Quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a queda de 0,99% do PIB no segundo trimestre, há duas semanas, não imaginava a polêmica que acabava de criar. Os economistas mais mal-humorados reclamaram do número, que estaria exagerado graças à manipulação incorreta de dados do setor de telecomunicações pelos técnicos do IBGE. Outros, mais conformados, se lembraram apenas de uma antiga piada: “Estatística é assim mesmo. Tire um ’s’ e vira esta titica.”
Felizmente, Sérgio Besserman, o presidente do IBGE, prefere os números às piadas e deve estar buscando a verdade por trás das estatísticas do PIB. O comediante da família Besserman, por sinal, é seu irmão mais novo, Cláudio. Ele mesmo, o Bussunda do “Casseta & Planeta”. Ambos sabem que os números, conforme o mensageiro, podem fazer rir (”quantos portugueses são necessários para trocar uma lâmpada?”) ou chorar (”o Brasil tem 50 milhões de miseráveis”).
Na telinha da TV, ou nas planilhas do IBGE, todo cuidado é pouco com as combinações dos dez inocentes algarismos arábicos.Dizem que os números não mentem. Mas eles são como as armas de fogo, que não matam. Quem aperta o gatilho são os homens. As estatísticas, assim como os economistas e os comediantes, podem ser boas ou ruins. Podem servir propósitos nobres ou vis. Podem ser honestas ou manipuladas. Ou, então, simplesmente distorcidas ao longo do tempo, como ocorre na brincadeira do telefone sem fio. “Deve-se tomar cuidado com elas”, diz o escritor Joel Best, autor do livro “Damned Lies and Statistics” (Malditas Mentiras e Estatísticas, em tradução livre, University of California Press, 196 págs., US$ 19,95), publicado há quatro meses nos Estados Unidos.
Ninguém melhor do que um americano para desvendar o lado perigoso das estatísticas. Os Estados Unidos são obcecados por números e têm estatísticas para tudo. Todas as manhãs, o presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan, aproveita o banho de banheira para ler milhares de levantamentos setoriais sobre o ritmo de atividade econômica. Lá, como aqui, a interpretação das estatísticas é fundamental para determinar a política de juros do banco central, que afeta o dia-a-dia das pessoas e das empresas.
O mundo é muito complicado e precisa de estatísticas para ser mais bem compreendido, defende Best, um bem-humorado professor de Sociologia e Justiça Criminal da Universidade de Delaware, na costa leste americana. “Mas deve-se pensar de forma crítica sobre os números, sejam eles quais forem”, diz. Uma vez, Best ouviu a seguinte pérola de um aluno, numa defesa de tese: “Todos os anos, desde 1950, o número de crianças americanas mortas por arma de fogo dobrou.” Desconfiado, checou a informação na fonte indicada, um artigo de jornal de 1995. A frase estava lá. Depois, Best fez as contas e concluiu. “Essa é a pior estatística social jamais produzida”, contou ao Valor, por telefone.
Aos números. Suponha que em 1950 tenha havido uma morte infantil causada por um disparo de arma de fogo. Em 1951, o número dobrou para dois. Em 1952, para quatro, e assim por diante. Em 1965, teriam sido assassinadas 32.768 crianças, mais de três vezes o número total de homicídios em todo o país naquele ano, segundo o FBI. Mas números assim são como coelhos e em 1970 a cifra estaria em 1 milhão de pessoas. Em 1980, em 1 bilhão. Três anos depois, teriam sido mortas 8,6 bilhões de crianças, o dobro da população do planeta! Em 1995, ano da publicação do artigo, teriam desaparecido 35 trilhões de crianças - um número realmente astronômico.
A estatística havia sido distorcida, descobriu Best. Segundo o Fundo de Defesa da criança, autor do estudo original, o número de infantes mortos a tiros havia dobrado desde 1950. Ao reconstruir a sentença, um jornalista distraído deu novo sentido à pesquisa, que depois ganhou vida própria nos trabalhos escolares e nas campanhas contra o porte de armas. Números errados, ou simplesmente exagerados, podem atrapalhar em vez de ajudar na solução dos problemas sociais, diz Best. “Muitas vezes, os exemplos terríveis são os casos raros. Eles são mais gritantes, mas acabam levando a ações que não resolvem os problemas reais e mais comuns”, observa.
