Estudo indica que ’se sentir gordo’ é pior que ser
22 de junho, 2008 - 18h02 GMT (15h02 Brasília)

Um estudo de pesquisadores alemães indicou que a qualidade de vida de adolescentes que se acham gordos sem ser obesos é pior do que a dos que realmente o são.

A pesquisa feita pelo instituto Robert Koch acompanhou quase 7 mil garotos e garotas entre 11 e 17 anos.

Primeiro, eles foram pesados. Depois, tiveram de avaliar seu próprio peso em uma escala que variava de “magro demais” a “gordo demais”. Por fim, responderam a um questionário sobre sua qualidade de vida.

Apesar de apenas 18% dos adolescentes acompanhados estarem acima do peso, quase 55% das meninas e cerca de 36% dos rapazes se consideraram “muito gordo” ou “muito gorda”.

Em um artigo na última edição da revista científica Deutsches Ärzteblatt International, Bärbel-Maria Kurth e Ute Ellert demonstraram preocupação com o que chamaram de “retrato distorcido da realidade” em relação ao próprio corpo. Este tipo de percepção é amplamente relacionada aos distúrbios alimentares na literatura científica.

“Se os adolescentes pensam que são ‘gordos demais’, abrem mão de muito de sua qualidade de vida, independentemente do seu peso real. Isto é particularmente marcado entre as garotas”, elas escreveram, notando que a proporção de adolescentes que se consideram acima do peso tem aumentado mais rapidamente que a proporção dos que realmente se enquadram no caso.

Por outro lado, os que consideraram estar dentro do peso normal demonstraram ter uma melhor qualidade de vida, mesmo que estivessem um pouco acima do peso.

“Não queremos, de jeito nenhum, minimizar os efeitos da obesidade na saúde física. Surge, entretanto, uma questão sobre se é necessário que crianças e adolescentes obesos tenham uma avaliação realista de seu próprio corpo a fim de promover a disposição de mudança, se o preço disso for uma qualidade de vida prejudicada”, elas sustentaram.

Para as cientistas, os resultados sugerem que medidas para combater o sobrepeso “devem andar de mãos dadas” com outras para prevenir distúrbios alimentares.

“É preciso considerar com muito cuidado até que ponto as campanhas existentes contra o sobrepeso podem ser na verdade responsáveis por causar um aumento na proporção de adolescentes que se consideram acima do peso sem justificativa.”

Esta frase me marcou: “Apesar de apenas 18% dos adolescentes acompanhados estarem acima do peso, quase 55% das meninas e cerca de 36% dos rapazes se consideraram “muito gordo” ou “muito gorda”.”

O problema de auto-estima vai além da mídia, que massacra a gente dizendo que só quem é magro é bonito e tem direito a ser feliz, eles também tem vínculos familiares se você tem um parente que vive te chamando de “gordo” de forma pejorativa dificilmente você cresça feliz. Sentir-se belo e de bem com o corpo, também é uma questão de incentivo! Aquela frase “Eu sou lindo pra mamãe e pro papai!” deve ser mais do que real, ela deve ser praticada! Você já elogiou uma criança hoje???

Desnutrição mata 3,5 milhões de crianças por ano, diz estudo
17 de janeiro, 2008 - 16h33 GMT (14h33 Brasília)

Mais de um terço das mortes de crianças e 11% das doenças que afetam mães e seus filhos ocorrem por desnutrição, apontou uma série de estudos compilada por especialistas internacionais e publicada na última edição da revista médica Lancet.

A pesquisa indica que 3,5 milhões de crianças morrem todos os anos por falta de comida ou por causa de uma alimentação precária, deficiente em vitaminas e minerais essenciais para o crescimento. Um problema que, segundo o estudo, “começa dentro do útero”.

O relatório afirma que crianças que não têm alimentação adequada podem ter o crescimento atrofiado e mau desempenho escolar, o que reduziria a sua capacidade de conseguir trabalho, aprofundando ainda mais o ciclo de pobreza.

Os especialistas alertam que o período que vai da gravidez até os dois anos de idade é “crucial para evitar os efeitos irreversíveis da desnutrição”.

