Oferta de Estágio nos Correios

Cidade: Curitiba - PR

Curso: ESTATÍSTICA

Carga horária: 4hs/dia

Bolsa-auxílio: R$343,00

Pré-requisito: Estar cursando ou acima do 4º semestre

Envio de currículo: est.ana.borota@correios.com.br

Contato: 41 3310-2528 com Ana Carolina/Fernanda

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E-mail recebido do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dia 24/06/08.

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Bom, creio que vocês lembram do meu amigo Sérgio do Laboratório Latam, pois bem ele vai ser palestrante na IV Semana Acadêmica de Química Ambiental e Processos Ambientais, dia 05/06/2008 às 19h30.


Sérgio Paulo Pádua Pires – (LATAM - Laboratório de Análises Toxicológicas e Ambientais) “Técnicas estatísticas aplicadas em laboratório de análises ambientais”

Local: Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR - Av. Sete de Setembro, 3165
Telefone para Informações: 3310-4666.
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Estágio na TIM Celular

Cursos: Engenharia Elétrica, Administração, Estatística, Informática, Direito, Publicidade de Propaganda

Universidades: UFPR, CEFET, PUC, FAE, CURITIBA, POSITIVO

Idade: Até 24 anos

Conhecimentos: Intermediário em Informática

Cursando: A partir do 3º ano (5º período) e previsão de formação no mínimo para julho de 2009

Disponibilidade: Estagiar 6 horas diárias de segunda a sexta feira

Bolsa auxílio: R$ 650,00 + Vale Transporte + Vale Refeição de R$ 16,00 dia + celular (carga mensal de R$ 60,00)

Interessados encaminhar currículo para: vpankiw@timsul.com.br

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Estágio na Comissão Própria de Avaliação da UFPR

A UFPR está oferecendo cinco vagas para acadêmicos dos cursos de Estatística, Análises de Sistemas, Gestão da Informação ou áreas afins para trabalhar com banco de dados na CPA-UFPR. O aluno receberá uma bolsa auxílio de R$ 520,00/mês. A jornada de trabalho é de 6 horas/dia, de segunda a sexta-feira, por um período de seis meses. Preferência para acadêmicos com pelo menos o 2º ano. O aluno deve ter mínimo conhecimento do aplicativo Excel ou Softwares Estatísticos.

Os interessados devem enviar, através do e-mail arleblue@ufpr.br ou junglos@ufpr.br, uma cópia do currículo simplificado*.

Mais informações: 3360-5121 com Arlete, Vanessa ou Junglos, ou por e-mail.

*Currículo Simplificado: incluir números do rg, cpf, matrícula, telefones, data de nascimento, endereço, conta bancária, nome da escola, curso, período, horário das aulas.

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E-mails recebidos do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dias 26 e 29/04/08.

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Local de Trabalho:
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E-mail recebido do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dia 23/04/08 às 15h07.

Requisitos:
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Atividades:
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E-mail recebido do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dia 16/04/08 às 15h29.
Estresse no trabalho ‘aumenta risco de doenças cardíacas’
23 de janeiro, 2008 - 08h28 GMT (06h28 Brasília)

Uma pesquisa realizada com servidores públicos em Londres e publicado na terça-feira, sugere que o estresse no trabalho pode aumentar o risco dos funcionários desenvolverem doenças cardíacas.

Segundo o estudo, empregados com idade abaixo de 50 anos que sofrem de estresse crônico têm 68% mais chance de desenvolver doenças cardíacas do que aqueles que trabalham em um ambiente livre de pressões.

“Entre os empregados com idade para se aposentar e que são menos expostos à trabalhos estressantes, as chances de desenvolver problemas no coração eram menores”, disse Tarani Chandola, principal autor do estudo.

Além disso, a pesquisa indica ainda que 32% do impacto do estresse se deve à má alimentação e falta de exercícios entre os empregados estressados, fatores que contribuem para o desenvolvimento de doenças cardíacas.

O estudo, publicado na revista científica European Heart Journal, observou mais de 10 mil funcionários que trabalham para o governo britânico em vários cargos, durante 12 anos.

Segundo os pesquisadores, o status do funcionário dentro do organograma das instituições não parece influenciar o nível de estresse.

Qualidade de vida

Os pesquisadores analisaram a impressão dos empregados sobre o trabalho, e monitoraram a variação no batimento cardíaco, pressão sangüínea e o nível de cortisol - o hormônio do estresse - no sangue.

O estudo também analisou fatores como dieta, exercícios, fumo e bebida entre os participantes.

Segundo os autores, o estilo de vida foi identificado como um fator essencial para o desenvolvimento de doenças cardíacas entre os funcionários.

