05 de fevereiro, 2008 - 10h48 GMT (08h48 Brasília)
Uma pesquisa feita por economistas holandeses publicada na revista especializada Public Library of Science Medicine mostrou que a obesidade não aumenta os custos dos serviços públicos de saúde - ao contrário do que se pensava - porque obesos morrem mais cedo.
Segundo o estudo liderado pelo Instituto Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente, os tratamentos e cuidados com pessoas que levaram uma vida saudável e acabam vivendo mais custam bem mais aos cofres públicos do que os tratamentos com obesos ou fumantes.
A estimativa é que, ao longo da vida, pessoas saudáveis “custariam” US$ 50 mil (cerca de R$ 87 mil) a mais para os serviços de saúde.
No estudo, o economista Pieter van Baal e sua equipe criaram três grupos hipotéticos de 1.000 pessoas com idade entre 20 e 56 anos para comparação: um grupo de pessoas com peso saudável, mas fumantes; um grupo de obesos não-fumantes e um grupo de não-fumantes com o peso saudável.
Os pesquisadores então estimaram, tomando como base dados do serviço de saúde holandês de 2003, a proporção de cada grupo que desenvolveria doenças crônicas ao longo da vida e o provável custo do tratamento médico dessas doenças.
Segundo os pesquisadores, o grupo de não-fumantes com peso saudável apresentou os custos médicos mais altos ao longo da vida (U$ 417 mil, cerca de R$ 729 mil), porque eles vivem por mais tempo e desenvolvem doenças relacionadas ao envelhecimento.
Em média, as pessoas saudáveis viveram 84 anos. Os fumantes viveram até os 77 anos e custaram US$ 326 mil (cerca de R$ 570 mil); e os obesos custaram U$ 371 mil (cerca de R$ 648 mil) e viveram até os 80 anos. Os fumantes e obesos apresentaram maior incidência de doenças cardíacas do que os saudáveis.
A incidência de câncer – exceto o de pulmão – foi a mesma nos três grupos. Os obesos foram os que apresentaram maior incidência de diabetes e os saudáveis, maior incidência de derrames.
O estudo não levou em consideração outros custos de doenças relacionadas à obesidade e ao fumo, como a diminuição da produtividade econômica (muitos dos obesos e fumantes desenvolveriam doenças durante a vida produtiva) ou custos sociais.
* * * * * * *
Antes de sair divulgando isso por ai, lembre-se, tratam-se de dados hipotéticos, ou seja, realizaram uma previsão com base em dados de 2003, a qual mostrou essa tendência. A expectativa de vida é bem parecida para saudáveis, fumantes e obesos… o que diferencia, mesmo, é o que você está disposto a sofrer até chegar a essas idades!!! Uma alimentação balanceada e a pratica de exercícios sempre será a melhor pedida, seja você saudável, fumante ou obeso!!!
Achei muito fofo esse vídeo!!! Chamem as crianças elas vão gostar!!!
Pesquisa: mulheres fumantes não gostam do corpo
Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
Segunda, 5 de novembro de 2007, 18h25 Atualizada às 19h12
A maioria das mulheres que não deixam de fumar principalmente por medo de engordar são as que estão mais longe de ter sua imagem de corpo ideal, segundo um estudo da Universidade de Michigan divulgado nesta segunda-feira.
A pesquisadora Cindy Pomerleau, principal autora do estudo e diretora do Laboratório de Pesquisa da Nicotina na universidade, afirmou que estas mulheres são mais propensas às dietas e aos excessos nas comidas que as que não fumam. “Não é surpreendente que as mulheres que têm problemas com seu peso ou não estão satisfeitas com seus corpos se sintam atraídas pelo tabaco”, afirmou em comunicado Pomerleau, que explicou que fumar reduz o apetite.
