Update:
Escrevi algo sobre esse vídeo no Eu, Eu Mesma e Tine. Registro aqui apenas a importância dos dados estatísticos que Annie apresenta.

Site da apresentadora: The Story of Stuff with Annie Leonard

Descobri, pelos comentários, que a Paula, minha vizinha aqui no Lablogatórios, também registrou sua opinião sobre o vídeo, veja clicando aqui!

Pesquisa mostra ‘ilusão’ sobre atração a parceiros
21 de maio, 2008 - 11h23 GMT (08h23 Brasília)

Uma pesquisa holandesa indica que as pessoas são consideradas muito mais bonitas e atraentes pelos seus parceiros do que por si próprias.

Os cientistas holandeses ouviram 93 casais heterossexuais com relacionamentos de, em média, 14 anos.

“Os resultados apóiam a teoria de que indivíduos têm ilusões positivas sobre (o poder de) atração física dos seus parceiros”, afirma a pesquisa.

O estudo foi publicado em um artigo intitulado Ilusões positivas sobre a atração física aos parceiros na última edição da revista científica Body Image.

Falsa expectativa

A pesquisa foi feita através de questionários com casais holandeses.

A maior parte dos casais ouvidos pelos pesquisadores da Universidade de Groningen estava na faixa acima dos 30 anos.

A pesquisa sugere que as pessoas são mais críticas sobre suas próprias aparências do que em relação às dos parceiros. Em especial, as mulheres foram muito mais críticas consigo mesmas do que os homens.

Além disso, elas teriam falsas expectativas em relação ao que os seus parceiros consideram atraente.

“Enquanto as mulheres tipicamente acreditam que os homens preferem uma silhueta feminina mais fina e com seios maiores do que eles de fato preferem, os homens assumem, falsamente, que as mulheres preferem um homem mais forte, mais musculoso e com peito largo”, afirma o artigo.

Ilusões positivas

O estudo foi feito com base na teoria das ilusões positivas.

“Durante as suas relações, os parceiros freqüentemente descobrem fontes de negatividade e conflito que podem ameaçar as sensações de segurança, ao levantar suspeitas de que o parceiro não é exatamente a pessoa ‘certa’”, afirma o artigo.

“Essas dúvidas são perigosas porque a negatividade geralmente surge quando as os parceiros já investiram suas esperanças nas relações.”

“Para que se chegue a alguma solução cognitiva entre as esperanças e as dúvidas, e para se manter um sentido de segurança, os parceiros geralmente criam uma história elaborada (ou fictícia) que exagera as virtudes dos seus parceiros e minimiza os seus defeitos.”

Segundo os cientistas, diversos estudos mostram que, pela teoria das ilusões positivas, as pessoas classificam seus parceiros como “bondosos” ou “inteligentes”.

“Por meio das ilusões positivas, os parceiros aumentam a sensação de segurança, exageram a importância do compromisso e descartam parceiros alternativos, estabilizando a relação no longo prazo.”

Leia a pesquisa publicada na revista Body Image (em inglês)

Sem dúvidas vence a frase: “A beleza está nos olhos de quem vê!” Agora existe uma competitividade notória entre as mulheres o que as deixam mais críticas sobre si. Isso já vem da infância, o que para mim é uma pena, pois até hoje não consigo competir nessa área. Vejam o desenho que encontrei:


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Agora para as mulheres que estão deprimidas consigo, que se acham horríveis e nada atraentes, eu sugiro assistir um filme que sempre vejo quando me jogam na cara que a fulana é mais bonita e coisas assim:


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Por sorte, homens são menos encanados com esse assunto, meu conselho é sempre acreditar que se a pessoa escolheu estar a seu lado é porque ela te acha especial e se ela não acha defeitos em você, pare você de tentar encontrá-los em si!

Árbitros podem favorecer atletas que vestem vermelho, diz estudo
12 de julho, 2008 - 10h38 GMT (07h38 Brasília) Oliver Conway BBC News

Há muito tempo torcidas rivais acusam os árbitros de favorecerem times como os ingleses Manchester United e Liverpool. Agora parece que eles podem ter alguma razão para a queixa - ambas as equipes usam uniformes vermelhos e um novo estudo na Alemanha sugere que isso pode dar a elas uma vantagem em decisões difíceis.

Pesquisadores da Universidade de Münster testaram sua teoria de que os árbitros favorecem inconscientemente competidores vestidos de vermelho em juízes que atuam em lutas de arte marcial do tipo taekwondo.

