29 de novembro, 2007 - 09h54 GMT (07h54 Brasília)
Uma pesquisa realizada no Canadá indica que a pedofilia pode ser resultado de falhas em algumas conexões do cérebro.
Os cientistas do Centre for Addiction and Mental Health, em Toronto, usaram exames sofisticados de ressonância magnética para comparar os cérebros de pedófilos com os de homens que cometeram crimes de natureza não sexual.
Em artigo no Journal of Psychiatry Research, os pesquisadores explicam que os pedófilos estudados apresentavam menos quantidade da chamada “substância branca”, responsável por fazer as ligações internas entre diferentes partes do cérebro envolvidas na excitação sexual.
Os estudiosos descobriram que algumas regiões dos cérebros dos pedófilos mostravam menos sinais de atividade do que os de outros voluntários, quando eram estimulados com material erótico.
O chefe da equipe de pesquisadores, James Cantor, explica que os pedófilos não têm a capacidade de diferenciar objetos sexuais apropriados de inapropriados justamente por causa da falta de conexões cerebrais adequadas.

Ressonância do cérebro de um pedófilo - Áreas vermelhas indicam regiões com menos substância branca
Baixo QI
Em setembro, um estudo realizado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que o cérebro dos pedófilos era diferente.
Até hoje, acreditava-se que a pedofilia era provocada por um trauma ou por situações de abuso na infância.
Mas o problema também já foi relacionado a um baixo quociente de inteligência (QI), o que sugere uma ligação com o desenvolvimento cerebral. Pedófilos também têm três vezes mais chances de serem canhotos.
Cantor, no entanto, diz que as recentes pesquisas não significam que pedófilos não deveriam ser considerados responsáveis criminalmente por seus atos.
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O que a Grécia Antiga achava belo se propaga até hoje em alguns países sem beleza alguma, trata-se de abuso, trata-se de violência!!!
Uma violência, muitas vezes, notada, apenas, por pessoas mais sensíveis, por pais, que não fazem vistas grossas e acompanham, inteligentemente, o crescimento e desenvolvimento de seus filhos!!!
Tratamos a pedofilia como doença, porque é impossível imaginar que alguém, racionalmente falando, faça isso por simples vontade!!! Pior é ter a certeza de que: “É errado acreditar que é possível curar um criminoso sexual. É impossível!”
Não podemos fechar os olhos para esse problema!!! Ligue suas antenas, olhe com mais carinho para as crianças que estão a sua volta… veja os sinais!!!
E por falar em sinais, o Tigre de Muleta publicou o Código Secreto dos Pedófilos, vá até lá e veja/conheça, melhore sua observação sobre o mundo e, principalmente, sobre quem vive nele.
01 de janeiro, 2008 - 07h36 GMT (05h36 Brasília)
A polícia de uma cidade do condado de Buckinghamshire, no centro da Grã-Bretanha, acredita ter conseguido reduzir a criminalidade na região em dezembro distribuindo pirulitos na saída de bares e discotecas.
Segundo a polícia, pesquisas sugerem que as pessoas que saem dos bares e das discotecas após beberem grande quantidade de álcool ficam comumente agressivas por causa do baixo nível de açúcar no sangue.
Os pirulitos, distribuídos pelas autoridades locais da cidade de Aylesbury Vale, ajudariam a elevar os níveis de açúcar no sangue.
Além desse suposto efeito, segundo afirma um dos policiais que coordenam a operação, a distribuição de pirulitos deixaria as pessoas mais alegres, além de impedir discussões e gritos entre pessoas com as guloseimas na boca.
A polícia da região acredita que outras medidas não-convencionais tomadas recentemente, como a instalação de câmaras de vídeo em capacetes de policiais, possa ter ajudado a reduzir a criminalidade na cidade.
Em sua luta contra o crime, as autoridades locais também estabeleceram patrulhas policiais mais ostensivas e o uso de cachorros farejadores contra drogas em bares e discotecas.
Adorei isso super bacana e divertido mesmo!!! Eu não ia achar ruim ganhar pirulitos, ainda mais se fossem da Michelle Valeriano de onde peguei essa foto!!!
