Casos de infecção por verme ‘crescem nos EUA’
26 de dezembro, 2007 - 12h40 GMT (10h40 Brasília)

Um estudo realizado por um especialista americano em doenças tropicais sugere que doenças parasitárias, normalmente associadas à países em desenvolvimento, estão se tornando cada vez mais comuns nos Estados Unidos.

Segundo Peter Hotez, da Universidade George Washington, as autoridades americanas ignoram o aumento no número de casos, pois as doenças, provocadas por vermes, afetam principalmente as comunidades hispânicas e negras no país.

O estudo aponta que cerca de 25% das crianças hispânicas e negras do interior do país estão infectadas por um tipo de verme cilíndrico, os toxocara, que são transmitidos através das fezes dos cães e gatos.

Outro problema são as tênias, encontradas na carne de porco, que podem causar problemas neurológicos e até convulsões.

De acordo com a pesquisa, a maioria dos 12% dos americanos que vivem em situação de pobreza podem apresentar infecções parasitárias similares às que afetam as populações pobres da África e da América Latina.

Ao alertar para o problema, Hotez afirma que as autoridades dos Estados Unidos precisam mudar suas prioridades em matéria de saúde.

“O governo gasta centenas de milhões de dólares reagindo a ameaças ‘teóricas’ como a gripe aviária, enquanto a presença real de doenças parasitárias entre os pobres é quase sempre ignorada”, diz o pesquisador.

O correspondente da BBC em Washington, Vincent Dowd, afirma que o estudo, publicado na revista científica PLoS Neglected Tropical Diseases, pede que as agências do governo americano analisem com urgência o nível de disseminação das doenças.

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É fácil eliminar a pobreza, é só deixar ela morrer!!! Nossa o tratamento para vermes não é nada absurdo ou caro, mas sintam o descaso!!! Lembrei de uma capa de CD… “Spaghetti Incident?” do Guns n’ Roses. Apesar de eu gostar muito desse grupo, essa capa sempre me deu a impressão de um prato de vermes, argh!!!

EUA vivem pequeno ‘baby boom’, diz pesquisa
16 de janeiro, 2008 - 17h55 GMT (15h55 Brasília)

Dados preliminares de 2006 indicam que o número de nascimentos nos Estados Unidos aumentou 3%, sugerindo que o país está passando por um pequeno “baby boom”.

De acordo com estes dados, os Estados Unidos agora têm uma taxa de fertilidade mais alta do que qualquer um dos países industrializados da Europa, Austrália, Canadá e Japão.

O aumento do número de nascimentos foi observado em todas as faixas etárias, mulheres na faixa dos 20, 30 e 40 anos.

Segundo a analista para questões religiosas da BBC, Frances Harrison, um dos fatores determinantes para este aumento seria a população latina no país, responsável por quase 25% de todos os nascimentos nos Estados Unidos.

Pesquisas mostram que a tendência entre os imigrantes que chegam aos Estados Unidos é ter mais filhos, pois estas crianças ganham automaticamente a cidadania americana.

Questão cultural

Mas Harrison acrescenta que a alta taxa de natalidade americana não se deve apenas aos imigrantes, pois mulheres brancas americanas têm mais filhos do que européias brancas, mesmo com alguns governos europeus adotando políticas de incentivo ao aumento da natalidade.

Uma das teorias seria de que a onda de nascimentos faz parte de uma questão cultural. Americanos têm uma visão mais favorável de filhos do que outros países ocidentais.

Eles respondem ao aumento de prosperidade no país com a decisão de ter outro filho.

Outro fator, segundo Harrison, é que os maridos nos Estados Unidos ajudam mais nos cuidados com os filhos do que em países como Itália ou Japão.

E ainda, nos Estados Unidos a probabilidade de casais continuarem uma gravidez indesejada e ter filhos fora do casamento é maior.

A queda no uso de métodos contraceptivos e o acesso limitado ao aborto em alguns Estados também tiveram papel importante neste aumento da taxa de natalidade.

Mas, a analista afirma também que todos os sinais mostram que mulheres tendem a ter menos filhos quanto mais bem educadas e mais oportunidades têm na vida profissional.

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Bom, ao meu ver, o nascimento de uma criança deve ser planejado, ela deve ser desejada. Creio que acima de tudo a criança que chega ao mundo, deve ser amada incondicionalmente. É bom saber que, pelo menos nos Estados Unidos, pessoas com mais condições financeiras optam por ter (mais) um filho, além dos maridos serem mais participativos na criação dos mesmos. Eu, caso pudesse, teria uns três… Por enquanto, sigo apenas as palavras de Plínio de Oliveira: “seja o que for, eu digo sim para o amor”!!!