Para completar os dados da pesquisa, os cientistas coletaram informações sobre o número de empregados que apresentam doenças cardíacas, quantos haviam sofrido ataque cardíaco e o número de mortes provocadas por problemas no coração.

Mecanismos do estresse

Além de identificar o impacto do estresse no risco de contrair doenças cardíacas, os pesquisadores também analisaram os mecanismos biológicos que relacionam o estresse com as doenças.

Segundo os autores, o estresse atrapalha o funcionamento da parte do sistema nervoso responsável por controlar a variação dos batimentos e as funções do coração.

Os empregados que sofrem de estresse crônico apresentaram problemas nos impulsos que regulam os batimentos cardíacos.

Os pesquisadores identificaram ainda que o estresse causa distúrbios em uma grande parte do sistema neuroindócrino - responsável pela liberação de hormônios.

De acordo com autores, essa relação foi observada pois funcionários ansiosos apresentavam nível mais alto de cortisol na parte da manhã.

Corpo em forma

Segundo June Davison, porta-voz da British Heart Foundation, aifirmou que a pesquisa contribuiu para a compreensão sobre como o estresse no trabalho altera a química do corpo.

“O estudo reforça outras pesquisas que afirmam que o estresse no trabalho está associado a comportamentos pouco saudáveis como fumar, falta de exercício e má alimentação - fatores que causam impacto na saúde cardíaca”, disse Davison.

“Podemos aprender a lidar com situações de estresse de várias formas”, afirmou. “Manter-se em forma e ativo ajuda a aliviar o estresse e, portanto, reduz o risco de doenças cardíacas”, conclui.

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Gente, realmente, às vezes é difícil não ficar estressado(a), principalmente, com computadores velhos, redes lentas e internet que não funciona!!! Esse vídeo confirma as estatísticas ai acima, mas a música pelo menos relaxa quem tá assistindo!!!

Mundo terá mais 5 milhões de desempregados neste ano, diz OIT
23 de janeiro, 2008 - 22h10 GMT (20h10 Brasília)

O desemprego deve aumentar em 5 milhões de pessoas em todo o mundo em 2008, mesmo com a criação de cerca de 40 milhões de novas vagas, e o nível de desemprego no mundo deve aumentar de 6% para 6,1%.

A previsão é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no relatório Tendências Mundiais de Emprego 2008, divulgado nesta quarta-feira.

O relatório afirma que a desaceleração do crescimento nas economias industrializadas, por causa da crise do crédito nos Estados Unidos, tem sido compensada pelo crescimento acelerado em outras partes do mundo, especialmente na Ásia, mas alerta que o aprofundamento da crise pode aumentar o desemprego.

Desemprego no mundo (em milhões)
1997 - 164,8
2002 - 188,9
2003 - 185,9
2004 - 190,8
2005 - 189,6
2006 - 187
2007 - 189,9
Fonte: OIT

“O cenário do mercado de trabalho internacional está marcado pelos contrastes e pela incerteza”, disse o diretor-geral da OIT, Juan Somavia.

Taxa estável

No ano passado, foram criados 45 milhões de novos postos, mas a taxa de desemprego se manteve praticamente estável por causa do aumento da população.

Na América Latina, a taxa de desemprego permaneceu estável em 8,5% em 2007, em relação ao ano anterior. O índice é superior aos 8% de dez anos atrás e menor ao observado há cinco anos, de 8,9%.

Desemprego entre mulheres (em milhões)
1997 - 94,6
2002 - 109,2
2003 - 106,7
2004 - 109,9
2005 - 108,7
2006 - 106,8
2007 - 108,3
Fonte: OIT

A melhora, de acordo com a OIT, deve-se ao crescimento econômico da região nos últimos anos.

O emprego vulnerável aumentou na América Latina, passando de 31,4% do total em 1997 para 33,2% no ano passado. Essa é a única região do mundo onde essa proporção aumentou.

De acordo com o relatório, os números indicam que os postos de trabalho no setor de serviços, onde atua a maioria dos trabalhadores da região, são inseguros, provavelmente mal remunerados e têm condições insatisfatórias.

Pobreza

O relatório também afirma que quatro em cada dez trabalhadores são pobres.

Desemprego entre homens (em milhões)
1997 - 70,2
2002 - 79,6
2003 - 79,3
2004 - 80,9
2005 - 81
2006 - 80,2
2007 - 81,6
Fonte: OIT

A OIT estima que 487 milhões de trabalhadores, o equivalente a 16,4% do total, estão em famílias que ganham menos do que um dólar por dia por pessoa, abaixo da linha da pobreza.