Quarenta e dois árbitros assistiram a vídeos de disputas e deram pontos para a os competidores. Os atletas tinham desempenho muito semelhante e um usava uniforme azul e o outro, vermelho.

Em seguida, os pesquisadores submeteram novamente os vídeos aos árbitros, mas com as cores das roupas trocadas graças a um truque de computador. Eles deram 13% mais pontos aos atletas que vestiam vermelho, embora a sua atuação fosse exatamente a mesma de antes.

O estudo complementa pesquisa do biólogo que estuda evolução, Russel Hill, e que sugere que roupas vermelhas ajudam os atletas a ter melhor desempenho.

Hill disse à BBC que este novo estudo vem de encontro aos resultados de outros esportes Olímpicos de combate, como luta greco-romana e boxe.

Os pesquisadores alemães acreditam que exista um favorecimento também no futebol, mas bem menor do que o verificado em esportes de combate.

Bom, essa pesquisa, sem dúvidas será utilizada pela CBF.

Homens gostam mais de sexo casual do que mulheres, diz estudo
26 de junho, 2008 - 12h08 GMT (09h08 Brasília)

Uma pesquisa realizada na Inglaterra sugere que os homens gostam mais de sexo casual do que as mulheres.

Publicado na revista científica Human Nature, o estudo é resultado da análise do comportamento de 1743 homens e mulheres nas manhãs seguintes às relações sexuais casuais.

Os resultados mostram que 80% dos homens avaliaram o encontro de maneira positiva, comparados com 54% das mulheres que fizeram uma boa avaliação da relação sexual.

Segundo a pesquisa, os homens demonstram maior satisfação sexual, autoconfiança e gostam de contar aos amigos sobre suas experiências.

Já muitas mulheres entrevistadas disseram se sentir usadas e decepcionadas e ainda se preocupam com a conseqüência para sua reputação.

“As restrições feitas pelas mulheres foram menos relacionadas à brevidade do encontro, e mais ao fato de que os homens parecem não apreciá-las. Para as mulheres, essa falta de gratidão implicaria na percepção de que elas fazem isso com vários homens”, disse Anne Campbell, que liderou a pesquisa.

Evolução

De acordo com a autora, o fato de as mulheres não terem se adaptado ao sexo casual está relacionado à própria evolução da espécie.

“Em termos evolutivos, as mulheres sentem mais o peso do cuidado parental e há uma visão geral de que era uma vantagem para as mulheres escolher com cuidado e se manter fiéis aos seus parceiros para que eles não tenham motivo para pensar que estão cuidando do filho de outro homem”, disse Campbell.

Para ela, isso explicaria porque, para as mulheres, a qualidade importa mais do que a quantidade – uma opinião que, segundo a autora, seria diferente da dos homens.

“Os homens são mais aptos a se reproduzirem e por isso se beneficiam de relações casuais com diversas parceiras”, afirmou.

De acordo com Campbell, as alterações hormonais provocadas pelo ciclo menstrual das mulheres poderiam explicar a razão pela qual, apesar de avaliarem as relações de forma negativa, elas continuam fazendo sexo casual.

Sexo casual, amizade colorida, tico-tico no fubá e a mais nova que aprendi com um blablaísta: lesco-lesco (ele aprendeu com o Judão) ou é isso ou não é nada, dessa forma a mulher continua fazendo sexo casual mesmo achando que o homem não a valoriza! Eu não sei que opinião emitir sobre esse assunto, meu conselho sempre é: “Se você acha que vai se arrepender depois, então não faça/provoque!”

Achei um vídeo que explica mais ou menos esse processo! Para os que lêem por feed/e-mail, é só clicar aqui!

Meta do Milênio de mortalidade infantil ‘não está sendo cumprida’
Da BBC Brasil em Brasília - Denize Bacoccina - 08:30 22/1/2008

Um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre a situação mundial da infância mostra que, pela primeira vez o número de mortes entre crianças com menos de cinco anos em todo o mundo, foi inferior a 10 milhões. Ainda assim, se continuar no ritmo atual, não será cumprida a Meta do Milênio referente à redução da mortalidade infantil.

“No geral, a situação está melhorando um pouco, mas no ritmo atual a meta não será cumprida”, afirmou a representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier.

“Está numa boa direção, mas muito devagar. É preciso acelerar os esforços para que isso aconteça”, diz ela.