Videogame antes de cirurgia ajuda médicos, diz estudo
17 de janeiro, 2008 - 17h26 GMT (15h26 Brasília)

Um estudo de uma equipe do hospital Banner Good Samaritan Medical Centre, em Phoenix, Arizona, afirma que brincar com o videogame Wii, da Nintendo, antes de cirurgias, pode melhorar o desempenho dos cirurgiões nas operações.

O Wii, que chegou às lojas no ano passado, trouxe a novidade de ser operado com um controle sem fio que traz sensor de movimento e facilita a experiência de jogar versões ele eletrônicas de esportes como boxe, tênis ou golfe.

Segundo o estudo americano, apenas certos tipos de jogos de Wii são eficazes para os cirurgiões antes de operações, aqueles em que o jogador precisa fazer movimentos delicados.

“Você não melhora muito apenas movendo uma raquete de tênis imaginária. A questão a respeito de cirurgia é executar pequenos movimentos com as mãos, controlados com precisão, e é isso que você tem com o Wii”, disse o pesquisador Kanav Kohel.

O controle das mãos necessário para jogar estes games funciona como um “aquecimento” para os cirurgiões. A pesquisa foi publicada na revista especializada New Scientist.

Ainda segundo o artigo da New Scientist a equipe do hospital americano vai desenvolver software para o Wii que simulará cirurgias.

Realidade virtual

Os pesquisadores pediram a oito cirurgiões ainda em fase de treinamento para passarem uma hora jogando o Wii antes de realizarem uma cirurgia em “realidade virtual”, num computador.

Os jogadores conseguiram um desempenho 50% melhor no controle de ferramentas e o desempenho geral também foi melhor do que outros cirurgiões em treinamento.

Um jogo específico, chamado Marble Mania, no qual uma bola é guiada por uma série de obstáculos em 3D, foi particularmente eficaz no estudo.

O controle preciso necessário para mover a bola de gude virtual pelo labirinto em 3D é semelhante às habilidades necessárias em uma cirurgia.

Mark Marshall, que também participou da pesquisa, afirmou que os consoles como o Wii são mais baratos e podem ser usados por cirurgiões em países mais pobres, onde sistemas que simulam operações virtuais para treinamento médico não estão disponíveis.

A pesquisa será apresentada no final de janeiro, na conferência Medicine Meets Virtual Reality (Medicina encontra a Realidade Virtual, em tradução livre), na Califórnia.

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Como eu não jogo vídeo-game tive que fazer uma pesquisa prévia para saber o que era Wii. Assisti muitos vídeos no YouTube e acabei gostando do brinquedo!!! Não creio que seja apenas uma questão de aquecimento ou coordenação motora. As pessoas acabam se movimentando e rindo tanto enquanto estão brincando que acho que a liberação de endorfina (substância que produz bem-estar) também deveria ser estuda. Para os leitores do Este ou Aquele? separei um vídeo que resume todos que assisti.

Radiação do celular atrapalha o sono, diz estudo
17 de janeiro, 2008 - 17h33 GMT (15h33 Brasília)

Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação emitida pelo telefone celular pode afetar o sono.

O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com idades entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono.

Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações.

A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça.

Audição

Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.

Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z.

Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células.

Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.

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Bom o celular sempre foi um utilitário de polêmica, primeiro em relação as suas torres de transmissão que pelas pesquisas não representam perigo, segundo, pela diminuição da fertilidade masculina e terceiro porque andar falando no celular é prejudicial a coluna. Agora nos deparamos com distúrbios no sono e na audição!!! O que veio para ajudar nosso dia-a-dia está colocando nossa saúde em risco!!! Temos que repensar na sua utilização!!! Enquanto você faz isso pode assistir o vídeo e ver porque enquanto dormimos é melhor ficarmos longe do celular.

Essas informações postadas aqui foram retiradas do fórum do CONRE-3. O intuito desde Blog, além de mostrar que a estatística está presente em nossas vidas o tempo todo, é reunir informações sobre a profissão, bem como servir de acervo para consultas de pesquisas já realizadas (referencial de trabalho).

Por que escolher o bacharelado em Estatística?