Amamentação

“A desnutrição em gestantes ou nos primeiros estágios da vida da criança pode causar um dano irreversível, mesmo se a alimentação melhorar ao longo da infância”, disse Caroline Fall, da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, e uma das pesquisadoras envolvidas no estudo.

O trabalho também sugere que se as mães amamentarem pelo menos até os seis meses de vida do bebê e consumirem alimentos ricos em zinco e vitamina A, o número de óbitos infantis poderia ser reduzido em até 25%.

O pesquisador Zulfiqar Bhutta, do Departamento de Pediatria e Saúde Infantil da Universidade Aga Khan, no Paquistão, estima que 1,4 milhão de crianças morram por falta de amamentação.

Brasil

A série de estudos divulgada na Lancet ainda mostrou que 80% das grávidas e crianças malnutridas estão concentradas em 20 países da África e da Ásia.

Sem oferecer dados exatos sobre a América Latina e o Caribe, o relatório aponta que os índices de crianças abaixo do peso e com crescimento atrofiado “caiu consideravelmente” na região entre 1980 e 2005.

Sobre o Brasil, a pesquisa comenta que “houve avanços substanciais nos atendimentos básicos de saúde, água e saneamento básico, além de melhorias na educação das mulheres”.

“Esses avanços parecem ter ocorrido, apesar de momentos de estagnação econômica e perdas no poder de compra da população, principalmente entre os pobres.”

O trabalho acrescenta que “pôr um fim na fome e na desnutrição está entre as prioridades de políticas implementadas no Brasil, Bolívia e Peru”.

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Bom, não é a primeira vez que falo da desnutrição de crianças por aqui! O mais triste é ver que estamos no século XXI e ainda tem gente passando fome no mundo! Isso é muito triste! E a genética feminina ainda favorece esse problema!!! Queria colocar um texto explicativo aqui, mas ele tem direitos reservados, só que é um trecho bem interessante, vale a pena ler. Dessa forma, se estiver disposto clique aqui e coloque no localizar nessa página o trecho: “A anemia por deficiência de ferro”. (desculpem esse incomodo). Além disso, falta planejamento familiar, e gravidez indesejada acaba sendo a conseqüência.

Mas podemos diminuir esses números e orientar as pessoas que convivem conosco, através da alimentação, o zinco é encontrado no fígado, ostras, carne de vaca, mariscos, porco, ave, cordeiro, leite, pão, gema de ovo e cereais integrais e germe de trigo. Já a vitamina A é encontrada em alimentos de origem animal, como: leite, ovos, fígado, bem como em vegetais folhosos verde-escuros e frutas amarelo-laranja.

Também achei um artigo muito interessante sobre a doação de alimentos, por Raimundo Aquino, “Doação pode diminuir desperdício de alimentos no Brasil”, vale a pena ler! Deixo, também, um vídeo. Está em inglês, mas prometo que, mesmo sem saber uma palavra desse idioma, você entenderá!

Eficiência de ‘Geração Google’ na internet é mito, diz estudo
04 de fevereiro, 2008 - 13h04 GMT (11h04 Brasília)

Um estudo encomendado pela Biblioteca Britânica (British Library) desfaz o que chama de “mitos sobre a geração Google”, e diz que suposta capacidade das gerações mais jovens de buscar informações através dos novos recursos tecnológicos seria “supervalorizada”.

Segundo o estudo da University College of London, os jovens adolescentes de hoje não são necessariamente eficientes em fazer pesquisas pela internet, não permanecem mais tempo online que as pessoas mais velhas e não destoam do resto da sociedade em priorizar informação rápida e digerida.

Para os pesquisadores, é preciso tomar cuidado com suposições como a de que as gerações mais jovens são mais autodidatas que gerações anteriores.

O estudo, que tenta esclarecer como as novas tecnologias afetarão o futuro das bibliotecas, define como “geração Google” os jovens nascidos a partir de 1993, depois da popularização do microcomputador, confortáveis com as novas tecnologias e acostumados à permanente conectividade.

