75% aprovam prisão perpétua, diz pesquisa
18/04 - 12:21, atualizada às 15:19 18/04 - Agência Senado

O presidente do Senado, Renan Calheiros, divulgou durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), pesquisa do DataSenado sobre a violência. Segundo a pesquisa, 75% da população acha que a punição de caráter perpétuo resolveria a insegurança nas ruas. A maioria dos entrevistados também expressou o desejo de que haja punição dos criminosos, rigor na aplicação das punições e aumento das penas.

De acordo com a consulta, 87% das pessoas querem punição igual para adultos e menores criminosos. O presidente ressalvou, ao apresentar esse dado, que sua opinião é a de que a idade para a imputabilidade penal é apenas uma parte do problema.

Segundo a pesquisa, 69% da população defende que não haja teto de 30 anos para cumprimento de pena e 93% dos consultados não admitem benesses para crimes hediondos. Depois de defender a necessidade de vinculação orçamentária emergencial e temporária para a segurança pública, Renan informou que, ainda segundo a pesquisa, 93% das pessoas entendem que o combate ao crime requer mais investimentos em segurança pública, melhores salários para os policiais e compra de equipamentos, entre outras medidas.

A pesquisa do DataSenado é um reflexo da ansiedade da população em relação à situação de violência existente no país e uma demonstração da total falência do sistema atual de segurança pública, segundo o presidente do Senado.

A pesquisa Data Senado foi realizada durante os meses de março e abril com 1068 entrevistados em 130 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.


Eu já sou um pouco mais radical!!! Acho que deveríamos ter pena de morte!!! Morreriam uns 10 a 20 e os outros pensariam melhor no que iriam fazer da vida!!! Os que não merecessem pena de morte, deveriam pagar com serviços para a comunidade… de preferância quebrar pedra, abrir estradas, coisas assim… para ocupar a cabeça!!! Ou quem sabe, ainda, usar umas leis mulçumanas, como roubou corta-se a mão…. se deixarmos ele por um período ou para sempre na cadeia sem fazer nada, além de pagarmos a conta da estadia, mais mordomia
de visitas íntimas e colchões novos a cada rebelião, estamos criando um criminoso mais “animal” e sanguinário!!! Seremos reféns de nossa própria compaixão!!!

Nicotina pode interferir em quimioterapia
03 de abril, 2006 - 12h09 GMT (09h09 Brasília)

Especialistas da Universidade do Sul da Florida afirmam que a presença de nicotina no organismo humano pode comprometer a quimioterapia no tratamento de câncer.
De acordo com pesquisadores, a nicotina – o princípio ativo do tabaco – pode proteger as células cancerígenas da ação da quimioterapia.

O estudo foi apresentado à Associação Americana para Pesquisa do Câncer, em Washington, e será destaque na próxima edição on-line da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os testes foram feitos em células no laboratório, mas estudiosos afirmam que o mesmo efeito acontece no organismo de fumantes e ex-fumantes que fazem uso de chicletes ou adesivos de nicotina.

Durante os experimentos, foi constatado que as drogas gemcitabina, cisplatina e paclitaxel — normalmente usadas para tratar o câncer de pulmão — não agiram com a mesma eficácia quando havia presença de nicotina nas células doentes.

“Nossa descoberta explica porque pacientes fumantes têm uma perspectiva de cura pior do que aqueles que desistem do cigarro antes do tratamentoâ€, disse um dos pesquisadores à agência de notícias Associated Press.

A doutora Nithya Ramnath, especialista em tratamento de câncer de pulmão do Roswell Park Cancer Institute, no Estado de Nova York, concorda que pacientes de câncer têm de parar de fumar.

Ela ressalta que eles também devem evitar o uso de adesivos ou chicletes de nicotina.


Melhor é não precisar de quimioterapia… Hoje em dia todo mundo sabe sobre o mal que o cigarro pode causar… somos livres para escolher e responsáveis por nossas escolhas… é isso!!!

Estudo liga estresse no trabalho a doença cardíaca e diabetes
20 de janeiro, 2006 - 13h16 GMT (11h16 Brasília)

O estresse no ambiente de trabalho é um importante fator no desenvolvimento de doenças do coração e diabetes, segundo pesquisadores britânicos.

Já há muito tempo se conhece a relação entre o estresse e problemas de saúde, mas o estudo publicado nesta sexta-feira pela revista acadêmica British Medical Journal identificou pela primeira vez este processo biológico.