Ele descreve no livro o fenômeno da “lavagem de números”. Como acontece com as mentiras, a repetição de um número errado durante muito tempo o torna
verdade absoluta, inquestionável. A fonte desaparece, mas o estrago permanece. Nos anos 80, as famílias americanas perderam o sono com a estatística apavorante de que sumiam 2 milhões de crianças por ano. Na verdade, muitas apenas fugiam de casa, reaparecendo logo depois. “O medo e o pânico desnecessário são um problema, pois as pessoas podem começar a se preocupar com as coisas erradas. Se você está preocupado com as crianças desaparecidas, não está preocupado com outras coisas, como a pobreza”, diz Best. “É mais difícil matar um império do que uma estatística ruim.”Isso ocorre porque a maioria das pessoas sofre de “innumeracy“, o equivalente matemático do analfabetismo (em inglês, “illiteracy”). Incapazes de interpretar os números, os pobres mortais simplesmente absorvem as estatísticas como elas são apresentadas. Pelo senso comum, por trás das estatísticas sempre tem alguém que entende de números. É verdade, mas as intenções de quem produz os levantamentos são determinantes em suas conclusões. As estatísticas podem virar armas em disputas em torno de problemas e políticas sociais, afirma Best. Elas têm sempre dois objetivos, um deles geralmente oculto. O objetivo público é dar uma descrição acurada e verdadeira da sociedade. O outro é dar apoio a visões particulares de certos problemas.
Durante anos, o Instituto do Tabaco nos Estados Unidos produziu inúmeras estatísticas para desmentir as evidências científicas de que o cigarro faz mal à saúde. Acabou desmoralizado, mas ajudou a manter o lucro da indústria por muito tempo. Os ativistas antifumo também fazem das suas. Recentemente, um jornal publicou a seguinte estatística: um quinto dos fumantes morre todos os anos por conta de doenças relativas ao consumo de cigarros. “Se fosse assim, o problema do fumo estaria resolvido rapidamente”, ironiza Best. Geralmente, os grupos de interesse são ótimos para questionar as estatísticas de seus oponentes, mas não têm o mesmo espírito crítico com os próprios números. A mídia, apressada e interessada em atrair o público, também contribui para aumentar a ignorância, divulgando sem verificar os números apresentados pelas indústrias e pelas ONGs.
O primeiro passo para detectar uma estatística ruim é desconfiar dos grandes números arredondados. Há 1 milhão de casos de abusos de velhos. Há 3 milhões de sem-teto nos Estados Unidos. Há 1 bilhão de pessoas no mundo vivendo com menos de US$ 1 por dia. “Um número grande e redondo é um indício de que alguém está chutando”, diz Best. Mas não se deve apenas descartar essas estatísticas. Elas podem ser verdadeiras e refletir problemas sérios. O importante é olhar os números de maneira crítica.
A dica é fundamental não apenas na aplicação de políticas públicas, como o controle da violência ou das doenças, mas também para as decisões dos investidores e homens de negócios. Alguém se lembra das incríveis estatísticas sobre o potencial de internautas e dos resultados das empresas da Nova Economia? Os incautos perderam muito dinheiro acreditando em números irreais. Só duvidaram das estatísticas depois que estourou a bolha da tecnologia no mercado acionário. De ativistas a políticos, de industriais a corretores, todos os grupos de interesse sofrem do mesmo problema. “A tentação de fabricar números vistosos é muito grande”, diz Best.