Que tal ser um profissional super versátil, que possa trabalhar em qualquer área e se dar sempre muito bem? E que tal trabalhar com equipes diferentes, poder interagir com vários profissionais e ainda exercer uma função importante? E, melhor ainda, não ter muito concorrente?

Gostou, não é? Pois este profissional existe e pode ser um Estatístico!

O Estatístico é aquele que se forma Bacharel em Estatística. No Brasil há 29 universidades e/ou escolas que oferecem cursos de Bacharelado em Estatística.

Mas, para que serve a Estatística, afinal de contas?

Imagine um médico e um farmacêutico querendo saber se um remédio em desenvolvimento é bom ou ruim. Para testar o remédio, é preciso PLANEJAR muito bem o experimento, COLETAR corretamente os dados, ANALISAR com muito cuidado e DIVULGAR seus resultados de forma honesta e com confiança no que está dizendo. Imagine o perigo de uma pesquisa mal feita num assunto tão importante! Bom, para não colocar a vida de ninguém em risco, é preciso tomar muitos cuidados. Antes de mais nada, é preciso planejar cada etapa abaixo:

O remédio será testado em quem?
– Homens? Mulheres? Idosos? Crianças? Obesos? Jovens? Quem?

Quantas pessoas serão necessárias para testar?
– Basta testar em uma ou duas pessoas? Ou será melhor testar em 10 pessoas? 30? 500? 2.000? Como saber?
– Há dinheiro para testar em tanta gente?

E se houver dois grupos de pessoas?
– Para um grupo de voluntários dá-se o remédio a ser testado; para o outro grupo, dá-se um remédio “de mentirinha”, chamado placebo, mas não se conta a verdade para ninguém. Será que há diferença nos resultados de um grupo para outro?

– Mas o remédio foi testado só com um grupo de pessoas, em geral voluntários, como é que depois pode-se afirmar que este remédio vai ser bom para todo mundo? É certeza absoluta?

O Estatístico é exatamente o profissional que auxiliará tanto o médico como o farmacêutico em cada uma destas etapas: desde o tipo de voluntário, quantidade e controle das pessoas que farão parte do experimento (amostragem), na coleta cuidadosa e minuciosa dos dados (campo), na organização destes dados no computador (banco de dados e tabulação), na hora de fazer todas as comparações interessantes, interpretar os resultados (testes estatísticos) e divulgá-los para todos os envolvidos (análises estatísticas). Como os testes são feitos somente num grupo de pessoas, existe uma pequena chance de haver um erro, não é mesmo? O Estatístico saberá dizer que tipo de erro poderá ocorrer e com que grau de certeza o resultado será divulgado.

A Estatística é um conjunto de técnicas e métodos que vai ajudar o Estatístico em todas as etapas acima: na amostragem, na organização dos dados, na geração de tabelas e análises comparativas, na interpretação dos resultados, de forma que todas as afirmações possam ser feitas dentro de um limite de segurança estabelecido.

Mas a Estatística não é usada só para ver se o remédio é bom ou não. Se você pensar bem, muita coisa do nosso dia-a-dia acontece em conseqüência de estudos que levam em conta análises estatísticas. Vejam alguns exemplos:

· Você abre o jornal e lê a manchete: “Cruzamentos: perigo à vista”. A matéria mostra um gráfico sobre criminalidade na cidade e traz evidências de que num certo cruzamento houve muito mais assaltos do que noutros. Quantas pessoas evitarão este cruzamento ou passaraõ a ter atenção redobrada nestes locais?

· Um estudo científico mostra que mulheres fumantes têm probabilidade maior de desenvolver câncer do pulmão do que homens fumantes. Quantas mulheres não pararam de fumar diante desta notícia?

· A CET faz um estudo sobre o trânsito na cidade de São Paulo e decide se o rodízio será necessário ou não com base nas estatísticas sobre a quantidade e tipos de veículos diariamente nas ruas, locais mais congestionados, horários de pico, etc.

· A prefeitura da cidade reformula o sistema de transporte público com base nos relatórios estatísticos contendo informações detalhadas sobre fluxo de passageiros, linhas mais requisitadas, tempo de ociosidade, demanda vs. oferta, etc.

· O governo divulga dados estatísticos que influenciam todos os índices financeiros que usamos no dia-a-dia: comércio, indústria, transporte, clientes, etc… que vão influenciar nas contas que vamos pagar (prestações, crediário, luz, água, telefone, gás, etc.)