O total de trabalhadores em família com renda inferior a US$ 2 per capita soma 1,3 bilhão, o equivalente a 43,5% do total.

“Para reduzir o número de desempregos e de trabalhadores pobres no longo prazo é indispensável que nos períodos de alto crescimento (econômico) se adotem medidas para criar mais empregos produtivos e trabalho decente”, afirma o relatório.

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Com tanta coisa a ser melhorada neste país, chega a ser irônico pensar que aumentará o número de desempregados. Seria porque é ano eleitoral??? Seria pelo fato dos altos impostos gerados por um trabalhador ao seu contratante??? A grande verdade é que as empresas precisam de mais funcionários para realizarem suas atividades e melhorarem sua competitividade sem esquecer a qualidade de vida das pessoas que fazem parte dela, mas o custo para essa tranqüilidade é alto demais para a maioria das empresas em nosso país. Por exemplo, se o seu salário é R$ 500,00, pode acreditar que você não está saindo menos de R$ 1000,00 reais para a empresa, se a empresa não tivesse que pagar isso, poderia contratar mais um funcionário e/ou você poderia ganhar R$ 1000,00. Mas a realidade é outra!!! Provavelmente, esses R$ 500,00 reais estão cobrindo os rombos do governo e/ou pagando faturas de cartões de crédito corporativo, enquanto você tem que negociar com a Serasa!!!

(fonte da imagem ou absurdo)

Taxa de desemprego atinge menor valor desde 2002, mostra IBGE
20/12/2007 09:20:00

Rio - A taxa de desemprego no Brasil foi estimada em 8,2% em novembro deste ano, o menor valor de toda a série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), iniciada em março de 2002, segundo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população ocupada nas seis regiões metropolitanas pesquisadas não teve variação significativa frente a outubro, mas cresceu 3,5% em relação a novembro de 2007. A população desocupada reduziu-se em 5% frente a outubro e em 12,0% em relação a novembro de 2006.

Pela primeira vez em toda série da pesquisa , em um mês de novembro , o contingente de desocupados ficou abaixo de 2 milhões . O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.143,60) cresceu tanto na comparação mensal (1,3%) quanto na anual (2,4%). Esse indicador também subiu em todas as categorias de ocupação , exceto a dos sem carteira de trabalho assinada , que permaneceu praticamente estável em relação a outubro .

Já o rendimento real domiciliar per capita , (R$ 733,90) cresceu 2,8% no mês e 4,5% no ano. A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 24,6 bilhões ) cresceu 1,9% no mês e 5,4% no ano.

Desocupação

Em novembro de 2007 a taxa de desocupação foi estimada em 8,2% para o agregado das seis regiões abrangidas pela pesquisa , assinalando declínio de 0,5 ponto percentual na comparação com o mês de outubro , atingindo o menor valor da série histórica da pesquisa , iniciada em março de 2002. No confronto com novembro de 2006, a taxa registrou queda de 1,3 ponto percentual.

Em relação a outubro , houve queda de 5,0% no contingente de desocupados no total das seis regiões pesquisadas. Em relação a novembro de 2006, o recuo foi de 12,0%. Foi a primeira vez , em um mês de novembro , que a população desocupada ficou abaixo dos 2 milhões na série histórica da pesquisa . Considerando-se todos os 68 meses da série da PME, a população desocupada só ficou abaixo dessa cifra por duas vezes : em dezembro de 2005 e em dezembro de 2006.

Entre os desocupados , 57,8% eram mulheres . Por faixas etárias, 8,1% tinham até 17 anos , 36,8% tinham de 18 a 24 anos , 49,1% de 25 a 49 anos e 6,1%, 50 anos ou mais . Além disso, 20,0% estavam em busca do primeiro trabalho e 24,7% eram os principais responsáveis na família .


Essa pesquisa está parecendo discurso de campanha, não acham??? Estou com muitos amigos, que possuem currículos invejáveis, desempregados!!! Existe, realmente, algo estranho atrás da frase: “Foi a primeira vez , em um mês de novembro , que a população desocupada ficou abaixo dos 2 milhões na série histórica da pesquisa”. Agora, seja o que for, vá se preparando, porque esse ano tem eleição e eles não vão desperdiçar nenhuma estatística, principalmente, as que beneficiam eles mesmos!!!

Quase 80% dos brasileiros dizem ser felizes
Redação Terra - Sábado, 9 de setembro de 2006, 17h56 Atualizada às 11h45

Setenta e seis por cento dos brasileiros afirmaram ser felizes, segundo pesquisa Datafolha que ouviu 7.724 entrevistados nos dias 4 e 5 de setembro em 349 municípios do País.