Os pesquisadores estudaram os históricos de saúde de 10 mil funcionários públicos britânicos e descobriram uma relação entre o estresse e a síndrome metabólica, uma condição que se manifesta, entre outras coisas, pela obesidade e a pressão alta.

“Funcionários com estresse de trabalho crônico têm mais do que o dobro de chances de ter a síndrome do que os que não têm este estresse, levando em conta outros fatores de riscoâ€, disse a líder da pesquisa, Tarani Chandola, da University College, de Londres, que liderou os trabalhos.

“O estudo fornece evidência para a plausibilidade biológica dos mecanismos de estresse psicossocial, ligando fatores estressantes do dia-a-dia com doenças cardíacas.â€

Variáveis

Durante o estudo, desenvolvido entre 1985 e 1999, os níveis de estresse relacionados ao trabalho dos participantes foram medidos quatro vezes.

Os pesquisadores também avaliaram os diferentes aspectos da síndrome metabólica, que designa uma série de fatores que causam doenças cardíacas e diabetes, como a alta pressão sangüínea e colesterol elevado, entre 1997 e 1999.

Variáveis como classe social, fumo, consumo de bebidas alcoólicas e falta de exercício foram levados em consideração.

A conclusão foi de que, quanto mais estresse as pessoas tinham no trabalho, maior era a probabilidade de elas apresentarem sintomas da síndrome metabólica.

Uma das possíveis explicações para isso, segundo os autores do estudo, é que a exposição prolongada ao estresse no trabalho afeta o sistema nervoso da pessoal.

Eles também sugerem que o estresse crônico pode reduzir a resistência biológica do trabalhador, afetando seu equilíbrio fisiológico.

O estudo também conclui que funcionários que têm cargos inferiores na hierarquia estão mais sujeitos a apresentar a síndrome metabólica, confirmando teorias de que o status social de uma pessoa está ligado à condição.


Então o negócio é não se estressar… tentar resolver as coisas da melhor forma possível… pois se estressando só você sai perdendo!!!

Em teste, vacina para diarréia tem 98% de eficácia
05 de janeiro, 2006 - 11h55 GMT (09h55 Brasília)

Resultados de dois estudos publicados na última edição do New England Journal of Medicine aumentam a esperança sobre o lançamento de uma vacina efetiva contra a causa mais comum de diarréia infantil.

Os estudos relatam testes sobre duas vacinas, Rotateq e Rotarix, contra os rotavirus, que matam cerca de 500 mil crianças anualmente em países em desenvolvimento e respondem por um terço das internações hospitalares por diarréia em todo o mundo.

Os estudos mostraram que as vacinas foram eficazes em 98% e 85% dos casos, respectivamente. Os estudos avaliaram 130 mil crianças.

O rotavirus é endêmico e as infecções ocorrem em quase todas as crianças até a idade de dois ou três anos.

A infecção pode provocar desde vômitos, febre, dores abdominais e diarréia grave até gastroenterite desidradante, que pode ser fatal.

Primeira vacina

No mundo em desenvolvimento, a infecção por rotavirus pode ser devastadora por causa da falta de acesso rápido a tratamento.

A busca por uma vacina efetiva e segura contra o vírus parecia ter terminado nos anos 1990, quando uma vacina anterior foi desenvolvida.

Mas ela acabou tendo de ser retirada do mercado após ter sido associada com uma condição rara, mas potencialmente grave, chamada intussuscepção, na qual o intestino dobra-se, bloqueando a passagem das fezes.

Em comentários publicados pelo New England Journal of Medicine, os médicos Roger Glass e Umesh Parashar, dos Centros Americanos para Controle de Doenças, disseram que os estudos são bem-vindos e mostram resultados promissores.

“Quando as vacinas forem licenciadas e usadas nos Estados Unidos e na Europa, deveríamos verificar uma redução substancial em hospitalizações no inverno, de visitas a médicos e de dias de trabalho dos pais perdidos por causa da diarréia dos filhosâ€, diz o comentário.

Porém eles advertem que “ambas as vacinas terão de demonstrar sua eficácia nas difíceis condições dos países em desenvolvimento se queremos atingir nosso objetivo de reduzir consideravelmente as mortes por diarréia no mundoâ€.


Essa com certeza é uma descoberta para se comemorar!!! A esperança é que funcione!!!