18/04 - 12:21, atualizada às 15:19 18/04 - Agência Senado
O presidente do Senado, Renan Calheiros, divulgou durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), pesquisa do DataSenado sobre a violência. Segundo a pesquisa, 75% da população acha que a punição de caráter perpétuo resolveria a insegurança nas ruas. A maioria dos entrevistados também expressou o desejo de que haja punição dos criminosos, rigor na aplicação das punições e aumento das penas.
De acordo com a consulta, 87% das pessoas querem punição igual para adultos e menores criminosos. O presidente ressalvou, ao apresentar esse dado, que sua opinião é a de que a idade para a imputabilidade penal é apenas uma parte do problema. Segundo a pesquisa, 69% da população defende que não haja teto de 30 anos para cumprimento de pena e 93% dos consultados não admitem benesses para crimes hediondos. Depois de defender a necessidade de vinculação orçamentária emergencial e temporária para a segurança pública, Renan informou que, ainda segundo a pesquisa, 93% das pessoas entendem que o combate ao crime requer mais investimentos em segurança pública, melhores salários para os policiais e compra de equipamentos, entre outras medidas.
A pesquisa do DataSenado é um reflexo da ansiedade da população em relação à situação de violência existente no país e uma demonstração da total falência do sistema atual de segurança pública, segundo o presidente do Senado.
A pesquisa Data Senado foi realizada durante os meses de março e abril com 1068 entrevistados em 130 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Eu já sou um pouco mais radical!!! Acho que deveríamos ter pena de morte!!! Morreriam uns 10 a 20 e os outros pensariam melhor no que iriam fazer da vida!!! Os que não merecessem pena de morte, deveriam pagar com serviços para a comunidade… de preferância quebrar pedra, abrir estradas, coisas assim… para ocupar a cabeça!!! Ou quem sabe, ainda, usar umas leis mulçumanas, como roubou corta-se a mão…. se deixarmos ele por um período ou para sempre na cadeia sem fazer nada, além de pagarmos a conta da estadia, mais mordomia
de visitas íntimas e colchões novos a cada rebelião, estamos criando um criminoso mais “animal” e sanguinário!!! Seremos reféns de nossa própria compaixão!!!
Ed. 471 - 28/05/2007 - Agência Brasil
Em pesquisa feita com 12 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal e de cinco capitais brasileiras, 84% dos alunos afirmaram que existe violência dentro da escola.
A percepção de violência entre os alunos é alta, mesmo entre aqueles que consideram a escola “boa-ótima”. A proporção de alunos que dizem que existe violência na escola varia de 90,7% (alunos que consideram a escola “péssima-ruim”) a 78,3% (alunos que consideram a escola “boa-ótima”).
E agora José??? Para onde vamos mandar nossas crianças… se já não podemos mais ficar tranquilos ao saber que estão na escola??? Isso é triste, muito triste!!!
Edição 223 - 4 a 10 de agosto de 2003
Destaque na mídia, principalmente na televisão, a violência contra idosos é objeto de estudo da pesquisadora Guita Grin Debert, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, desde o início dos anos 90. O mais recente trabalho da professora de Antropologia é uma pesquisa na Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso da capital paulista. O levantamento de estatísticas e depoimentos ainda está em andamento, mas já mostra que, na maioria dos casos denunciados, quem agride esses homens e mulheres com mais de 60 anos são seus próprios filhos ou parentes próximos, que podem ou não morar na mesma residência.
A maior parte das queixas examinadas pela pesquisadora – aquelas registradas entre janeiro de 1999 e julho de 2000 – foi feita por pessoas com idades entre 65 e 74 anos, havendo um certo equilíbrio entre o número de denúncias feitas por homens e mulheres.
Outro dado destacado pela pesquisadora é o aumento da procura de ajuda pelas vítimas. “Cerca de 85% das denúncias partem dos próprios idosos”, diz Guita. As demais queixas costumam ser de vizinhos ou parentes distantes. “O fato de ter aumentado a freqüência e número de registros de agressões em instituições como a delegacia e também o Ministério Público indica que o idoso está mais seguro de que pode procurar auxílio e de que terá onde fazê-lo, se precisar”, diz a professora.