O estudo mostra que o resultado é 11 pontos percentuais maior que o registrado em pesquisa realizada em 1996 sobre o mesmo tema. Na época, 65% disseram se considerar felizes.

Contudo, quando questionados se os brasileiros são felizes, apenas 28% declararam que sim.

A pesquisa mostrou também que as mulheres e os homens se igualaram no “quesito” felicidade. Setenta e cinco por cento das mulheres consultadas afirmam ser felizes enquanto 78% dos homens afirmaram o mesmo, dentro da margem de erro.

Tabelas do estudo também indicaram que a felicidade cresce com a renda, com a escolaridade e com a idade. A pesquisa mostrou ainda que os evangélicos petencostais dizem ser mais “alegres”.


Com essa eu vou ter que concordar: “a felicidade cresce com a renda, com a escolaridade e com a idade”, para minha felicidade só está faltando o aumento da renda!!! E para a sua, falta muito ainda?

Pesquisa: sites influenciam em contratações
Magnet - Quinta, 29 de março de 2007, 09h55 Atualizada às 10h00

Uma pesquisa realizada pelo grupo inglês YouGov com 600 companhias e 2.447 usuários de internet revelou que 20% dos empregadores procuram informações dos candidatos a vagas em sites de relacionamento.

De acordo com o site IT Pro, das firmas entrevistadas, 15% afirmou já ter rejeitado funcionários estritamente pelo que foi visto online. Embora 15% pareça pouco, somam-se a este percentual outros 25% de empresas de RH que dizem descartar candidatos pelos mesmos motivos.

As pessoas precisam entender que colocar um perfil em domínio público pode ter repercussões em suas carreiras posteriormente“, declarou Peter Cunningham, da empresa de networking comercial Viadeo, que comissionou a pesquisa. Para Cunningham, as pessoas precisam aprender a controlar seus hábitos online, evitando linguagem inapropriada ou comentários preconceituosos.

O estudo também indicou que as empresas procuram saber se os candidatos estão mentindo em seus currículos confrontando-os com versões anteriores encontradas em sites de busca de emprego.

Os sites de relacionamentos MySpace e Facebook, bem como o repositório de fotos Flickr, também são meios de avaliar o comportamento dos candidatos, tendo sido fator decisivo em algumas rejeições a usuários de álcool ou ainda atividades não-éticas.

Seja justo ou não, as pessoas fazem isto“, disse Cunningham a respeito das companhias que investigam seus candidatos online. “Se você está empregando alguém, você olhará em fontes de fácil acesso. Por estar online, está a apenas alguns cliques de distância“.

Pela extrema popularidade de sites de relacionamento, agora é fácil achar mensagens e fotos que indiquem detalhes tão pessoais e íntimos que não poderiam ser encontrados de outra forma. Das pessoas entrevistadas, de todos os grupos de idade, 31% diz ter inserido informações pessoais em serviços online, sendo o MySpace o preferido, com 15%.

No entanto, as informações em sites de relacionamentos não são completamente maléficas. O estudo descobriu que ter perfil em sites do gênero, blogs e páginas pessoais contam como agregadores de habilidades na rede, além de esclarecer melhor informações sobre uma pessoa e mostrar mais de seus conhecimentos.

Em contrapartida aos empregadores que desistiram de contratar pelo que foi visto em perfis online, outros 13% já optaram por contratar candidatos justamente pelo que encontraram na web, noticiou o site Silicon.com.

A dica do especialista é que as pessoas aumentem a sua privacidade online controlando a informação que disponibilizam no domínio público virtual, além de exibir também um perfil “profissional”, para que as empresas vejam também o lado profissional do aspirante ao cargo.

Obviamente, cada trabalho tem seus requisitos próprios, e o cuidado online deve ser tomado sem um padrão específico. “Professores e doutores, por exemplo, devem ser cuidadosos para não serem vistos como irresponsáveis“, explicou Cunningham.


Um jeito fácil de saber como você está sendo visto pela rede é digitar seu nome no Google!!! Cuide do seu perfil no Orkut, das fotos que disponibiliza no Flickr, reveja o conteúdo do seu Blog e se você tem um currículo bacana disponibilize-o em Lattes!!! Tudo o que você tem de bom deve ser divulgado!!! Só assim você será avaliado de forma justa. Ah!!! E Não adianta mentir… pois sempre tem um amigo que disponibiliza aquilo que a gente tenta esconder!!! Cuide da sua imagem virtual!!!


Quer sabe um pouco mais sobre mim? Então dá uma olhada em:
Currículo Lattes Wiki LEG Orkut

Este ou Aquele? Eu, Eu Mesma e Tine

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