece sem explicação. Parece apenas mais uma curiosidade senão fosse o fato de que, como não soubemos o que aconteceu, sempre existe a chance de algo assim se repetir porém em uma região superpolosa como Tokio, Nova York ou São Paulo!

Para saber mais

A Russian Mystery
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É impressionante. Lovercraftiano, como notou alguém. Sachiko Kodama é uma física que se tornou artista cuja intimidade com as leis do magnestismo a levaram a criar arte de imãs e óleos misturados a partículas magnéticas. Como os imãs interagem com a água magnetizada, ela pode criar impessionantes e estranhas formas com o óleo que se alteram e fluem aparentemente sem ligar para a gravidade. Veja essas bizarras violações das leis da natureza:

Uma de suas esculturas será exibida no Jardim Botânico de Atlanta no fim de Outubro. De acordo com o SculptureSite Gallery, que ajudou na curadoria da exibição:

Empregando eletromagnetos e partículas microfinas magneticamente carregadas suspensas no óleo posto em movimento através de um controlador computadorizado, Kodama, que é professora na Tokyo’s University of Electro-Communications, explora um território totalmente novo onde o líquido preto sedutor parece se tornar em grupos de espinhos sólidos impecavelmente organizados ao redor de um cone espiralado, apenas para se dissolver abruptamente naquele líquido uma vez mais.

Já fica aqui minha sugestão caso o Rio de Janeiro seja sede de uma olímpiada: Usar litros e litros e usar isso na abertura bem depois da apresentação em conjunto de diversas escolas de samba (que aposto um braço vão participar, afinal é um dos nossos principais produtos). De qualquer forma, foi um chinês que disse que imagens valem mais do que mil palavras, fiquem com mais uma e ainda um vídeo, que como só é 24 imagens por segundo devem valer em torno de 25.000 palavras:

E o vídeo:



Link para o vídeo

Fonte: io9

É o que afirma Richard Lynn, professor emérito e chefe do Departamento de Psicologia da Universidade do Ulster na Irlanda do Norte. Ph.D. pela Universidade de Cambridge, é um dos maiores especialistas  em estudos de inteligência em raças e gêneros.

Graças ao seu campo “minado” de estudos, ele provoca com suas descobertas os mais variados ataques, mas ele entende muito bem qual é a sua posição. “Faz parte do ofício de um cientista revelar o que as pessoas não estão prontas para receber”, afirma. O que nos leva diretamente a Bertrand Shaw quando este afirma que as grandes verdades começam como grandes blasfêmias. E Richard Lynn nos apresenta uma, e uma das grandes: Os mais inteligentes são mais propensos a questionar dogmas religiosos. Em geral, o nível de educação também é maior entre as pessoas de Q.I. maior. Se a pessoa tem uma educação melhor, ela possui acesso a teorias alternativas da criação do mundo. Por isso, um Q.I. alto leva à falta de religiosidade. O estudo publicado reune dados de diversas pesquisas (o que se chama de “meta-pesquisa”, o que lhe confere maior peso e credibilidade pois não parte de uma única fonte) e é o mais completo sobre o assunto.

A média da população dos Estados Unidos, por exemplo, tem Q.I. 98, alto para o padrão mundial, e mesmo assim, 90% da população acredita em uma divindade. Essa exceção porém é explicada por Lynn devido ao grande fluxo de imigrantes de países católicos, como o México, que ajuda a manter índices altos de religiosidade na população. Tiradas as ondas migratórias, o país teria um índice muito maior de ateus, parecido com os encontrados na Inglaterra (41,55%) e Alemanha (42%).

Cuba é outro país que à primeira vista seria uma exceção, pois, baseado em sua porcentagm de ateus (40%), o Q.I. da população (85) deveria ser maior que o americano. No entanto, houve muita propaganda contra a crença religiosa. Lá em Cuba não teria se chegado ao ateísmo pela inteligência. A população não chegou a se atéia pois questionou a religião. Foi uma imposição governamental.

O Brasil segue a lógica descrita pela pesquisa de Lynn: Possui um porcentual muito baixo de ateus (1%) e Q.I. mediano (87). É um país miscigenado e sofreu forte influência do catolicismo de Portugal e das crenças vindas com os negros da África.

Lynn conclui que a religião é um instinto. O homem primitivo possuía uma crença religiosa (ainda que com outros discursos e personificações) e por uma série de fatores, se manteve até hoje. Mas, acredita ele: “Somos capazes de superar isso com a razão”.

Fonte: Revista Época

National Cathedral
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