UNIVERSIDADES / FACULDADES DO BRASIL COM CURSOS DE ESTATÍSTICA
Fonte: MEC-INEP / 2006

TOTAL DE VAGAS AUTORIZADAS: 1513

REGIÕES NORTE - 82 vagas
Universidade Federal do Pará - UFPA - Matutino/Vespertino: 42 vagas
Universidade Federal do Amazonas - UFAM - Matutino/Vespertino: 40 vagas

REGIÃO NORDESTE - 455 vagas
Escola Superior de Estatística da Bahia - ESEB - Noturno: 75 vagas
Universidade Federal da Bahia - UFBA - Matutino/Vespertino: 40 vagas
Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - Integral: 30 vagas
Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP - Noturno: 50 vagas
Universidade Federal de Sergipe - UFS - Noturno: 30 vagas
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN - Matutino: 50 vagas
Universidade Federal do Ceará - UFC - Integral: 80 vagas
Universidade Federal da Paraíba - UFPB - Matutino: 20 vagas
Universidade Estadual da Paraíba - UEPB - Matutino: 40 vagas e Noturno: 40 vagas
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REGIÃO CENTRO-OESTE - 10 vagas
Universidade de Brasília - UnB - Matutino/Vespertino: 10 vagas

REGIÃO SUDESTE - 780 vagas
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - Matutino,: 80 vagas e Noturno: 80 vagas
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - Matutino/Vespertino: 20 vagas
Universidade Federal Fluminense - UFF - Diurno (30 vagas/semestre): 60 vagas
Escola Nacional de Ciências Estatísticas - ENCE - Matutino: 60 vagas e Noturno: 60 vagas
Universidade Federal do Espírito Santo - UFES - Matutino: 40 vagas
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - Matutino/Vespertino: 70 vagas
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG - Matutino: 35 vagas
Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF - Matutino: 25 vagas
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Matutino/Vespertino: 30 vagas
Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR - Integral: 30 vagas
Centro Universitário Capital - UNICAPITAL - Matutino: 50 vagas e Noturno: 50 vagas
Universidade de São Paulo - USP - Integral: 40 vagas
Universidade de São Paulo – USP – Matemática Computacional com especialização em Estatística - Noturno: 50 vagas

REGIÃO SUL - 186 vagas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS - Integral: 40 vagas
Instituto Superior Tupy – Campus Joinville - Noturno: 40 vagas
Universidade Estadual de Maringá - UEM - Noturno: 40 vagas
Universidade Federal do Paraná - UFPR - Noturno: 66 vagas

Latino-americanos são os que menos confiam em políticos
17 de janeiro, 2008 - 13h57 GMT (11h57 Brasília)

A população da América Latina é a que menos confia na honestidade dos políticos, indica uma pesquisa do grupo Gallup Internacional. Entre os latino-americanos entrevistados, 77% disseram acreditar que os políticos são desonestos.

O resultado faz parte da pesquisa “Voz do Povo” divulgada nesta quinta-feira, que afirma também que 30% dos entrevistados acreditam que o mundo vai ser menos seguro no futuro.

Entre outubro e dezembro de 2007, o Gallup entrevistou 61,6 mil pessoas em 60 países para elaborar a “Voz do Povo” – que representaria as opiniões de 1,5 bilhão de cidadãos.

O Brasil não entrou no levantamento, mas entre os países latino-americanos analisados, a Colômbia é que a menos confia em seus políticos (90% dos entrevistados acham que a categoria é desonesta), seguida por Paraguai (89%), Bolívia (88%) e Equador (87%).

Os países mais pessimistas sobre o futuro, segundo a pesquisa, são os Estados Unidos e o Canadá, onde 62% dos entrevistados disseram acreditar que o mundo vai ser menos seguro no futuro. Apenas 13% manifestaram a opinião contrária.

Prioridades

No Oriente Médio, o percentual de entrevistados que acredita que o mundo vai estar mais seguro no futuro é maior (23%), embora mais de a metade (51%) seja da opinião contrária.

Para os latino-americanos, as principais prioridades dos líderes mundiais deveriam ser eliminar a miséria e a fome no mundo (27%) e proteger o meio ambiente (18%).

Outras questões, como incentivar o crescimento econômico e incrementar a economia mundial, reduzir as diferenças entre países ricos e pobres e diminuir o número de conflitos e guerras no mundo ficam empatados no terceiro lugar, com 9% das respostas.