Autora do livro “A Reinvenção da Velhice” (Edusp, 1999), que ganhou em 2000 o Prêmio Jabuti na área de Ciências Humanas e Educação, Guita classifica agressão, em seu trabalho, qualquer tipo de violência contra o idoso. “Bater, deixar de atender, não parar o ônibus e atitudes desse tipo são agressões na esfera pública. Os maus tratos em clínicas e asilos, uma das formas mais dramáticas de violência contra o idoso, são consideradas agressões na esfera semi-pública. E a violência doméstica, incluindo ameaças e injúrias, são consideradas privadas”, classifica. Segundo ela, o tipo de violência mais denunciado é aquele praticado dentro das residências.
“Infelizmente, o que vemos é que o agente que mais recebe esse tipo de denúncia não é nem a Delegacia Especial de Proteção ao Idoso, nem a Justiça propriamente dita, por meio dos Juizados Especiais Criminais ou Ministério Público, mas sim a mídia”, comenta. “É inegável que ela tem seu papel social, mas é lastimável que ela seja a principal referência na busca do idoso pela informação, pois ali, naquele espaço, seja na novela ou nos programas de auditório, existe a crítica, mas não a explicação detalhada dos direitos.”
Financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Ford, a pesquisa na Delegacia do Idoso de São Paulo começou oficialmente em 2000. Mas é fruto de um trabalho maior, que Guita iniciou em 1990. Professora desde 1984 na Unicamp, ela orientou o trabalho de duas alunas do curso de Ciências Sociais sobre assistência a idosos em Campinas. “Elas é que descobriram que seriam criadas as Delegacias Especiais de Proteção ao Idoso no Estado em 1991 e me trouxeram essa informação”, lembra. A partir de então, Guita se aprofundou no assunto e foi descobrir que tipo de queixa essas pessoas faziam, quem eram seus agressores, como eram classificados esses delitos pelo código penal, quais as penas para essas atitudes e tantas outras dúvidas que, ao longo do caminho, foram aparecendo.Juizados - Durante esse percurso, em 1995, foi sancionada a Lei 9.099, que criou os Juizados Especiais Criminais e as penas alternativas, na tentativa de promover a rápida e efetiva atuação do Direito, simplificar e acelerar os processos emperrados nas prateleiras do Judiciário brasileiro. Ela trataria de contravenções e crimes considerados de menor poder ofensivo, cuja pena máxima não ultrapassaria um ano de reclusão. “Na verdade, o objetivo principal foi desvirtuado, pois esses juizados acabaram atendendo um público maior do que o esperado porque, entre os denunciantes, havia uma parcela da sociedade adormecida, em silêncio, esperando uma oportunidade de se manifestar contra a violência doméstica”, avalia a pesquisadora.
Nesses juizados, os princípios da informalidade e da economia processual dispensavam, e dispensam hoje, em muitos casos, a realização do inquérito policial.
“O Boletim de Ocorrência é substituído pela elaboração de um Termo Circunstanciado, que traz um relato dos fatos e a caracterização das partes. O primeiro segue para o tribunal comum. O segundo, pode ser encaminhado com presteza ao juizado especial”, completa Guita.O efeito dessa lei e da nova institucionalidade sobre as Delegacias Especiais de Polícia (não só de Proteção ao Idoso, mas também as da Mulher) foi bom, segundo a professora, porém, tem lá suas falhas. “A maioria dos casos atendidos é de crimes de menor poder ofensivo, como as lesões corporais e ameaças e, como tal, eles passam a ser objeto de atendimento dos novos juizados”, afirma. “Antes, havia uma crítica de que as denúncias não chegavam à Justiça. Agora elas chegam, mas criam-se outros ‘buracos’ entre os idosos e o Poder Judiciário, entre a mulher e o Poder Judiciário. As delegacias, que tinham o papel de serem mais duras na condução desses casos e, portanto, acabavam sendo menos impessoais, estão dividindo sua demanda e os juizados ficam sobrecarregados.”