Uma pesquisa realizada por Pomerleau há alguns anos indicou que 75% das fumantes não estão dispostas a ganhar mais de 2,25 kg se deixarem de fumar, e quase a metade delas disse que não toleraria aumento de peso algum. No entanto, o estudo recém-publicado afirma que uma em cada quatro mulheres que deixarem de fumar ganhará pelo menos 2,25 kg; duas em cada quatro engordarão entre 2,25 e 7 kg. Apenas uma em cada quatro ganhará mais de 7 kg.
Segundo outro relatório realizado recentemente pela Universidade de Michigan, as mulheres que já tinham excesso de peso na infância eram muito mais propensas a começar a fumar nos primeiros anos da adolescência que aquelas cujos problemas de peso chegaram mais tarde. “O problema aqui é conseguir que as mulheres preocupadas com seu peso estejam dispostas a fazer a tentativa de deixar o cigarro, e depois ajudá-las a alcançarem um certo controle sobre seu peso”, afirmou.
Pomerleau disse que, apesar de reduzir o apetite, o tabaco causa muitos danos na aparência dos fumantes, tais como rugas na pele, perda de cabelo, enfraquecimento das unhas, coloração amarelada dos dentes e mau hálito. “Gostaríamos de elaborar uma estratégia de compromisso que se concentre no fim do tabagismo, mas dentro da qual as mulheres também possam tomar algumas medidas passivas e ativas para controlar seu peso”, explicou.
Entre estas medidas, o estudo indica os chicletes de nicotina, alguns remédios e aumento da atividade física. Para a realização do estudo, contou-se com a colaboração de 587 mulheres, com idade entre 18 e 55 anos, das quais 420 eram fumantes e 167 jamais tinham fumado. Uma proporção igual nas duas pesquisas tinha excesso de peso ou era obesa, com um índice de massa corporal de 25 ou mais.
Deixar de fumar não é uma tarefa fácil!!! Agora quando isso vem seguido de aumento de peso… não tem mulher que aceite mesmo!!! Porque bonito e saudável é ser magro!!! E também não é válido que todo mundo que fuma é magro… vejo muitos acima de seu peso!!! Agora pelo lado da saúde acho que entre ter um câncer porque fuma ou ficar gorda porque parou de fumar, a maioria das mulheres escolheria o câncer!!!
08 de outubro, 2006 - 20h05 GMT (17h05 Brasília)
Segundo de Villepin, que anunciou a proibição em uma entrevista na televisão, o cigarro mata mais de 13 pessoas por dia na França, o que é uma “relidade inaceitável”.
“Nós começamos fazendo uma simples observação – dois números:
60 mil mortes por ano em nosso país ligadas diretamente ao consumo de tabaco e 5 mil mortes ligadas ao fumo passivo”, disse ele. “Isso significa mais de 13 mortes por dia. É uma realidade inaceitável para o nosso país, em termos de saúde pública.”Os locais públicos indicados pela lei incluem estações, museus, escritórios públicos e lojas, mas não as ruas ou lugares privados, como casas e quartos de hotel.
De Villepin acrescentou que o Estado vai assumir um terço dos custos de tratamentos contra o tabagismo, como adesivos.
Alguns países já adotaram medidas semelhantes. Pesquisas de opinião pública na França – geralmetne considerado um país de fumantes – mostram que 70% das pessoas apóiam a proibição, de acordo com a correspondente da BBC em Paris, Valerie Jones.
Segundo levantamentos feitos em maio, os países da União Européia com o maior número de pessoas que apoiam os fumantes são Grécia, Chipre e Portugal.
A notícia é antiga, mas como ressalta um fator importante que são as 13 mortes por dia na França resolvi publicar aqui!!! E agora vou ser até um pouco má no que vou dizer… O que os governos reclamam mesmo é dos custos dos pacientes fumantes em seus leitos de hospital!!! Mas eles não reclamam na hora de cobrar os impostos das empresas de cigarro (que são altíssimos)!!!