O número de mortes de crianças com menos de cinco anos caiu de 93 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 72 em 2006. Para que a meta de 31 mortes por mil nascidos vivos seja alcançada, é preciso um esforço maior do que o que vem sendo feito atualmente.

A meta é que em 2015 o número de crianças que morrem antes de completar cinco anos seja reduzida para 4,3 milhões.

O relatório deste ano, que está sendo divulgado nesta terça-feira pelo Unicef, mostra que 9,7 milhões de crianças morreram em 2006 antes de completar cinco anos. No relatório anterior o número era de 13 milhões.

Desde 1960, a queda na mortalidade na infância foi de 60%, principalmente por causa de uma redução nas mortes por sarampo nos últimos anos, a partir de campanhas mais efetivas de vacinação em regiões mais carentes, como África e partes da Ásia.

América Latina

A América Latina é a região que mais evoluiu. Passou de um índice de 55 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 27 por mil em 2006.

Também estão a caminho de cumprir a meta, de acordo com o Unicef, o leste da Ásia, o leste europeu e os países desenvolvidos. Estes já conseguiram uma redução de 10 por mil para 6 por mil entre 1990 e 2006, mas têm que avançar ainda mais.

Todas as metas são baseadas na redução em relação ao índice já observado no país, mesmo que já seja reduzido.

A África Ocidental e Central são as regiões com a mais alta taxa de mortalidade e que menos progrediram neste período, de 208 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 186 óbitos por mil em 2006.

Também fizeram progressos insuficientes para cumprir a meta no ritmo atual a África Oriental e Meridional, o Oriente Médio e o norte da África e a Ásia Meridional.

O Brasil melhorou sua posição em relação a outros países. Num ranking que lista os países com maior mortalidade em primeiro lugar, o Brasil passou de 86° para 113° lugar, com 20 mortes por mil.

Na América Latina, só tiveram resultado melhor a Argentina, com 16 mortes por mil nascidos vivos, o Uruguai, com 12 mortes por mil, e o Chile, com nove mortes por mil.

A meta não está sendo cumprida e muito menos divulgada, assim como o fato de 2008 ser o Ano do Planeta! Essas coisas não repercutem e muito menos dão Ibope… mais espere as eleições chegarem… todo mundo lembra das criancinhas e blá, blá, blá… mas quando não tem eleição, como eles fazem para você lembrar que elas existem? Fácil!!! Você, que já paga impostos e que ora toda noite para a CSS não ser aprovada, é bombardeado com campanhas que rimam com “tom” e “esperança”, mas que no fundo só transmitem para você que você é responsável em melhorar o mundo, enquanto eles dançam no congresso e gargalham da nossa cara!!! O que ocorre, então? Ocorre que poucos aproveitam a oportunidade para, realmente, mudar o mundo…o que me deixa muito triste! Esse é um ano em que você pode fazer mudar o jogo! Lembre-se: 2008 é o ano da criança, do Planeta e de você pensar melhor antes de votar! Não deixe que as olimpíadas cegue você!

‘Metidos’ fazem mais sucesso entre mulheres, diz estudo
19 de junho, 2008 - 10h57 GMT (07h57 Brasília)

Uma reportagem publicada na edição desta semana da revista New Scientist aponta duas pesquisas que sugerem que homens ‘metidos’ ou ‘convencidos’ fazem mais sucesso entre as mulheres.

De acordo com um estudo mexicano, além dessas características, esses homens são também egoístas e agressivos, adotando uma postura mais predatória quando partem para a conquista, o que pode aumentar suas chances de êxito.

Os cientistas da Universidade de Estadual de Las Cruces entrevistaram 200 estudantes homens com objetivo de avaliar suas personalidades, vidas sexuais e comportamentos nos relacionamentos amorosos.

Eles verificaram que os que se encaixavam neste perfil, resumido pelos pesquisadores como “James Bond” tinham mais parceiras e relacionamentos pouco duradouros.

“O personagem de James Bond é o exemplo deste tipo de homem. Eles são malvados e extrovertidos, gostam de experimentar coisas novas, como matar pessoas e conquistar mais e mais mulheres”, diz o pesquisador.

Ele explica que homens com essas características são uma estratégia da espécie humana para perpetuação da espécie sendo que, neste caso, tendem a não se envolver com a paternidade.

As conclusões do trabalho mexicano foram confirmadas por um estudo americano, apresentado por pesquisadores da Universidade de Peoria, em Illinois, nos Estados Unidos.

A pesquisa, que envolveu 35 mil pessoas em 57 países mostrou que homens ao estilo James Bond se reproduzem mais.