Para os latino-americanos, a chamada guerra contra o terrorismo aparece atrás dessas questões, com 6% das respostas. O assunto menos importante entre os escolhidos pelo Gallup foi a promoção da igualdade entre homens e mulheres (1%).

Europa

Já entre os países europeus, a prioridade número um é a redução da fome e da miséria no mundo (17%), seguida pelo fim das guerras e conflitos (13%) e pela proteção do meio ambiente e redução das diferenças entre países ricos e pobres (12%).

Na África, no entanto, essa é a principal preocupação dos cidadãos (17%), ao lado de incentivos ao crescimento econômico e incrementar a economia mundial, seguidos por redução da fome e da miséria no mundo (15%).

Os resultados contrastam com as prioridades dos Estados Unidos e do Canadá, onde a redução de guerras e conflitos (18%) e o combate ao terrorismo (17%) são as duas principais preocupações da população, segundo o Gallup, seguidos por incentivos ao crescimento econômico e incrementar a economia mundial (16%).

O Oriente Médio, no entanto, é a única região em que o combate ao terrorismo encabeça a lista de prioridades (29%), seguido pelo fim das guerras (19%).

A pesquisa foi realizada sob encomenda do Fórum Econômico Mundial, que volta a se reunir neste ano em Davos, entre 23 e 27 de janeiro.

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Minha primeira pergunta ao terminar de ler esse artigo foi: por que eles deixaram de fora o Brasil, uma vez que temos uma filial do Instituto Gallup no Brasil ??? Por que nossa opinião não tem importância?

Pensando nessa exclusão, lembrei de um comercial…


Infelizmente, a política no Brasil sempre é palco de piada e, como sempre, quem paga os custos desses espetáculos somos nós os contribuintes…


Falando nisso!!! Não esqueça do IPTU, do IPVA e que esse ano é ano de eleição!!!

Solteiras são mais felizes do que homens na Europa, diz estudo
Anelise Infante De Madri para a BBC Brasil 17 de janeiro, 2008 - 09h02 GMT (07h02 Brasília)

Uma nova pesquisa aponta que 35% das solteiras da Europa se sentem felizes nesta condição. Já os homens se sentem mal sem uma parceira: apenas 9% estão contentes solteiros, segundo o levantamento.

O 2º Estudo Europeu sobre Solteiros 2008, realizado pela agência de namoros Parship e pelo Instituto de Investigações de Mercado Innofact, pesquisou o perfil de homens e mulheres solteiros. Na Europa, há cerca de 160 milhões de solteiros.

Os pesquisadores ouviram 13 mil pessoas entre 18 e 59 anos em 13 países para descrever o perfil dos solteiros do velho continente.

A maioria confessou pouca experiência em namoros. Em média, duas relações sérias ao longo da vida. E nenhum relacionamento há pelo menos um ano.

No máximo, responderam 70%, um encontro pouco importante nos últimos 12 meses.

Exigências

Quanto às exigências, 94% das mulheres e 91% dos homens disseram que procuram pessoas com valores morais como honestidade, fidelidade e otimismo, nesta ordem.

Em outros aspectos, valorizam um parceiro que tenha uma carreira profissional, generosidade, simpatia e boa aparência.

A pesquisa acaba com outro mito feminino famoso por uma música. Dos carecas, elas já não gostam mais.

A maioria, 89%, rejeita os homens sem cabelos. E 74% se incomodariam com o fato do parceiro ter um aspecto descuidado, principalmente os cabelos. Resposta que coincide com a opinião dos homens (76%), que também preferem as mais vaidosas.

Casamento

O casamento deixou de ser o principal objetivo para os solteiros. Os europeus querem namoros sérios, mas sem oficializar o compromisso. Apenas 33% pensam em casar.

A desilusão com o compromisso começa com a dificuldade para arranjar o “namoro perfeito”.

Muitos (35%) admitiram ter passado por más experiências quando se apaixonaram, 30% avaliam que perdem a independência estando em um casal e 12% alegam nem ter tempo para paquerar.

Há ainda os que confessam continuar solteiros porque são exageradamente ciumentos e não agüentam viver sem controlar a vida do parceiro.

Outros também responderam que são tímidos demais para sair à procura de namoro. Por isso, a internet virou um acesso à paquera: 59% pretendem encontrar a alma gêmea online, embora apenas 40% admitam já ter feito alguma tentativa na rede.

Barreiras

O estudo cita ainda algumas das barreiras que impedem os europeus de encontrar seus pares perfeitos.