É claro que seria ótimo para eles se fossemos todos saudáveis!!! Analisando mais friamente ainda, as funerárias devem ficar bem feliz com essa estatística, seguidas das floriculturas, lojas de óculos escuros, loja de roupas escuras, loja de velas, o padre que abençoa o corpo (isso é cobrado se você não sabe) e sem esquecer do coveiro que tem trabalho o ano inteiro!!! Dessa forma, reduzir essas mortes também pode causar desequilíbrio econômico para as classes citadas. Pense nisso antes de obrigar alguém a parar de fumar!!!
O governo pensa nos custos, o não fumante pensa no cheiro… tá na hora de ouvir o fumante!!!
18 de agosto, 2006 - 14h17 GMT (11h17 Brasília)
Fumantes leves – que fumam até dez cigarros por dia – reduzem o risco de ataque cardíaco ao mesmo nível de não-fumantes entre três e cinco anos após parar de fumar, revelou uma pesquisa publicada no jornal médico Lancet.
O estudo, que envolveu 27 mil pacientes em 52 países, demonstrou que os riscos à saúde são praticamente iguais para quem masca tabaco ou o consome em cigarros comuns, de palha ou narguilés (comuns no Oriente Médio e na África árabe, em que a fumaça é inspirada através de um cano com água). O mundo tem cerca de 1,3 bilhão de fumantes, 82% deles nos países em desenvolvimento, disseram os cientistas.
O estudo concluiu que, comparado a não-fumantes, quem fuma está exposto a um risco de ataque cardíaco três vezes maior.
O risco dos fumantes leves é igual ao de quem masca tabaco – o dobro do risco dos não-fumantes.
Fumar passivamente – ou seja, simplesmente se expor à fumaça de cigarros – aumenta em 45% a chance de ataque cardíaco.Enquanto fumantes leves podem zerar as chances de ataque cardíaco pouco tempo após deixar o vício, ex-fumantes inveterados – que consomem pelo menos 20 cigarros por dia – ainda correm risco de enfarte 22% mais alto que não-fumantes, mesmo depois de 20 anos de abstinência.
Para o coordenador da pesquisa na Universidade McMaster de Ontário, professor Salim Yusuf, o estudo mostra que “os esforços públicos para evitar que jovens comecem a fumar e que fumantes de hoje abandonem o vício terão grande impacto na prevenção de ataques cardíacos em todo o mundo”.
Ruairi O’Connor, da Fundação Britânica do Coração, afirmou que “a boa notícia para fumantes é que muito do risco de ataques cardíacos diminuiu depois de se abandonar o cigarro. (Esta é) uma boa razão para se deixar de fumar”.
Você estava procurando motivação para deixar de fumar??? Então achou!!! Espero que os resultados apresentados aqui te ajude de alguma forma. Fumar é um hábito milenar e para muitos a solução de muitos problemas. Mas como já disse mais de uma vez, cada um sabe o que deseja e espera para sua vida.
14 de junho, 2006 - 11h25 GMT (08h25 Brasília)
Um estudo do Royal Devon and Exeter Hospital, na Inglaterra, mostrou que fumantes de meia-idade que têm propensão a rugas têm cinco vezes mais risco de apresentar doenças pulmonares que os que não são enrugados.
O Dr. Bipen Patel, que liderou a equipe do estudo, disse que há uma suscetibilidade genética à DPOC.
“O que esta pesquisa mostra é que aqueles que têm tendência a ter doenças respiratórias também têm tendência a ter rugas”, diz ele.
Médicos ingleses já estão aconselhando pacientes, médicos e enfermeiras a procurar sinais de rugas prematuras, além de sintomas tradicionais como tosse e falta de ar, como forma de diagnosticar doenças respiratórias em fumantes ainda nos primeiros estágios.
A Organização Mundial da Saúde estima que a doença pulmonar obstrutiva crônica será a terceira maior causa de mortes no mundo até 2020.
O hábito de fumar já é considerado responsável pelo envelhecimento prematuro da pele e por causar a maior parte dos casos de doença pulmonar obstrutiva crônica, mas nem todos os fumantes são afetados. Os pesquisadores ingleses estudaram 149 fumantes e ex-fumantes, com idades entre 45 e 70 anos, de 78 famílias.