Brasileiro quer gastar mais, diz pesquisa; indústria comemora
Folha de S.Paulo -Consumo Consciente - 30 de Julho de 2007

Seis em cada dez brasileiros estão mais dispostos a ir às compras neste semestre. A perspectiva positiva se explica porque a situação de emprego, compras e dinheiro desses consumidores já foi melhor no primeiro semestre do ano quando comparada à igual período do ano passado.

É o que mostra levantamento da Ipsos realizado para o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) com mil consumidores entre os dias 22 e 29 de junho deste ano.

Para 61% dos entrevistados, a situação de compras será muito boa ou boa entre este mês e dezembro. Quando consultados em julho do ano passado, 56% haviam dado essa resposta.

Em junho deste ano, 39% responderam que a situação de compras foi muito boa ou boa no primeiro semestre de 2007.

“Essa disposição que quase dois terços dos consumidores mostram em comprar neste semestre reflete a melhoria na renda e no emprego, além do menor temor de enfrentar o desemprego”, diz Boris Tabacof, diretor do departamento de economia do Ciesp. “Os dados mostram que há uma enorme demanda reprimida para o consumo, o que é música no ouvido dos empresários.”

Na região Sudeste e nas classes D e E, a pesquisa constatou que os percentuais de consumidores com expectativa muito boa ou boa de comprar são maiores do que as demais, reflexo no último caso dos programas sociais.

O crescimento do emprego com carteira assinada contribuiu para que a confiança do consumidor tenha aumentado e ele mostre mais disposição em comprar, afirma Fábio Romão, economista da LCA Consultores. Foi criado 1,095 milhão de empregos formais de janeiro a junho no país, resultado recorde que superou o de 2004. “Desde fevereiro de 2005, o emprego com carteira cresce num ritmo mais acelerado do que o sem carteira.”

Em relação ao emprego, 35% responderam no mês passado que a sua situação foi muito boa ou boa. Em julho de 2006, esse percentual foi de 29%. Neste semestre, 60% acreditam que a situação de emprego será positiva. Nas classes D e E, cujos rendimentos são mais atrelados ao salário mínimo, que acumula há três anos ganhos reais, as respostas são ainda mais positivas. Para o Ciesp, os reajustes salariais dos últimos dois anos contribuem para que o consumidor esteja mais animado em relação às compras. Em 2006, em 86% dos acordos salariais houve aumento acima da inflação, segundo o Dieese.

Marcel Solimeo, economista da associação comercial, diz que a expansão do crédito, com juros e prestações menores e financiamentos maiores, também pesam para melhorar as expectativas de consumo.

Apesar de a pesquisa não detalhar o que o consumidor está mais disposto a comprar, o Ciesp destaca que cresce o consumo de importados. Em maio, estudo do Ipsos apontou que 18% haviam aumentado o consumo nos últimos dois anos.


O quê? Não estão consumindo seus produtos e/ou serviços??? Pela matéria acima é uma boa hora para você divulgar o que vende e/ou o que faz!!! Caso sejam de Curitiba, vou aproveitar para fazer propaganda de onde trabalho, Rádio 91 Rock News, Revista Perfil Náutico e Canal de Marketing.

Adolescência em risco
Por Fábio de Castro em 10/08/2007

Agência FAPESP – Adolescentes que trabalham consomem álcool, tabaco e outras drogas em quantidades expressivamente maiores do que jovens não-trabalhadores. Esse foi o principal resultado de um estudo realizado com 2.718 estudantes da rede estadual de ensino em Cuiabá.

A pesquisa foi feita em trabalho de doutorado de Delma Perpétua Oliveira de Souza, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), defendida no Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com orientação do professor Dartiu Xavier da Silveira.

Resultados do estudo foram publicados pelos dois autores na edição atual da Revista Brasileira de Epidemiologia, da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

Os pesquisadores trabalharam com a hipótese de que estudantes trabalhadores teriam padrões mais altos de utilização de drogas, mas a diferença surpreendeu. “Ao combinar diversas variáveis, identificamos que a chance de usar drogas ao longo da vida é 1,5 vez maior entre os jovens trabalhadores. É um padrão que chama a atenção e dá mais um motivo para achar que eles não deveriam trabalharâ€, disse Silveira à Agência FAPESP.