Uma é o aumento de ideologias conservadoras: três de cada quatro preferem que a outra pessoa seja de sua mesma nacionalidade, e 79% não aceitariam alguém de outra religião.

Filhos de relacionamentos anteriores também são vistos como problemas para 73% dos solteiros europeus.

O estudo define os solteiros em dez grupos básicos de acordo com suas características:

* os exigentes: pedem demais e cedem pouco;
* os convencidos: acham que a vida a dois e a liberdade são incompatíveis;
* os auto-suficientes: optam pela solidão;
* os rebeldes: têm pânico de normas e rotinas;
* os falsos resignados: modernos na aparência, mas, no fundo, solitários;
* os itinerantes: descartam o amor para a vida inteira e preferem relações fugazes;
* os egoístas: vivem para si e não querem se ocupar de ninguém mais;
* os ressentidos: passaram por decepções;
* os sofredores: vivem reclamando da solidão como se fosse uma doença
* os temerosos: preocupam-se demais com o peso de criar e manter uma família.

Segundo o departamento de estatística da União Européia, o Eurostat, em 2002 (último censo), os 25 países da União Européia reuniam 158 milhões de solteiros.


A grande verdade é que a cada dia que passa estamos menos dispostos a mudar nossas atitudes. Ficamos inflexíveis. Ao meu ver, o mundo está se tornando cada vez mais individualista evitando dissabores, desilusões e sofrimentos pelo simples medo de arriscar. Willian Shakespeare, talvez, tenha resumido bem a escolha pela individualidade, principalmente, ao dizer: “Não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o concerte”.

Olá pessoal, o Este ou Aquele? também está na campanha “Combate a Febre Amarela“. Aproveito-me de um post recente que coloquei aqui e que foi realizado para o “Eu vou exterminar todos os mosquitos do Universo!!!”, pois esse Blog visa mostrar a importância da estatística em nossas vidas, dessa forma, não poderíamos deixar de citá-la!!!

Faça parte!

Eu não sei se é todo mundo que sabe, mas temos dois tipos de Febre Amarela, a silvestre, a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus (um mosquito azul-escuro de 4 milímetros)

(fonte da foto)

e a urbana, causada pelo mosquito Aedes Aegypti (parece uma zebrinha – o mesmo que transmite a dengue)

(fonte da foto)

É importante saber que a febre amarela não é transmitida de uma pessoa para outra.

(fonte da figura)

A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina. (Drauzio Varella)

Abaixo se tem um mapa com a situação da febre amarela no Brasil.

(fonte figura)

Definição das áreas no mapa:

Área endêmica (Verde) - São áreas que sempre apresentaram circulação viral, seja pela ocorrência de epizootias ou pela ocorrência de casos humanos.

Área de transição (Vermelha) - São áreas com evidência de circulação viral esporádica em período mais recente (ocorrendo entre vetores, em epizootias ou podendo haver casos humanos em forma de surtos esporádicos).

Área indene de risco potencial (Amarela) - São áreas contíguas às áreas de transição, que apesar de não haver evidência de circulação viral, as características da hidrografia e da vegetação, dentre outros fatores, determinam que nestes locais há maior probabilidade para ocorrência de epizootias e/ou casos humanos.

Área indene (Azul) - São áreas sem evidências de circulação viral e não apresentam contigüidade com os locais de ocorrência de circulação viral da área de transição.

Percebam onde se localiza Recife-PE no mapa:

(fonte figura)

Apesar de localizar-se na área indene, Recife é um “grande pólo” fornecedor de mosquitos Aedes Aegypti!!! Soube disso no segundo semestre do ano de 2006, quando cursei uma disciplina chamada “Laboratório I”, onde apresentamos relatórios com análises estatísticas. Meus amigos Wagner Hugo Bonat e Henrique Dallazzuana, apresentaram “Métodos estatísticos aplicados no monitoramento de ovos do mosquito Aedes Aegypti” na cidade de Recife-PE e conta com a orientação do Prof. Dr. Paulo Justiniano Ribeiro Jr.