As estatísticas dos órgãos do governo também devem ser analisadas com cuidado. A maneira como são feitas as perguntas pode ajudar determinadas políticas que interessam ao governo, alerta o escritor. Nos Estados Unidos, os números oficiais tendem a ser menos distorcidos. Mas não estão imunes ao erro. No século XIX, a prostituição era considerada um grande problema. Em Nova York, dezenas de estatísticas eram produzidas para ajudar no combate ao “mal social”. Em 1833, os reformistas publicaram um estudo contando “não menos que 10 mil prostitutas”, o equivalente a 10% da população feminina da cidade na época. Em 1866, um bispo da igreja Metodista declarou que havia mais prostitutas do que metodistas em Nova York. Outras estimativas apontaram pelo menos 50 mil. Chamada a agir, a prefeitura começou a fazer o próprio levantamento. A Polícia de Nova York, responsável pelo combate à prática, contou apenas 1.223 prostitutas em 1872. Na época, as mulheres nova-iorquinas somavam meio milhão. No fundo, todos estavam mentido.
“Damned Lies and Statistics - Untangling Numbers from the Media, Politicians, and Activists”. Joel Best, 199 págs., US$ 19,95. University of California Press.
É claro que um estatístico não é dono da verdade!!! Só que não é apenas o estatístico que divulga dados estatísticos… temos muitos profissionais que não possuem essa graduação, mas que exercem essa (des)função!!! Estatística vai além de calcular médias e percentuais e é ai que muitos se perdem em suas análises. Não estou aqui para achar culpados, mas para começar a exigir que estatísticas sejam realizadas por estatísticos e que seja cobrado, acima de tudo, ética e responsabilidade na divulgação de informações por esses profissionais!!!
O vídeo é só para vocês refletirem sobre as mentiras da verdade e também para não esquecerem que 2008 é ano de eleição e muitas, muitas estatísticas!!! Aos que desejarem fazer uma paródia a realidade brasileira a letra da música encontra-se no Blog do Patricio Langa - Olhar Sociológico.
Feliz 2008 para todos!!!
“Ajude a divulgá-los, enviando-os por e-mail, colocando no seu orkut ou blog. Também estão disponíveis versões em alta resolução para você imprimir (em papel reciclado, claro) e distribuir para seus amigos. Todas as imagens utilizadas são registradas sob Creative Commons, e os autores estão creditados.”(ver texto original)
Vale lembrar que a Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2008 como “O Ano do Planeta“.
“O “Ano Internacional do Planeta Terra” é um projeto científico grandioso e ambicioso. Congrega doze importantíssimas organizações fundadoras, que são: 1. “International Union of Geodesy and Geophysics” (IUGG); 2. “International Geographical Union” (IGU); 3. “International Union of Soil Sciences” (IUSS); 4. “International Lithosphere Programme” (ILP); 5. “Geological Survey of the Netherlands TNO” (TNO); 6. “The Geological Society of London” (GSL); 7. “International Soil Reference and Information Centre” (ISRIC); 8. A consortium of the “International Association of Engineering Geologists and the Environment” (IAEG), the “International Society of Rock Mechanics” (ISRM) and the “International Society of Soil Mechanics and Geotechnical Engineering” (ISSMGE); 9. “International Union for Quaternary Research” (INQUA); 10. “American Geological Institute” (AGI); 11. “American Association of Petroleum Geologists” (AAPG); 12. “American Institute of Professional Geologists” (AIPG).
Dentre uma variada gama de objetivos, o “Ano Internacional do Planeta Terra” busca: reduzir riscos para a sociedade, através do conhecimento atual e de novas pesquisas; reduzir problemas de saúde da Humanidade, melhorando-se os aspectos médicos das ciências; descobrir novos recursos naturais e torná-los exploráveis em um modo sustentável; construir estruturas mais seguras; determinar o grau de participação humana nos fatores de mudança climática; melhorar a compreensão das condições do fundo do mar, relevantes para a evolução da vida; estimular nas sociedades os interesses pelas ciências; expandir o número de estudantes de ciências; aumentar os orçamentos para pesquisas; e promover exposição e aplicação das geociências.” (veja texto original)
No texto o autor, Thiago Cássio d’Ávila Araújo, diz: “O sucesso do “Ano do Planeta” depende, evidentemente, dos países que compõem a Ordem Internacional.” Mas ao meu ver o sucesso, não só para o Ano do Planeta, mas para todos os dias do Planeta, virá através da atitude de cada um perante ele.