“Na verdade, já somos a Geração Google: a demografia da internet e do consumo de mídia está erodindo supostas diferenças geracionais”, diz o estudo. “De certa maneira, o rótulo de Geração Google atrapalha.”

Mitos

Entre as crenças que os pesquisadores chamam de “mitos”, está a de que as novas gerações são mais eficientes que as anteriores em obter informações na internet.

“Este é um mito perigoso. Alfabetização digital e alfabetização informativa não caminham de mãos dadas”, diz o estudo, segundo o qual muitos jovens não são capazes de filtrar o imenso arsenal de dados da rede.

Outra inverdade sobre as novas gerações, dizem os pesquisadores, é a de que elas são mais propensas a buscar informações rápidas e digeridas que seus pais.

A preferência por textos resumidos e buscas por palavra é “uma norma para todos”. “A sociedade (como um todo) está se emburrecendo”, diagnostica o estudo.

Nem mesmo a crença de que as pessoas mais jovens passam mais tempo online que as pessoas mais velhas se sustenta, dizem os pesquisadores.

Eles citam um estudo recente realizado em diversos países, que mostrou que pessoas com mais de 65 anos passam mais tempo conectadas à internet que aquelas entre 18 e 24 anos.

Por outro lado, o estudo confirmou que a “geração Google” é afeita à prática de “copiar e colar” informações para suas pesquisas, e prefere plataformas interativas de informação que o consumo passivo delas.

O estudo deixou em aberto a hipótese de que os jovens sejam mais capazes que seus pais de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo.

“A questão mais ampla é saber se habilidades seqüenciais, necessárias para a leitura, também estão sendo desenvolvidas.”

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A diferença entre os mais velhos e os mais jovens, ao meu ver, é que os mais velhos, diante de uma pesquisa por palavras, filtram rapidamente o que pode ser útil ou não, e por quê? Porque tiveram que estudar isso sem a prática do Ctrl+C Ctrl+V e porque a maturidade, também, ensina muita coisa. Já o jovem, está na fase das incertezas e não sabe se o que vê, realmente, é correto. O jovem, primeiro, precisa aprender e compreender sobre o assunto que deseja pesquisar antes de fazê-lo, só assim ganhará tempo e obterá êxito.

Outra coisa importante é o método utilizado para a pesquisa. A grande maioria apenas escreve o assunto que deseja e clica em pesquisar. Coloquei 2 exemplos aqui, um onde apenas digito Os Sertões, outro onde utilizo mais palavras chaves e o sinal de mais para indicar preferência. A diferença de resultados entre as formas de pesquisar é fundamental para um êxito com sucesso da tarefa. Você notará que na pesquisa 2 os resultados são mais pontuais sobre o assunto desejado. Se você não conhece os sinais como o +(prioriza a palavra que vem na seqüência), o – (evita a palavra que vem na seqüência), o escrever entre aspas (busca palavra/frase exata), pode buscar no lado do botão de pesquisa a palavra “avançado” e filtrar sua pesquisa conforme a 3ª imagem que incluo aqui. (clique em cima das imagens para aumentarem)

Creio que todos fazemos parte da “Geração Google” independente do ano de nascimento!!!

Pessoas de olhos azuis têm o mesmo ancestral, diz estudo
01 de fevereiro, 2008 - 09h19 GMT (07h19 Brasília)

Todas as pessoas com olhos azuis teriam o mesmo antepassado comum, sugere um estudo realizado por cientistas genéticos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Segundo os especialistas, uma mutação ocorrida num gene de apenas uma pessoa há cerca de 10 mil anos teria alterado a produção da melanina - pigmento que dá cor aos olhos, pele e cabelo – na íris.

“Isso indica que a mutação ocorrida em apenas uma pessoa foi transmitida para todas as outras subseqüentes que têm olhos azuis”, diz o estudo, publicado na revista especializada Human Genetics.

Variações na cor dos olhos - castanhos, verdes e cinzas - podem ser explicadas por quantidades diferentes de melanina na íris, mas a cor azul conta apenas uma pequena quantidade do pigmento, afirmam os especialistas.