O estudo mostra que, entre os adolescentes trabalhadores, o álcool já foi usado por 81%, contra 64,8% dos não-trabalhadores. No caso do tabaco, a porcentagem é de 43,7% contra 26,8%, respectivamente. O uso de maconha foi feito por 8,6%, contra 4,4% entre os não-trabalhadores. A cocaína foi usada por 3,2% contra 1,4% e as anfetaminas por 6,9% contra 3,6%.

Os pesquisadores avaliaram uma amostra de 798 adolescentes trabalhadores e de 1.493 não-trabalhadores, matriculados na rede estadual de educação básica da área urbana de Cuiabá. As idades variaram de 10 a 20 anos. Um questionário de autopreenchimento foi aplicado em sala de aula, indagando sobre aspectos sociodemográficos, sociais e consumo das substâncias psicoativas.

O objetivo foi identificar o padrão de uso das substâncias ilegais, do álcool e do tabaco e quais fatores poderiam ser relacionados ou predizer o uso. Para identificar as interações entre as variáveis, a equipe adotou a técnica Chi-squared Automatic Interaction Detection (Chaid), um procedimento para modelagem de segmentação.

De acordo com Silveira, a técnica evitou os resultados exclusivamente descritivos dos testes estatísticos usados na maioria dos trabalhos com levantamentos epidemiológicos. “O trabalho teve uma amostra muito ampla, que possibilitou usar essa técnica estratificada de análise. Isso permitiu uma avaliação profunda de subgrupos, que revelou uma ampla diversidade de fatores de risco. Mas ficou evidente que o trabalho realmente influencia o uso indevido de drogas em todos os casosâ€, disse.

Para o professor da Unifesp, é provável que dois fatores principais aumentem o uso de drogas entre adolescentes trabalhadores: a inserção precoce no mundo adulto e o acesso à renda própria. “Podemos inferir isso, mas tudo sempre depende de uma combinação de fatores. Todo fator só se transforma efetivamente em fator de risco na medida em que se associa a outrosâ€, destacou.

Uso recente

Ao avaliar o uso recente (no último mês) de álcool, tabaco e outras drogas, os pesquisadores verificaram prevalências de 37,4%, 9,5% e 8,4%, respectivamente. O uso, no entanto, foi bem diferente entre adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores: 47,4% contra 32,1% para álcool, 13,6% contra 7,3% para tabaco e 11,1% contra 6,9% para as outras drogas.

Apesar de mais vulneráveis às drogas, os estudantes adolescentes que trabalham começaram a usar as substâncias mais tarde. A idade inicial do uso de álcool foi de 12,5 anos para os jovens que não trabalham, contra 13,1 para os outros.

O tabaco começou a ser usado com 13 anos e 13,7 anos, respectivamente. A idade inicial para outras drogas foi de 13 anos para os não-trabalhadores e 14,3 para os demais. Todos os resultados, segundo os autores, estão dentro da margem de erro.

Em relação às condições econômicas da família dos participantes do estudo,
apenas os adolescentes trabalhadores de famílias com níveis de renda mais baixos (C+D+E) mostraram-se associados ao uso recente de tabaco.

Entre os estudantes trabalhadores, os mais expostos às drogas foram os que afirmaram ter carga diária de trabalho de 4 a 8 horas e insatisfação com o trabalho. O estudo constatou maior uso recente de álcool entre os adolescentes que trabalham no setor secundário da economia, especialmente na construção civil.

Categorias de consumo

Em relação ao consumo de drogas no decorrer de toda a vida, excluindo-se álcool e tabaco, houve diferenças significativas para as diferentes categorias de uso, na comparação entre adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores.

O uso alguma vez na vida foi feito por 28,5% dos trabalhadores e 19,3% dos demais. No último ano, ficou em 15,9% nos trabalhadores e em 11,1% nos demais; no último mês, 5,1% e 4,9%. Entre os trabalhadores, 1,4% deles fizeram uso freqüente, contra 0,5% nos demais. O uso pesado foi constatado em 3,3% no primeiro grupo e em 1,1% no segundo.

A Organização Internacional do Trabalho estima que existam, em todo o mundo, 352 milhões de menores de 17 anos vinculados ao trabalho. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2001, revelou que, dos 5,4 milhões de crianças e adolescentes trabalhadores no Brasil, 4,4 milhões também estudam, enquanto 1 milhão apenas trabalha.

Para ler o artigo Uso recente de álcool, tabaco e outras drogas entre estudantes adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores, disponível na biblioteca on-line SciELO (FAPESP/Bireme), http://icpc.baylor.edu.