Neste grupo, 68 pessoas tinham DPOC. Das 25 com rugas severas, 21 tinham a doença respiratória. Depois de se levar em conta a idade e o número de anos que as pessoas tinham fumado, chegou-se à conclusão de que os fumantes mais enrugados tinham cinco vezes mais risco de ter DPOC.
O porta-voz da British Skin Foundation, professor Chris Griffiths, da Universidade de Manchester, diz que a ligação entre o fumo e as rugas é bem documentada.
“Isso é associado ao estímulo que o cigarro dá às enzimas responsáveis pelo processamento de colágeno e dos tecidos elásticos na pele. As doenças respiratórias crônicas também são associadas à perda de elasticidade nos pulmões, que pode ser comparada ao enrugamento da pele”, diz Griffiths.
Para o professor, “seria interessante especular que a suscetibilidade a rugas causadas pelo sol e a presença de enfisema pulmonar seriam causadas pelo mesmo tipo de mecanismo.”
Tenho uma amiga que vai ficar muito feliz com esse artigo… está chegando aos 40 anos e não tem uma ruga!!! Que felicidade né!!! Quando eu crescer quero ter esse poder!!!
03 de abril, 2006 - 12h09 GMT (09h09 Brasília)
Especialistas da Universidade do Sul da Florida afirmam que a presença de nicotina no organismo humano pode comprometer a quimioterapia no tratamento de câncer.
O estudo foi apresentado à Associação Americana para Pesquisa do Câncer, em Washington, e será destaque na próxima edição on-line da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Os testes foram feitos em células no laboratório, mas estudiosos afirmam que o mesmo efeito acontece no organismo de fumantes e ex-fumantes que fazem uso de chicletes ou adesivos de nicotina.
Durante os experimentos, foi constatado que as drogas gemcitabina, cisplatina e paclitaxel — normalmente usadas para tratar o câncer de pulmão — não agiram com a mesma eficácia quando havia presença de nicotina nas células doentes.
“Nossa descoberta explica porque pacientes fumantes têm uma perspectiva de cura pior do que aqueles que desistem do cigarro antes do tratamento”, disse um dos pesquisadores à agência de notícias Associated Press.A doutora Nithya Ramnath, especialista em tratamento de câncer de pulmão do Roswell Park Cancer Institute, no Estado de Nova York, concorda que pacientes de câncer têm de parar de fumar. Ela ressalta que eles também devem evitar o uso de adesivos ou chicletes de nicotina.
Melhor é não precisar de quimioterapia… Hoje em dia todo mundo sabe sobre o mal que o cigarro pode causar… somos livres para escolher e responsáveis por nossas escolhas… é isso!!!
03/08/2007 - 10h24 - da Folha de S.Paulo
O percentual de fumantes no Brasil está em 19,3%, segundo pesquisa conduzida pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. O estudo, de abrangência nacional, aponta que a prevalência é maior nas faixas etárias entre 35 anos e 44 anos (24,4%) e de 45 anos a 59 anos (24,8%).
Foram entrevistadas 3.007 pessoas no ano passado, por meio de sorteio. Dessas, 66% chegaram a fumar em algum momento da vida –sendo que 21,3% só experimentaram e 15,4% já não tinham o hábito de fumar quando a entrevista foi feita. Cerca de 20% fumam até hoje. Nesse universo, 80% são fumantes ativos, ou seja, consomem tabaco por pelo menos 20 dias ao mês.
Um dos recortes da pesquisa aborda os hábitos dos pais dos fumantes. Foi constatado que 27% dos brasileiros têm pelo menos um pai também fumante. A influência é maior entre os adolescentes: 45,4% declararam ser filhos de um pai fumante. Entre os adultos, o percentual cai para 25,1%.
A escolaridade também foi analisada. A pesquisa conclui que o nível de instrução do chefe do domicílio também exerce influência no hábito de fumar. Os fumantes, cujo chefe de domicílio tem nível superior não chegam a 9,5%, enquanto aqueles que tem chefe que não completou o nível primário chega a 20,5%.