Variações

O coordenador da pesquisa, Hans Eidberg, acredita que todos os seres humanos tinham olhos castanhos até que uma mutação genética no gene OCA2 desencadeou um processo que literalmente “desligou” a capacidade de produção da cor castanha na íris.

Os cientistas analisaram o DNA de 800 pessoas com olhos azuis de várias regiões do mundo, como o norte da Europa, Jordânia e Turquia.

“Todos eles, com exceção de possivelmente um, tinham exatamente a mesma seqüência de DNA na região do gene OCA2. Para mim, isso indica que 99,5% dos pesquisados têm um único ancestral comum”, disse Eidberg.

O pesquisador salientou que homens e mulheres com olhos azuis têm praticamente a mesma seqüência genética na parte do DNA responsável pela cor dos olhos. Entretanto, os de olhos castanhos apresentam um grau considerável de variações individuais na área do DNA.

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Pelo jeito será mais fácil acertar o azul dos olhos de um bebê no futuro do que se os pais pedirem castanho!!! O estudo genético vem evoluindo cada vez mais rápido, tenho certeza que logo-logo o primeiro humano criado em laboratório surgirá… e ele não será nada parecido com Frankenstein… isso se ele já não estiver entre nós!!! Creio que a janela da alma está servindo de porta para um novo mundo!!!

Faça parte!

Má conexão no cérebro pode causar pedofilia, diz estudo
29 de novembro, 2007 - 09h54 GMT (07h54 Brasília)

Uma pesquisa realizada no Canadá indica que a pedofilia pode ser resultado de falhas em algumas conexões do cérebro.

Os cientistas do Centre for Addiction and Mental Health, em Toronto, usaram exames sofisticados de ressonância magnética para comparar os cérebros de pedófilos com os de homens que cometeram crimes de natureza não sexual.

Em artigo no Journal of Psychiatry Research, os pesquisadores explicam que os pedófilos estudados apresentavam menos quantidade da chamada “substância branca”, responsável por fazer as ligações internas entre diferentes partes do cérebro envolvidas na excitação sexual.

Os estudiosos descobriram que algumas regiões dos cérebros dos pedófilos mostravam menos sinais de atividade do que os de outros voluntários, quando eram estimulados com material erótico.

O chefe da equipe de pesquisadores, James Cantor, explica que os pedófilos não têm a capacidade de diferenciar objetos sexuais apropriados de inapropriados justamente por causa da falta de conexões cerebrais adequadas.

Ressonância do cérebro de um pedófilo - Áreas vermelhas indicam regiões com menos substância branca

Baixo QI

Em setembro, um estudo realizado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que o cérebro dos pedófilos era diferente.

Até hoje, acreditava-se que a pedofilia era provocada por um trauma ou por situações de abuso na infância.

Mas o problema também já foi relacionado a um baixo quociente de inteligência (QI), o que sugere uma ligação com o desenvolvimento cerebral. Pedófilos também têm três vezes mais chances de serem canhotos.

Cantor, no entanto, diz que as recentes pesquisas não significam que pedófilos não deveriam ser considerados responsáveis criminalmente por seus atos.

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“Curiosamente, para alguns, no mundo grego, a homossexualidade masculina era tolerada apenas quando envolvesse o relacionamento de homens mais velhos com homens mais jovens (na visão dos gregos, a beleza era um atributo das pessoas jovens, tanto moças, quanto rapazes).”

O que a Grécia Antiga achava belo se propaga até hoje em alguns países sem beleza alguma, trata-se de abuso, trata-se de violência!!!

Uma violência, muitas vezes, notada, apenas, por pessoas mais sensíveis, por pais, que não fazem vistas grossas e acompanham, inteligentemente, o crescimento e desenvolvimento de seus filhos!!!

Tratamos a pedofilia como doença, porque é impossível imaginar que alguém, racionalmente falando, faça isso por simples vontade!!! Pior é ter a certeza de que: “É errado acreditar que é possível curar um criminoso sexual. É impossível!”

Não podemos fechar os olhos para esse problema!!! Ligue suas antenas, olhe com mais carinho para as crianças que estão a sua volta… veja os sinais!!!