Como surgiu o Projeto SAUDAVEL

“A degradação do meio ambiente e os problemas sócio-culturais no Brasil afetam o cenário epidemiológico urbano brasileiro, levando-o a ser destaque na mídia nacional e internacional, decorrente de epidemias de dengue, leptospirose, a recorrência de tuberculose, entre outras. Diante dessa realidade constatou-se que é de fundamental importância criar métodos capazes de detectar precocemente o número de casos que caracterizam surtos epidêmicos, modelar e identificar fatores de risco e de proteção nas situações endêmicas e epidêmicas. Nesta perspectiva foi elaborado o Projeto SAUDAVEL (Sistema de Apoio Unificado para Detecção e Acompanhamento em Vigilância Epidemiológica), o qual pretende contribuir para aumentar a capacidade do setor de saúde no controle de doenças transmissíveis, demonstrando ser necessário desenvolver novos instrumentos para a prática da vigilância epidemiológica, incorporando aspectos ambientais, identificadores de risco e métodos automáticos e semi-automáticos, que permitam a detecção de surtos e seu acompanhamento no espaço e no tempo.” (fonte)

Neste trabalho você poderá verificar como é desenvolvido o procedimento para a visualização espaço-temporal dos dados do experimento de coleta de ovos do mosquito Aedes Aegypti bem como os locais mais atingidos pelo mosquito em Recife.


Entenda o vídeo clicando aqui!

Os sintomas da febre amarela são parecidos com o da dengue e consistem basicamente em febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia, isso ocorre de três a seis dias após a picada do mosquito. No caso de suspeita da doença não ingerir Ácido Acetil-Salicílico. Procurar um hospital, o tratamento básico é a base de muita hidratação e antitérmicos. Casos mais graves requerem transfusão de sangue. A melhor forma de se prevenir é tomando a vacina que tem atuação no corpo por 10 anos (quem tomou depois de 1999, não precisa tomar esse ano). Tomar duas doses em curto espaço de tempo, pode além de causar eleitos colaterais, levar o indivíduo a morte.


Recomendações de Drauzio Varella

* Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos;
* Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo;
* Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito;
* Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água;
* Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco,
* Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos;
* Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.

(fonte figura)

Agora se mesmo tomando todas essas medidas você não conseguiu exterminar todos os mosquitos, sugiro que visite Nadaver e descubra os equipamentos que estão sendo desenvolvidos para essa força tarefa!!!

Pessoas com pernas longas são mais atraentes, diz estudo
17 de janeiro, 2008 - 10h21 GMT (08h21 Brasília)

Um estudo realizado por pesquisadores poloneses indica que pessoas com pernas longas são mais atraentes aos olhos do sexo oposto.

A pesquisa, publicada na revista New Scientist, envolveu 218 homens e mulheres que foram submetidos a um teste visual.

A equipe de psicólogos da Universidade de Wroclaw, na Polônia, apresentou aos participantes fotos de sete homens e sete mulheres da mesma altura, alteradas digitalmente para que o comprimento das pernas fosse aumentado em 5%, 10% e 15%.

Após observar as imagens, os voluntários apontaram que as fotos de homens e mulheres com pernas 5% mais longas eram as “mais atraentes”. Em segundo lugar, ficaram as pessoas com pernas 10% maiores do que o normal.

Estudos anteriores já haviam mostrado que as pessoas mais altas geralmente fazem mais sucesso com o sexo oposto, mas, até então, não era se sabia se o tamanho das pernas também tinha uma influência.

Evolução

Os cientistas afirmam que “razões evolutivas” podem estar por trás da preferência por pernas longas.

“Pernas longas são um sinal de saúde”, disse Boguslaw Pawlowski, coordenador do estudo.

Segundo o pesquisador, pernas curtas estão associadas ao risco de doenças cardiovasculares e obesidade derivada da diabetes tipo 2.

Ainda segundo ele, homens com pernas curtas também têm mais chances de ter maiores taxas de triglicerídeos, o que estaria relacionado ao entupimento das artérias e derrames.


Tá explicado o sucesso de tanta modelo por ai!!! E é claro que eu não podia deixar uma das mais belas fora desse post, Ana Hickman (linda!), que graças as suas pernas fez o comercial da VW Fox. Garanto que a maioria dos homens gostaria que ela viesse como equipamento obrigatório!!!

Como já falei em alguns posts, neste Blog o Estatístico tem voz e/ou texto!!!

Ontem, recebi o e-mail do meu amigo e Estatístico, Sérgio Paulo Pires, que fez uma análise sobre os canais de televisão, sobre tudo os que apresentam programação nacional. Uma discussão interessante sobre quais interesses rodeiam nosso governo diante das emissoras. Vale a pena ler e se manifestar!