A maioria dos entrevistados são contrários ao consumo de tabaco em ambientes fechados e de convívio coletivo. Para 65,8% dos entrevistados, o cigarro não deveria ser liberado em restaurantes e cafés, por exemplo. Nos shopping, 74,3% das pessoas desaprovam o fumo. Em escolas, 92,4% dos entrevistados também acham que não se deve fumar.
A opinião se inverte no caso dos bares. Nesses locais, a tendência é haver uma permissividade maior. Somente 39,7% dos entrevistados responderam que não deveria ser permitido fumar nos bares –em nenhuma área.
O levantamento será divulgado oficialmente durante o XIX Congresso da Abead (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas), que acontece em setembro no Rio de Janeiro.
Bom, cada cabeça uma sentença!!! Quer saber mais sobre esse congresso? Então clique aqui.
25 de Julho de 2007 - 11:43
Pesquisadores da Universidade de Zurique afirmam que existe uma ligação entre o hábito de fumar maconha e o desenvolvimento de esquizofrenia. O estudo publicado provoca agora um grande debate na Suíça.
Dentre os resultados do estudo, apresentado publicamente no início da semana, ficou claro que rapazes na faixa etária entre 15 e 19 anos tinham três vezes mais probabilidade de desenvolver a doença e duas vezes para o mesmo grupo entre 20 e 24 anos, do que em outras décadas.
Wulf Rössler, co-autor do estudo, revelou à swissinfo que os esses e outros resultados provavam uma direta ligação com o consumo da maconha.
“Sabemos através de outros estudos experimentais, que a cannabis pode causar psicose. Porém agora conseguimos estabelecer pela primeira vez uma ligação clara entre ela e a esquizofrenia”, declarou.
“O risco de desenvolver esquizofrenia tem uma relação direta com o grau de consumo. No caso dos usuários ocasionais, o risco não aumenta. Porém se a pessoa fuma regularmente a maconha, ou diariamente, durante um período de anos, então os riscos aumentam de duas até três vezes”.
Não convincente
Porém o Ministério da Saúde não está convencido do estudo apresentado, lembrando de outro inexplicável salto dos casos de esquizofrenia durante os anos 80 e pelo fato de que o histórico de consumo de drogas de cada paciente e outros detalhes médicos continuarem desconhecidos.
“O estudo não revela o histórico médico dos pacientes, como o nível de consumo de substâncias psicoativas ou outros fatores que podem levar a uma psicose”, explica o comunicado publicado pelo Ministério da Saúde. “A conexão entre a esquizofrenia e o consumo de cannabis continua, a nosso ver, não esclarecida”. Ambros Uchtenhagen, renomado especialista em questões ligadas ao consumo de drogas no Instituto de Medicina Social e Preventiva, com sede em Zurique, considera positiva a publicação do relatório, mas não esconde algumas ressalvas. “Os resultados são puramente hipotéticos e não devem ser deturpados de forma nenhuma, particularmente para fins políticos, como dizer que agora sabemos que a cannabis produz esquizofrenia”, afirma.Alerta
Representantes do Instituto Suíço de Prevenção às Drogas e aos Problemas de Álcool declararam considerar a hipótese “muito plausível”, mas não uma prova. Eles lembram que outra pesquisa sugere a conexão entre cannabis e a esquizofrenia.
O porta-voz do órgão, Gerlind Martin, alerta as pessoas vulneráveis quanto ao consumo de drogas.
“Jovens vivendo seu estágio de desenvolvimento e adultos que estão passando por fases difíceis da vida não devem consumir nenhuma forma de drogas, incluindo também a maconha”, diz.CANNABIS NA SUÍÇA Um relatório das Nações Unidas publicado no início do ano mostra que o consumo e a produção de maconha na Suíça aumentaram. Quase 10% dos habitantes na faixa etária de 15 a 64 anos usariam a droga.