Durante todo o ano de 1999, foram registrados 63 Termos Circunstanciados na Delegacia do Idoso de São Paulo. Em 2000, somente de janeiro a julho, foram registrados 53 desses termos. A maioria dos casos avaliados até agora pela pesquisa, isto é, de 23% a 33% das queixas, dependendo do período, refere-se a algum tipo de lesão corporal (dolosa ou culposa). As ameaças e injúrias ocupam o segundo lugar (de 10% a 15% dos casos), também conforme o período analisado.Assistentes sociais - Para a pesquisadora, instituições como as Delegacias Especiais de Polícia e os Grupos Especiais do Ministério Público, criados para exercerem um papel de defensores da sociedade (dos idosos, das mulheres etc.), transformaram a violência doméstica, uma questão inicialmente individual e social, em domínio público. Muito bom, porque a sociedade passa a tolerar muito menos esse tipo de atitude. Mas ruim, por estar atrelado a conseqüências como a descaracterização dos papéis de cada um desses organismos.
O problema, segundo a pesquisadora, é que falta muitas vezes infra-estrutura básica para o exercício das funções policiais.
“Já teve delegado da Mulher da capital que reclamou para mim da falta de lápis e papel”, exemplifica.O trabalho de Guita ao longo dos últimos anos já tocou nesse ponto e mostra que alguns analistas, como Werneck Vianna em seu livro “A Judicialização da Política e das Relações Sociais no Brasil” (Ed. Renavan), consideram essa expansão do Direito e de suas instituições “ameaçadora à cidadania e dissolvente da cultura cívica, à medida que tende a substituir o ideal de democracia por um ordenamento de juristas”. “As Delegacias Especiais de Polícia foram criadas com o objetivo de politizar a Justiça. Os juizados especiais não podem se limitar a judicializar as relações familiares dos cidadãos pensados como falhos”, diz a pesquisadora.
Prioridades - Um dos motivos de o Ministério Público e o Poder Judiciário ser cada vez mais procurado para resolver os problemas familiares é, segundo Guita, uma “regressão” no trabalho das Delegacias Especiais de Polícia. “Depois da criação da primeira Delegacia de Proteção ao Idosos, em 1991, por meio do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, outras dez unidades foram instaladas entre capital, ABC e interior”, lembra a pesquisadora. “Depois, no governo Covas, um decreto determinou a extinção de quase todas elas, restando apenas as unidades da capital e de Osasco”, comenta. Tratava-se do Decreto 40.215, de julho de 1995, que fechava as delegacias “devido a uma reorganização do Departamento de Polícia Judiciaária do Estado de São Paulo”.
Nos dois primeiros anos de funcionamento da Delegacia do Idoso da capital paulista, foram atendidas mais de 13.500 pessoas, das quais 9.525 foram tirar cédulas de identidade, 3.350 pediram informações, 515 registraram Boletins de Ocorrência e 270 estavam à procura de documentos perdidos ou furtados. “Foram instaurados 123 inquéritos”, recorda Guita. A unidade funcionava num local de fácil acesso, a Estação de Metrô Barra Funda, onde ficou até 1998.“Naquele ano, foi transferida para a Rua Bitencourt Rodrigues, atrás do Pátio do Colégio, no Centro de São Paulo. Para chegar à delegacia, as pessoas com mais de 60 anos tinham que descer uma ladeira e alguns lances de escada, pois a unidade ficava no subsolo da Delegacia da Mulher ali instalada. O pior era, depois, fazer o caminho inverso”, salienta a pesquisadora.
A delegacia ficou ali até o ano passado. No começo deste ano, foi para a Praça da República e, apesar de ainda não terem sido compilados dados estatísticos sobre os reflexos da mudança de endereço, tanto a pesquisadora quanto sua assistente e os funcionários consultados para o trabalho acreditam que a transferência da unidade foi de grande valia, pois a freqüência e as denúncias de casos de violência contra idosos devem crescer.
Fiquei muito feliz em encontrar uma matéria realizada por pesquisador brasileiro, no caso pesquisadora, quero deixar registrado meus parabéns a Professora Guita Grin Debert, pelo lindo trabalho realizado.