“É uma característica universal, que transcende as culturas. Os metidos se envolvem mais em relacionamentos de curta duração”.

“Eles querem conquistar parceiros de outras pessoas para um caso passageiro”.

Pode até conquistar, mas pobres “coraçõeszinhos” que tentam prender um homem desses e haja grana para tanta pensão! O que antes chamavamos de “galinha” recebeu um nome ilustre kakakaka mas o que me fez perder todas as esperanças, mesmo, foi descobrir que Tom Hanks também é um James Bond!!!

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Estudo indica que ’se sentir gordo’ é pior que ser
22 de junho, 2008 - 18h02 GMT (15h02 Brasília)

Um estudo de pesquisadores alemães indicou que a qualidade de vida de adolescentes que se acham gordos sem ser obesos é pior do que a dos que realmente o são.

A pesquisa feita pelo instituto Robert Koch acompanhou quase 7 mil garotos e garotas entre 11 e 17 anos.

Primeiro, eles foram pesados. Depois, tiveram de avaliar seu próprio peso em uma escala que variava de “magro demais” a “gordo demais”. Por fim, responderam a um questionário sobre sua qualidade de vida.

Apesar de apenas 18% dos adolescentes acompanhados estarem acima do peso, quase 55% das meninas e cerca de 36% dos rapazes se consideraram “muito gordo” ou “muito gorda”.

Em um artigo na última edição da revista científica Deutsches Ärzteblatt International, Bärbel-Maria Kurth e Ute Ellert demonstraram preocupação com o que chamaram de “retrato distorcido da realidade” em relação ao próprio corpo. Este tipo de percepção é amplamente relacionada aos distúrbios alimentares na literatura científica.

“Se os adolescentes pensam que são ‘gordos demais’, abrem mão de muito de sua qualidade de vida, independentemente do seu peso real. Isto é particularmente marcado entre as garotas”, elas escreveram, notando que a proporção de adolescentes que se consideram acima do peso tem aumentado mais rapidamente que a proporção dos que realmente se enquadram no caso.

Por outro lado, os que consideraram estar dentro do peso normal demonstraram ter uma melhor qualidade de vida, mesmo que estivessem um pouco acima do peso.

“Não queremos, de jeito nenhum, minimizar os efeitos da obesidade na saúde física. Surge, entretanto, uma questão sobre se é necessário que crianças e adolescentes obesos tenham uma avaliação realista de seu próprio corpo a fim de promover a disposição de mudança, se o preço disso for uma qualidade de vida prejudicada”, elas sustentaram.

Para as cientistas, os resultados sugerem que medidas para combater o sobrepeso “devem andar de mãos dadas” com outras para prevenir distúrbios alimentares.

“É preciso considerar com muito cuidado até que ponto as campanhas existentes contra o sobrepeso podem ser na verdade responsáveis por causar um aumento na proporção de adolescentes que se consideram acima do peso sem justificativa.”

Esta frase me marcou: “Apesar de apenas 18% dos adolescentes acompanhados estarem acima do peso, quase 55% das meninas e cerca de 36% dos rapazes se consideraram “muito gordo” ou “muito gorda”.”

O problema de auto-estima vai além da mídia, que massacra a gente dizendo que só quem é magro é bonito e tem direito a ser feliz, eles também tem vínculos familiares se você tem um parente que vive te chamando de “gordo” de forma pejorativa dificilmente você cresça feliz. Sentir-se belo e de bem com o corpo, também é uma questão de incentivo! Aquela frase “Eu sou lindo pra mamãe e pro papai!” deve ser mais do que real, ela deve ser praticada! Você já elogiou uma criança hoje???

Felicidade no casamento ‘influi na pressão arterial’
22 de março, 2008 - 13h04 GMT (10h04 Brasília)

Adultos satisfeitos com o casamento têm pressão arterial mais baixa do que solteiros, sugere um estudo realizado por pesquisadores americanos e publicado na edição desta semana da revista científica Annals of Behavioral Medicine.

Realizada na Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, a pesquisa fez uma avaliação da pressão arterial de 204 adultos casados e 99 solteiros durante um período de 24 horas.

Os participantes usaram um monitor que media a pressão arterial cerca de 72 vezes ao longo do dia – mesmo durante o sono.

Os resultados indicam que adultos felizes com o casamento têm a pressão arterial até quatro pontos mais baixa do que os solteiros. De acordo com o estudo, mesmo entre os solteiros que possuem uma vida social ativa e se encontram com amigos com freqüência, a pressão arterial continua mais elevada do que entre os participantes casados.