Não se omita. Divulgue e Pense Nisso!!!
São Paulo, 27 de dezembro de 2007 - Wilson Gotardello Filho - Gazeta Mercantil
Muito popular até o início da década de 1990, as garrafas de vidro, que desapareceram dos pontos-de-venda com o surgimento das garrafas de plástico - as chamadas PET, estão voltando às gôndolas dos supermercados.
Antes de comentar esse post vou deixar meu lado publicitário falar um pouco… Eu adoro os comerciais da Coca-Cola (pronto falei!!!) e se você como eu também gosta, assista o vídeo abaixo…
Como uma empresa sai na frente??? Analisando seus dados estatisticamente e ficando sintonizada com as decisões que envolvem a economia. Mudar de pet para vidro não é uma coisa boa apenas para pessoas de baixa renda é uma coisa boa para o Planeta!!! Utilizar vidro significa, entre tantos benefícios, diminuir o volume de lixo gerado. Ainda não estamos estruturados para reciclar tudo o que consumimos. Espero que mais empresas como a Coca-Cola pensem sobre o assunto e reestruturem suas estratégias e pensamentos em relação ao meio ambiente.
03 de outubro, 2006 - 16h41 GMT (13h41 Brasília)
Um estudo feito por cientistas americanos afirma que comer demais é um vício para pessoas obesas.
O estudo feito pelo Brookhaven National Laboratory, de Nova York, foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science.
A equipe de cientistas que fez a pesquisa disse que os resultados podem ajudar a desenvolver novos tratamentos para obesidade.
Os pesquisadores estudaram os impulsos do cérebro de pessoas obesas. Todas elas usavam um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês), um aparelho implantado no corpo que ajuda a reduzir peso.
O ISG manda sinais eletrônicos para um nervo que repassa uma mensagem de saciedade para o cérebro, reduzindo a vontade de comer.
Para entender a interação entre o estômago e o cérebro, os voluntários tiveram seus cérebros escaneados duas vezes com um intervalo de duas semanas. Em um dos testes, o aparelho estava ligado, e no outro, desligado.
Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade
Gene-Jack Wang, cientista
Quando os voluntários estavam se sentindo saciados, o scanner mostrou mudança no metabolismo em partes do cérebro como o córtex orbitofrontal e o hipocampo, área do órgão associada com o comportamento emocional, o aprendizado e a memória.“Logo que vimos esses testes, logo me lembrei do que havíamos estudado sobre abuso de drogas, quando as pessoas estavam passando grande vontade (de tomar a droga) – as mesmas áreas do cérebro se ativaram”, disse o pesquisador do Brookhaven National Laboratory, Gene-Jack Wang, que liderou o estudo.
Segundo ele, isso corrobora a idéia de que há relação entre os circuitos do cérebro ativados pela alimentação e aqueles ligados ao consumo de drogas.
Apesar de a pesquisa ser uma amostragem pequena, afirmou Wang, ela ajuda a entender melhor a obesidade e o desejo de comer.“Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade.”
Para o professor Jimmy Bell, do grupo de imagem molecular do hospital Hammersmith, de Londres, o estudo é muito interessante.
“Há muita pesquisa sendo feita em todo o mundo procurando biomarcadores – qualquer coisa que mostre exatamente o que está acontecendo no processo biológico – para entender a relação entre apetite, saciedade e fatores emocionais que controlam o que nós comemos, quando nós comemos e quanto nós comemos”, disse Bell.“Não acho que seja surpreendente que eles tenham encontrado um elo entre o vício de drogas e comer demais. De certa forma, você pode encarar o ato de comer como uma ‘necessidade que vicia’ – se nós não fossemos viciados em comer, a maioria pararia de comer.”
Quem não deseja ter um corpinho sarado sem ter que fazer nenhum esforço??? Comer é muito bom!!! Mas tudo que é seguido de exagero prejudica, transformando o sonho do corpo sarado em garoto propaganda dos pneus Michelin!!! Então se você, assim como eu, não consegue se controlar, é melhor buscar ajuda ou encomendar um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês) para uso particular e permanente. Eu já encomendei o meu KaKaKa!!!