09 de agosto, 2005 - 19h11 GMT (16h11 Brasília)
No cinema contemporâneo americano, o hábito de fumar está mais associado aos vilões do que aos mocinhos, aponta um estudo feito em conjunto por pesquisadores de várias universidades dos Estados Unidos.
O hábito de fumar era também mais freqüente entre os homens do que entre as mulheres (25,5% contra 20,5%).
Pesquisa é pesquisa… essa apenas revelou algo que eu não apoio: preconceito.
DP do Carandiru é o melhor da América Latina
23/02/2007 - Fonte: Agência Estado
“Pesquisa realizada pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESEC), da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, revelou que dois dos três melhores distritos policiais do Brasil estão em São Paulo. A CESEC representou no País a organização holandesa Altus, responsável pela avaliação das delegacias em âmbito mundial. O 9º Distrito Policial do Carandiru, na zona norte paulistana, ficou em primeiro lugar, seguido pela delegacia carioca de Piedade. O terceiro lugar foi ocupado pelo 20º DP da Água Fria, também na região norte de São Paulo.
O trabalho, denominado Semana de Visitas a Delegacias, ocorreu entre 29 de outubro e 4 novembro do ano passado. Na oportunidade, 1.437 pessoas estiveram em 470 distritos policiais em 104 cidades de 23 países - Alemanha, África do Sul, Bélgica, Benin, Brasil, Canadá, Chile, Estados Unidos, Gana, Hungria, Índia, Inglaterra, Letônia, Libéria, Malásia, México, Holanda, Niger, Nigéria, Peru, Rússia, Coréia do Sul e Sri Lanka.
A Altus, que congrega instituições de cinco continentes, entre elas o CESEC, realiza projetos mundiais nas áreas de segurança pública e justiça criminal. No Brasil, a entidade carioca estabeleceu parcerias com ONGs de outros Estados para realizar o evento. Os 175 avaliadores brasileiros visitaram 109 delegacias nas regiões metropolitanas de seis capitais. Além de São Paulo e Rio, estiveram em Belo Horizonte, Recife, Brasília e Porto Alegre.
A premiação para as três melhores delegacias do Brasil, bem como às três de cada Estado, ocorreu na Universidade Cândido Mendes, no Rio. O 9º Distrito Policial do Carandiru, primeiro avaliado também em toda a América Latina, será homenageado em cerimônia a se realizar em Haia, na Holanda, no próximo dia 5 de abril.”
Este é o tipo de divulgação Estatística que eu não aprecio! Por quê? Porque ao lermos a matérias entendemos que o “DP do Carandiru é o melhor da América Latina”, mas não sabemos “claramente” no que ele é melhor!!! Seria na estrutura, no atendimento, na localização, em tudo isso… seria no quê? Visto essa dúvida resolvi buscar mais informações.
Visitando o site do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania descobri os quesitos avaliados: orientação à comunidade; condições materiais; tratamento igualitário do público; transparência e prestação de contas; condições de detenção.
Abaixo cito mais alguns itens relevantes:
“- Além de avaliar as delegacias, o evento proporcionou encontros entre policiais e cidadãos em 23 países. Constatou-se, por exemplo, que cerca de 40% dos visitantes brasileiros jamais havia entrado numa delegacia. Em vários lugares do mundo as visitas proporcionaram um conhecimento melhor sobre os serviços oferecidos pelas delegacias e sobre os problemas enfrentados pelos policiais.
- Cento e nove delegacias foram visitadas por 175 pessoas nas regiões metropolitanas de seis capitais: Rio de Janeiro e São Paulo (30 delegacias cada); Belo Horizonte e Recife (15 delegacias cada); Brasília (14 delegacias) e Porto Alegre (5 delegacias). Nos seis estados a Polícia Civil abriu suas portas aos visitantes, numa demonstração de interesse em estabelecer boas relações com o público.”
Creio que agora ficou mais claro! Descobrimos os itens avaliados, quantas pessoas participaram, quantas delegacias foram avaliadas, bem como os estados (mais distrito federal) que participaram. É uma pena que, por vezes, a mídia não se atente a esses detalhes que fazem diferença para a notícia. Para saber as três melhores delegacias de cada região pesquisada clique aqui.