—– Original Message —–
From: “Sérgio Paulo - Latam”
To: “Christine Cardozo de Araujo est-UFPR”
Sent: Monday, January 21, 2008 1:23 AM
Subject: Tine leia no final… Censura na Televisão? Isso parece piada, mas não é.

Censura na Televisão? Isso parece piada, mas não é.

Recentemente tenho lido que será obrigatório o aumento do número de canais de televisão por assinatura de conteúdo exclusivamente nacional e a exigência de que todo canal por assinatura contenha um mínimo de sua programação também nacional.

O que aparentemente parece uma exigência mais do que justificada, me causa profunda preocupação.

Assisto TV por assinatura, pago por ela e conheço seu conteúdo. Dentre os mais de 60 canais disponíveis identifiquei que:

7 são canais abertos.
23 são canais de conteúdo nacional. Sendo desses:
6 canais com parte da programação voltada à programas de venda e anúncios que duram uma eternidade.
5 canais institucionais. Tv Câmara, TV Senado, TV Justiça, TV UFPR, TV da assembléia legislativa do PR.
2 de noticiário 24 horas.
7 são canais infantis. 6 estrangeiros e um nacional. Porém dois canais estrangeiros e o canal nacional possuem programação classificada como ER, ou seja, especialmente recomendada para crianças.
Os 32 canais restantes possuem programação variada, com filmes, seriados etc…

Resumindo, a distribuidora de sinal por assinatura que utilizo dispõe de 68 canais com 30 nacionais. Menos de 50%.

Acontece que a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio definiu critérios por assim dizer “estranhos” para quantificar os canais disponíveis. Por exemplo, os seis canais abertos e os institucionais (Tv Câmara, TV Senado, TV Justiça) não somam como
canais de conteúdo nacional.

Se vários canais nacionais e dois canais estrangeiros vendem parte de sua grade de programação para repetir insistentemente programas de vendas, aumentar o percentual de produção nacional, aumentaria a qualidade dos programas? Ou aumentaria a quantidade de canais de vendas?

Se a questão é emprego, que venham mais canais estrangeiros, afinal quando assistimos programas voltados à América do Sul, exige-se dois tipos de legendas, uma para o Brasil e outra para todo o resto.

Ponto para nossa língua.

Vamos pensar sobre números… Segundo dados do IBGE compilados pelos sites abaixo citados…

http://www.abta.org.br/site/content/panorama/historico.php

http://www.teleco.com.br/estatis.asp

…em 2006, nos lares brasileiros 93% continham televisão, 74,5% telefone (fixo ou celular), 22,1% com computador, 16,9% com acesso à internet.

Isso representa que 53,2% da população possuía celular, 3% da população possuía banda larga para internet e apenas 2,5% da população tinham TV por assinatura, esse percentual representava pouco mais de 4.600.000 pessoas em 2006.

Não me parece claro tentar melhorar a “qualidade” da TV atingindo um público tão pequeno.

Melhor seria questionar porque depois de aprovar a classificação indicativa de programas pelo seu conteúdo e determinar que estados da nação que possuem fuso horário diferenciado tenham que retransmitir com atraso os programas em seus horários adequados, o governo tenha voltado atrás e adiado por mais 90 dias o início dessas transmissões que curiosamente coincide com o final dessa barbaridade chamada BBB8.

Algo me parece podre.

E para reforçar quero lembrar que ano passado assistimos a Venezuela retirar um canal de televisão do ar em um episódio nada claro do amigo do presidente.

Ao nosso atual governo tem sido atribuída a culpa pela ausência de determinados jornalistas que ao longo dos últimos anos teriam sido “retirados de cena”.

Lembremo-nos de que em 2004 o governo enviou ao Congresso a proposta do Conselho Nacional de Jornalismo numa tentativa de intervenção na atividade dos jornalistas.

Qual será o próximo passo?
Bloquear determinados acessos à internet?
Impedir o livre acesso à informação?
Manipular as eleições?

Envio esse e-mail com cópia para o deputado em quem votei e para diversos amigos, incluindo aqueles que trabalham com comunicação.

Continuar essa discussão será nosso primeiro passo.

Grande abraço,
Sérgio Pires
Estatístico
20-jan-2008

PS.: Tine, através desse e-mail autorizo que você divulgue o texto acima em seu blog se assim você o desejar.

Você é Estatístico? Interessou-se em publicar sua análise sobre o mundo que nos rodeia aqui? Então mande seu texto ou vídeo para nosso e-mail, não esquecendo de autorizá-lo para publicação.

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