E por falar em sinais, o Tigre de Muleta publicou o Código Secreto dos Pedófilos, vá até lá e veja/conheça, melhore sua observação sobre o mundo e, principalmente, sobre quem vive nele.

Bebês menores ‘têm mais risco de suicídio quando adultos’
17 de janeiro, 2008 - 19h39 GMT (17h39 Brasília)

Uma pesquisa feita na Suécia indica que meninos que nascem menores do que a média podem ter o dobro de risco de tentar suicídio na vida adulta, mesmo se depois eles tiverem crescimento normal.

Aqueles que nascem com menos de 47 cm são os que teriam maior risco, sugere o estudo do Instituto Karolinska, de Estocolmo, publicado pela revista especializada Journal of Epidemiology and Community Health.

Os pesquisadores acreditam que um crescimento fetal insatisfatório poderia ter efeitos de longo prazo sobre a química do cérebro e que é preciso fazer mais para ajudar as mulheres grávidas e os seus bebês.

O estudo analisou dados de cerca de 320 mil meninos nascidos entre 1973 e 1980 na Suécia e de tentativas de suicídio até 1999.

Peso

Os bebês incluídos no estudo tinham, em média, entre 50 cm e 51 cm.

No grupo analisado, houve 759 tentativas violentas de suicídio – definidas como enforcamento, com uso de arma de fogo ou faca, salto de alturas, em frente a um veículo ou afogamento.

A ligação entre a altura no nascimento e o risco de suicídio mostrou ser forte, mas o peso inferior a 2,5 kg no nascimento também foi associado a um aumento no risco.

O estudo concluiu ainda que homens que nasceram com altura normal, mas acabaram desenvolvendo uma estatura menor do que a média na vida adulta, tinham 56% mais chance de tentar cometer suicídio do que homens altos.

Drogas e álcool

Os níveis de serotonina – substância cerebral que cientistas já haviam associado à agressividade e a um comportamento suicida – podem ajudar a explicar as conclusões, afirmam os pesquisadores.

Ellenor Mittendorfer-Rutz, que liderou o estudo, disse que um crescimento insatisfatório do bebê no útero influencia a altura do bebê no nascimento e a forma como o cérebro dele processa a serotonina.

As duas características são definidas no segundo trimestre da gravidez, disse ela.

O pouco crescimento no útero poderia ser causado pelo uso abusivo de drogas e álcool pela mãe, ou por uma dieta ruim.

“É possível identificar gestações de risco e mães em situação adversa, como aquelas com problemas sociais, mães adolescentes e aquelas com passado criminoso”, disse Mittendorfer-Rutz.

“Já há algumas evidências mostrando que uma intervenção nessas mães pode ter um efeito no desenvolvimento da criança no longo prazo.”

“Também podemos pensar em um acompanhamento pré-natal melhor para as mães”, completou.

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Eu quero morrer!!! Quem nunca proferiu essa frase??? O que leva uma pessoa a cometer o suicido ainda é uma grande incógnita. Apesar dos estudos que são realizados. Agora de uma coisa tenho certeza… quanto maior o silêncio, maior o perigo… quem quer morrer não avisa!!!
Estudo relaciona curvas femininas à inteligência dos filhos
12 de novembro, 2007 - 12h10 GMT (10h10 Brasília)

Um estudo publicado pela revista científica Evolution and Human Behaviour afirma que mulheres com curvas são mais inteligentes e têm filhos mais espertos.

A explicação dos pesquisadores é que os ácidos graxos ômega 3, que se acumulam nos quadris e nas coxas das mulheres, servem de alimento para o cérebro e são essenciais para o desenvolvimento neurológico dos bebês durante a gravidez.

Os pesquisadores Stephen Gaulin, da Universidade da Califórnia, e William Lassek, da Universidade de Pittsburgh, usaram dados do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, nos Estados Unidos, para fazer o estudo e descobriram que a relação cintura-quadril das mães estava diretamente relacionada ao desempenho delas e dos filhos em testes de cognição.