“Os resultados ressaltam a complexidade da influência das relações sociais na saúde das pessoas”, afirmou Julianne Holt-Lunstad, que liderou o estudo.

Satisfação

Para estabelecer a satisfação com o casamento, o grupo de pesquisadores realizou um questionário sobre a qualidade do relacionamento com todos os participantes. Além disso, os voluntários fizeram uma lista sobre as amizades e vida social.

Os resultados indicaram que adultos insatisfeitos com o casamento apresentaram pressão arterial mais alta do que aqueles satisfeitos com o cônjuge e mesmo entre os solteiros.

Segundo Holt-Lunstad, isso é um indício de que somente o casamento não garante benefícios à saúde.

“O que realmente protege a saúde é ter um casamento feliz”, disse.

Na próxima etapa da pesquisa, os participantes insatisfeitos com o casamento irão passar por uma terapia de casais para que os pesquisadores possam avaliar se uma melhora na relação pode se refletir em uma melhora na saúde.

Bom, creio que todo mundo concorde que um casamento infeliz faz mal a saúde! Só que ser solteiro também faz! Ai ai ai! Socorro! Um casamento feliz é como acertar na megasena, conheço pessoas que já jogaram mais de uma vez e obtiveram acertos e outras que continuam jogando desesperadamente! Vamos esperar o resultado da terapia de casais! Numa dessa acertar a quina, já resolva a vida de muita gente!

Pesquisa mostra ‘ilusão’ sobre atração a parceiros
21 de maio, 2008 - 11h23 GMT (08h23 Brasília)

Uma pesquisa holandesa indica que as pessoas são consideradas muito mais bonitas e atraentes pelos seus parceiros do que por si próprias.

Os cientistas holandeses ouviram 93 casais heterossexuais com relacionamentos de, em média, 14 anos.

“Os resultados apóiam a teoria de que indivíduos têm ilusões positivas sobre (o poder de) atração física dos seus parceiros”, afirma a pesquisa.

O estudo foi publicado em um artigo intitulado Ilusões positivas sobre a atração física aos parceiros na última edição da revista científica Body Image.

Falsa expectativa

A pesquisa foi feita através de questionários com casais holandeses.

A maior parte dos casais ouvidos pelos pesquisadores da Universidade de Groningen estava na faixa acima dos 30 anos.

A pesquisa sugere que as pessoas são mais críticas sobre suas próprias aparências do que em relação às dos parceiros. Em especial, as mulheres foram muito mais críticas consigo mesmas do que os homens.

Além disso, elas teriam falsas expectativas em relação ao que os seus parceiros consideram atraente.

“Enquanto as mulheres tipicamente acreditam que os homens preferem uma silhueta feminina mais fina e com seios maiores do que eles de fato preferem, os homens assumem, falsamente, que as mulheres preferem um homem mais forte, mais musculoso e com peito largo”, afirma o artigo.

Ilusões positivas

O estudo foi feito com base na teoria das ilusões positivas.

“Durante as suas relações, os parceiros freqüentemente descobrem fontes de negatividade e conflito que podem ameaçar as sensações de segurança, ao levantar suspeitas de que o parceiro não é exatamente a pessoa ‘certa’”, afirma o artigo.

“Essas dúvidas são perigosas porque a negatividade geralmente surge quando as os parceiros já investiram suas esperanças nas relações.”

“Para que se chegue a alguma solução cognitiva entre as esperanças e as dúvidas, e para se manter um sentido de segurança, os parceiros geralmente criam uma história elaborada (ou fictícia) que exagera as virtudes dos seus parceiros e minimiza os seus defeitos.”

Segundo os cientistas, diversos estudos mostram que, pela teoria das ilusões positivas, as pessoas classificam seus parceiros como “bondosos” ou “inteligentes”.

“Por meio das ilusões positivas, os parceiros aumentam a sensação de segurança, exageram a importância do compromisso e descartam parceiros alternativos, estabilizando a relação no longo prazo.”