Porém uma pesquisa do Instituto Suíço de Prevenção à Droga e aos Problemas de Álcool, publicada em fevereiro, mostrou a primeira queda de consumo entre os jovens nos últimos vinte anos. Um questionário de saúde aplicado em 2002 mostrou que 28% das pessoas entrevistadas, com idades entre 15 e 39 anos, já haviam fumado maconha pelo menos uma vez na vida.
Um grupo de políticos e especialistas em drogas lançou no ano passado uma campanha para descriminalizar a cannabis. Seu principal objetivo é permitir a compra, possessão e consumo da droga sob condições controladas a partir de um plebiscito nacional. A votação não deve ser realizada antes do ano que vem.
ESQUIZOFRENIA
A esquizofrenia é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma coleção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios, embotamento emocional, com perda de contato com a realidade, causando, talvez, um disfuncionamento social crônico. É hoje encarada não como uma doença única mas sim como um grupo de patologias, atingindo todas as classes sociais e grupos humanos. A sua prevalência atinge 1% da população mundial, manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, nos homens e nas mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade.Cruel!!! Tá ficando fácil publicar pesquisas… creio que antes de criar polêmica eles deveriam é consultar um Estatístico!!!
09 de agosto, 2005 - 19h11 GMT (16h11 Brasília)
No cinema contemporâneo americano, o hábito de fumar está mais associado aos vilões do que aos mocinhos, aponta um estudo feito em conjunto por pesquisadores de várias universidades dos Estados Unidos.
O hábito de fumar era também mais freqüente entre os homens do que entre as mulheres (25,5% contra 20,5%).
Pesquisa é pesquisa… essa apenas revelou algo que eu não apoio: preconceito.
24 de fevereiro, 2004 - 12h38 GMT (09h38 Brasília)
Áreas de não-fumantes em restaurantes e bares não protegem as pessoas dos efeitos do cigarro, diz um estudo australiano. Sanitaristas na Austrália fizeram testes em 17 locais com áreas de fumantes e não-fumantes.
Os níveis de nicotina e outros produtos químicos são mais baixos em áreas de não-fumantes, mas ainda assim são relativamente elevados.
Em artigo no jornal Tobacco Control, os médicos da Unidade de Saúde Pública de Sydney argumentam que apenas locais livres de fumantes oferecem proteção total.
Risco
Milhões de pessoas no mundo inteiro sofrem como fumantes passivos. Na Grã-Bretanha, estima-se que mil pessoas morrem por ano por serem fumantes passivos.
Muitos bares e restaurantes introduziram áreas de não-fumantes como forma de proteger clientes e funcionários.
Os médicos testaram a qualidade do ar em cada um dos 17 clubes, nas áreas de fumantes e não-fumantes. Eles concluíram que áreas de não-fumantes, na melhor das situações, reduzem em 50% os níveis de fumaça.‘Marginal’
Os médicos disseram que em salas separadas para não-fumantes, a situação é apenas um pouco melhor. Essas salas também têm altos níveis de químicos cancerígenos.
“Áreas de não-fumantes podem assegurar alguma redução no nível de exposição de indivíduos ao ambiente enfumaçado. No entanto, essa redução pode ser marginal”, disseram os pesquisadores.O grupo antitabagista britânico ASH deus as boas vindas ao estudo. “Essa nova pesquisa confirma que áreas de ‘não-fumantes’ no setor de hotelaria não funciona”, disse Deborah Arnott, diretora do grupo. “Elas não protegem as pessoas de forma apropriada porque a fumaça é levada pelo ar. E também não protegem os funcionários de forma nenhuma, porque eles têm que trabalhar em áreas de fumantes”. “A evidência científica é clara. Precisamos de legislação para impedir o fumo em área de trabalho e em recintos públicos fechados. O tempo das desculpas e meias medidas passou.” O governo britânico até agora tem resistido a apelos para que seja proibido o fumo em locais públicos. Em março, a Irlanda foi o primeiro país da Europa a aprovar essa proibição.
Minha opinião continua a mesma… cada um sabe o risco que
deseja correr… só espero que se criem leis justas e sem preconceito!!!