Quanto mais gordura acumulada na parte inferior do corpo das mães, e não na cintura, melhor eram as notas nas provas.

“Coxas e quadris fartos guardam nutrientes essenciais que alimentam o cérebro e podem produzir crianças inteligentes também”, disse Gaulin ao jornal The Daily Telegraph.

Os cientistas acreditam que é essa é mais uma razão pela qual os homens se sentiriam mais atraídos pelas mulheres “com curvas”.

“Os homens reagem a isso porque é importante para a reprodução (da espécie)”, afirmou Lassek ao jornal.

O estudo também concluiu que mães adolescentes têm filhos com problemas cognitivos porque não têm uma reserva suficiente de ácidos graxos, mas os pesquisadores afirmam que as que têm quadris largos acabam sendo menos afetadas pelo problema.

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Bom está explicado a preferência nacional, tudo é uma questão de ter filhos mais inteligentes!!! Essa é uma estatística que eu apoio!!! Dessa forma, para os homens espertos, que visitaram o blog hoje, um presentinho… Ildi Silva (linda!)!!!


(fonte)

Mais fotos de Ildi Silva, clique aqui!!!

Índice de Desenvolvimento Infantil melhora em todos os Estados
Da BBC Brasil em Brasília Denize Bacoccina 22 de janeiro, 2008 - 10h31 GMT (08h31 Brasília)

O Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI) calculado pelo Unicef, a agência da ONU para a infância, mostra melhora nos indicadores em todos os Estados brasileiros entre 2004 e 2006.

O IDI é composto por quatro indicadores básicos: número de crianças menores de seis anos morando com pais com escolaridade precária, cobertura vacinal em crianças menores de um ano, cobertura pré-natal de gestantes e crianças matriculadas na pré-escola.

Em 2004, apenas o Estado de São Paulo era classificado como de desenvolvimento infantil elevado, com IDI superior a 0,8 numa escola de 0 a 1.

Avanço

No último relatório, com dados de 2006, também entraram nesta classificação os Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina, além da região Sudeste como um todo.

Os melhores desempenhos são de São Paulo (0,856), Santa Catarina (0,828) e Rio de Janeiro (0,806).

O avanço foi mais acentuado nos Estados de Alagoas e Amazonas, que no início do cálculo do IDI, em 1999, eram classificados como de desenvolvimento infantil baixo – menos de 0,5.

Em 2006, todos os Estados tiveram IDI superior a 0,5.

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Ainda falta muito para que seja bom ser criança no Brasil!!! Por exemplo, a violência com a criança deveria entrar nesse índice ou vocês acham que isso não influencia seu desenvolvimento??? Não deveríamos lutar para tirar os “pais com escolaridade precária” dessa situação, porque não incentivar seu crescimento??? Desculpe-me Unicef, mas isso parece mais um índice de controle da pobreza do que desenvolvimento humano e, principalmente, infantil!!! É apenas, mais um argumento para o governo continuar fazendo o mínimo!!!

EUA vivem pequeno ‘baby boom’, diz pesquisa
16 de janeiro, 2008 - 17h55 GMT (15h55 Brasília)

Dados preliminares de 2006 indicam que o número de nascimentos nos Estados Unidos aumentou 3%, sugerindo que o país está passando por um pequeno “baby boom”.

De acordo com estes dados, os Estados Unidos agora têm uma taxa de fertilidade mais alta do que qualquer um dos países industrializados da Europa, Austrália, Canadá e Japão.

O aumento do número de nascimentos foi observado em todas as faixas etárias, mulheres na faixa dos 20, 30 e 40 anos.

Segundo a analista para questões religiosas da BBC, Frances Harrison, um dos fatores determinantes para este aumento seria a população latina no país, responsável por quase 25% de todos os nascimentos nos Estados Unidos.

Pesquisas mostram que a tendência entre os imigrantes que chegam aos Estados Unidos é ter mais filhos, pois estas crianças ganham automaticamente a cidadania americana.

Questão cultural

Mas Harrison acrescenta que a alta taxa de natalidade americana não se deve apenas aos imigrantes, pois mulheres brancas americanas têm mais filhos do que européias brancas, mesmo com alguns governos europeus adotando políticas de incentivo ao aumento da natalidade.