=> Leia a pesquisa publicada na revista Body Image (em inglês)

Desde menina escuto a frase “A beleza está nos olhos de quem vê!!!” Essa pesquisa reforça, justamente, isso! Creio que não exista frase mais verdadeira! Eu ainda estou colocando-a em prática. Os aspectos negativos levantados nessa pesquisa, sem dúvidas, estão embasados na baixa estima que algumas pessoas carregam consigo! Eu era uma delas! Mas como a beleza vem através dos meus olhos, mudei meu discurso na frente do espelho! Aliás, quanto mais espelhos melhor! Chega de me achar gorda ou feia, quem me acha assim, não me merece! EU SOU LINDA, SAUDÁVEL, PERFEITA! Pela graça de Deus/Allah! Se você sofre desse problema, treine no espelho! Eu estou bem melhor e muito mais segura!

A sua beleza e de seu parceiro é como a felicidade, que ao meu ver, é algo individual que depende apenas de você, com a possibilidade de contagiar os que estão ao seu redor! Lembrei-me da frase de Carlos Drummond de Andrade: “A dor é inevitável. O sofrimento é opcional!”.

Uma música para quem se pergunta onde estão os olhos que poderão lhe encontrar! Que tal você começar olhar com mais carinho ao seu redor, alguém também pode estar esperando pelos seus olhos! Para o pessoal do feed/e-mail é só clicar aqui!

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Há um ano atrás, neste mesmo dia, neste mesmo blog:
Não quero perder nenhuma cor…

Avanços tecnológicos prejudicam vida a dois, diz estudo
07 de março, 2008 - 20h12 GMT (17h12 Brasília)

As invenções tecnológicas da vida moderna, como computadores e telefones celulares, estão prejudicando o relacionamento de casais britânicos na hora de ir para a cama, aponta uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.

O estudo, conduzido pela organização The Sleep Council, ouviu cerca de 1,4 mil britânicos de várias faixas etárias e mostrou que aparelhos como computadores, jogos eletrônicos e celulares podem estar se tornando os grandes vilões da vida a dois.

A sondagem, que investigou os hábitos que as pessoas têm na hora de dormir, apontou que 9% dos entrevistados disseram que sempre dormem sozinhos e 16% admitiram dormir longe do parceiro pelo menos uma vez por mês, porque seus quartos “acabaram se tornando uma central de comunicação”.

De acordo com o Sleep Council, oito em cada dez pessoas disseram usar computadores e outros aparelhos pouco antes de pegar no sono.

Um terço disse fazer ligações, enviar ou receber e-mails e mensagens pelo celular quando já estão deitados.

Orações

A pesquisa ainda mostrou que um em cada cinco admite acessar sites de relacionamento, jogar no computador e ouvir músicas no formato mp3.

Em contrapartida, dizem os especialistas, “apenas um décimo dos entrevistados disse rezar antes de dormir”.

Para Jessica Alexander, do Sleep Council, “com a nossa sociedade funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana, os aparelhos eletrônicos estão dividindo a vida e até os quartos dos casais”.

Ainda segundo Alexander, adultos jovens têm mais tendência a dizer aos parceiros que “não querem ser incomodados com eletrônicos quando já estão na cama”.

“Eles preferem dormir separados e ter uma boa noite de sono e acreditam que isso não significa uma crise no relacionamento”, afirma.

Ainda segundo a sondagem, adultos entre 25 e 34 anos são os que mais gostam de dormir cedo durante a semana, indo para cama por volta das 22h.

O estudo ainda apontou que 37% dos homens dormem de pijamas e 40% preferem ficar nus.

Não vou mentir, dei muitas gargalhadas com essa pesquisa! Ela começa falando sobre os casais, depois menciona as orações antes de dormir [...] volta a falar dos casais e depois menciona sobre homens que dormem nus e de pijamas [...] Não entendi essas ligações, talvez esteja faltando uma parte importante que não foi traduzida para a matéria!

Na verdade encasquetei com as orações. O que rezar tem haver com avanço tecnológico? E na hora de dormir? Ahhh já saquei! A mulher reza para que ele durma de pijamas e fique jogando no notebook até ela, definitivamente, dormir sem precisar dar desculpa. O homem nu, reza para que ela venha dormir sem o celular para que a amiga dela não ligue no meio da noite e estrague seus planos!!! Acho que os pedidos seriam diversos… mas desde a pré história homens e mulheres têm “clichês” para a hora de dormir… apenas as orações é que continuam as mesmas…

Mas o importante, mesmo, é que 37% dos homens dormem de pijamas, 40% dormem nus e os outros 23% … Bom os outros 23% eu acho que são chamados de “Ricardão” porque não dormem!!! kakaka

Pelo menos achei a cama do futuro!!! E ela já vem na versão solteiro (oh maldade)…

Fonte da Imagem: 611Report

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