09 de outubro, 2006 - 17h02 GMT (14h02 Brasília)
Um novo método para tratamento de tumor de intestino pode diminuir as chances de recorrência da doença para até 1%.
O estudo do instituto britânico Conselho de Pesquisa Médica analisou testes de 1.350 pacientes na Grã-Bretanha, Canadá, África do Sul e Nova Zelândia.
A pesquisa se concentrou nos pacientes que tinham câncer no reto. Os resultados foram apresentados no Instituto Nacional de Pesquisas sobre o Câncer da Grã-Bretanha.
Cerca de 13 mil novos casos desse tipo de tumor de intestino – mais de um terço do total desse tipo de câncer – ocorrem todos os anos na Grã-Bretanha.
No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, surgem 25 mil novos casos anuais de câncer de cólon e reto.No mundo todo, estima-se que cerca de 500 mil pessoas sejam vitimadas pelo câncer no intestino, de acordo com a Agência Internacional para Pesquisa do Câncer.
Mas o que os médicos não têm como garantir é que todas as células doentes são retiradas com a cirurgia, deixando espaço para um retorno da doença – freqüentemente de uma maneira incurável.
Os testes realizados foram chamados de CR07 e compararam pacientes que receberam radioterapia antes da cirurgia e aqueles que receberam o tratamento de maneira seletiva, após a remoção.
Para o primeiro grupo, cinco aplicações diárias de radioterapia foram utilizadas nas duas semanas anteriores à remoção.
O segundo grupo fez a cirurgia antes, e aqueles que ainda apresentavam células cancerosas recebiam uma combinação de radioterapia com medicamentos, durante um período de cinco semanas.
O câncer de intestino retornou antes de cinco anos em uma pessoa em cada 20 no primeiro grupo. Até então, a chance de um paciente permanecer vivo após esse período era de 75%.
No segundo grupo, a recorrência da doença chegou a 17%, e a taxa de sobrevivência depois de cinco anos foi de 67%.A combinação de cirurgia, com a melhor remoção possível, e radioterapia cortou o risco de recorrência para cerca de 1%.
“Os resultados do CR07 mostram que a aplicação de radioterapia antes da cirurgia de remoção do câncer retal apontam um aumento considerável nas chances do paciente”, afirma o oncologista David Sebag-Montefiore, coordenador do estudo.
Rob Glynne-Jones, chefe médico da ONG Bowel Cancer UK e oncologista no hospital Mount Vernon, lembra, no entanto, que é preciso levar em conta os efeitos colaterais da aplicação da radioterapia.
É sempre melhor prevenir!!! Mas se não foi possível, temos que agradecer por pessoas se dedicarem em pesquisar curas e/ou soluções para amenizar problemas e prolongar a vida.
Menos açúcar para combater a acne
Dom, 16 Dez, 11h39 - Por Marco de Cardoso
Uma rotina alimentar com menos alimentos chamados glicêmicos, pode melhorar a sensibilidade à insulina e também ajudar a limpar o rosto da acne, a popular “espinha”, que tanto “assusta” os adolescentes.
Pelo menos é o que mostra um estudo feito pela Universidade RMIT na Austrália. A pesquisa australiana analisou 43 homens entre 15 e 25 anos que, em 12 semanas, passaram pela dieta de baixa carga glicêmica e que apresentaram redução no peso corporal, uma maior sensibilidade à insulina e diminuição do risco da acne.
Os estudos revelam que alimentos como pão e batata, que elevam os níveis de glicose no sangue, podem contribuir para o aparecimento da acne.
Já os cereais com muita fibra e os feijões,considerados como tendo um baixo índice glicêmico, ajudam a impedir o aparecimento deste problema.
O excesso de açúcar não é só prejudicial ao risco da acne ou obsidade… ele também contribui para o aparecimento de doenças como a diabetes. Vale a pena ler e conhecer um pouco sobre essa doença, para isso, clique aqui.