Uma das teorias seria de que a onda de nascimentos faz parte de uma questão cultural. Americanos têm uma visão mais favorável de filhos do que outros países ocidentais.

Eles respondem ao aumento de prosperidade no país com a decisão de ter outro filho.

Outro fator, segundo Harrison, é que os maridos nos Estados Unidos ajudam mais nos cuidados com os filhos do que em países como Itália ou Japão.

E ainda, nos Estados Unidos a probabilidade de casais continuarem uma gravidez indesejada e ter filhos fora do casamento é maior.

A queda no uso de métodos contraceptivos e o acesso limitado ao aborto em alguns Estados também tiveram papel importante neste aumento da taxa de natalidade.

Mas, a analista afirma também que todos os sinais mostram que mulheres tendem a ter menos filhos quanto mais bem educadas e mais oportunidades têm na vida profissional.

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Bom, ao meu ver, o nascimento de uma criança deve ser planejado, ela deve ser desejada. Creio que acima de tudo a criança que chega ao mundo, deve ser amada incondicionalmente. É bom saber que, pelo menos nos Estados Unidos, pessoas com mais condições financeiras optam por ter (mais) um filho, além dos maridos serem mais participativos na criação dos mesmos. Eu, caso pudesse, teria uns três… Por enquanto, sigo apenas as palavras de Plínio de Oliveira: “seja o que for, eu digo sim para o amor”!!!

EUA: 42% dos jovens já viram pornografia na Web
Segunda, 5 de fevereiro de 2007, 12h55 Atualizada às 18h01

Cerca de quatro em cada dez adolescentes norte-americanos com idades entre 10 e 17 anos já viram pornografia enquanto navegavam pela Internet. Segundo pesquisa, dois terços deles afirmaram que viram conteúdo adulto sem terem intenção.

Muitos dos contatos com pornografia online, tanto intencionais quanto acidentais, aconteceram por meio de programas de troca de arquivos, afirma pesquisa da Universidade de New Hampshire. “Apesar de haver evidência de que a maioria dos jovens não ficou aborrecida quando encontrou pornografia indesejada na Internet, isso pode ter impacto em alguns jovens na comparação com os contatos voluntários“, afirma estudo.

“Alguns jovens podem estar psicologicamente despreparados para essa exposição indesejada e as imagens online podem ser mais explícitas e extremas que pornografia disponível em outras fontes”, acrescenta o levantamento.

O estudo, publicado na edição de fevereiro do periódico Pediatrics, veículo noticioso da Academia Americana de Pediatria, é baseado em entrevistas feitas por telefone com 1,5 mil jovens entre março e junho de 2005.

De maneira geral, uma parcela de 42% dos entrevistados informou que foi exposta à pornografia online nos 12 meses anteriores ao levantamento. Desse grupo, 66% disseram que não tentaram encontrar o material adulto quando foram expostos a ele. Isso aconteceu algumas vezes por causa de endereços digitados incorretamente, anúncios pop-up ou spam.

O terço restante, que informou que buscou pornografia, tendeu a ser mais composto por garotos que também usaram programas de troca de arquivos para fazer download de imagens, falaram com estranhos sobre sexo, usaram a Internet em casa de amigos ou possivelmente sofriam de depressão.

Os pesquisadores afirmaram que curiosidade sexual é normal entre adolescentes “e muitos podem dizer que visitar sites pornográficos é um comportamento normal em termos de desenvolvimento”. Mas a pesquisa alerta que alguns especialistas estão preocupados com que a atividade possa prejudicar valores ou atitudes sociais relacionados a comportamento sexual, levando à promiscuidade ou a atitudes compulsivas.

Médicos, professores, pais e outros “devem assumir que a maior parte dos garotos no ensino secundário e que usam a Internet passou por algum tipo de exposição à pornografia online, assim como acontece com muitas jovens“, conclui a pesquisa.

(fonte)


Gracinhas a parte… a sorte dessas crianças é que lá não tem novela das oito…

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