Pedir aos pais que evitem que seus filhos trabalhem é complicado, pois nosso país não dispõem ainda de uma política voltada à educação e desenvolvimento do cidadão. Nosso custo de vida é alto e hoje poder apenas estudar é um privilégio de poucos! Eu se pudesse, só estudaria e ensinaria… mas até professor tem que procurar outras fontes de renda para sobreviver!!! É lamentável a realidade da educação no Brasil!!!

Homens fazem menos em casa após casamento, indica estudo
BBC Brasil - 13/08/2007 - 12h06

Segundo o estudo, publicado no Journal of Family Issues, casais que moram juntos, mas não são casados, tendem a dividir o trabalho de forma mais equilibrada.

Depois de formalizar a união, porém, eles geralmente voltam a reproduzir o estereótipo social pelo qual as tarefas domésticas são responsabilidade da mulher.

Os pesquisadores da North Carolina State University e da George Mason University, ambas nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de entrevistarem mais de 17,6 mil pessoas nos 28 países.

Homens que moram com as suas parceiras, sem terem assinado o papel, disseram fazer mais tarefas em casa do que homens casados.

Por outro lado, mulheres que moram com os seus parceiros, mas não são casadas, relataram trabalhar menos em casa do que as casadas.

A tendência foi verificada até mesmo entre casais que tinham uma divisão igualitária antes de se casarem.

Metade do trabalho
Segundo o jornal The Times, que teve acesso ao estudo, de uma forma geral, os homens gastam em média 9,41 horas por semana com tarefas domésticas - menos do que a metade do tempo gasto pelas mulheres: 21,13 horas.

Ainda de acordo com o Times, os pesquisadores observaram ainda que quanto maior o índice de casamentos num país, maior a proporção de trabalho doméstico assumido pelas mulheres.

Os resultados indicam também que a mulher tende a brigar menos pelos seus direitos depois que se casa.

“O casamento é geralmente acompanhado de expectativas de permanência, que podem não existir num relacionamento de co-habitação”, diz, segundo o Times, o artigo publicado sobre o estudo no Journal of Family Issues.

“Co-habitantes, portanto, podem ser mais inclinados a barganhar de forma agressiva no que diz respeito a tempo e esforço em casa, e menos dispostos a fazer mais do que acreditam ser sua devida cota de trabalho.”


Lendo este texto, podemos concluir que casar é uma boa opção apenas para os homens…

Inspiração biológica
Por Thiago Romero em 10/08/2007

Agência FAPESP – Um trabalho pioneiro sobre planejamento de missão para veículos aéreos autônomos foi desenvolvido por Augusto Langer e Lucas Pontes e Silva, alunos do último ano do curso de Engenharia Eletrônica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), durante estágio de nove meses realizado em 2006 no Instituto DLR para Sistemas de Vôo (DLR), em Braunschweig, na Alemanha.

A inovação do estudo está na utilização de mapas probabilísticos de trajetória e algoritmos de otimização que imitam colônias de formigas. O trabalho, intitulado Probabilistic roadmaps and ant colony optimization for UAV mission planning, será apresentado no 6º Simpósio sobre Veículos Autônomos Inteligentes da Federação Internacional de Controle Automático (Ifac), em setembro, na França,

Segundo Pontes e Silva os mapas de trajetória probabilísticos são geradores de caminhos em um grafo – conjunto de pontos ligados por retas – por meio da inserção randômica de pontos em um espaço tridimensional. Com a conexão entre os pontos gerados, é possível escolher uma trajetória que satisfaça certos requisitos, como o desvio de obstáculos.

“O estudo utiliza esses mapas com algoritmos inspirados biologicamente, que tentam imitar fenômenos naturais na busca de soluções para problemas complexos. Para isso, construímos elementos artificiais baseados em formigas, que servem de guia para a solução do problema de determinação de uma trajetória para o veículoâ€, disse Silva à Agência FAPESP.

Silva explica que as formigas em uma colônia, na busca por alimentos, utilizam feromônio – substância química que, captada por animais de uma mesma espécie, permite o reconhecimento mútuo – para a comunicação e depositam a substância no caminho utilizado. Com isso, quanto melhor for o caminho, mais feromônio será depositado e maior a chance de as próximas formigas escolherem o mesmo trajeto.

“De maneira semelhante, no problema de planejamento de missão utilizamos um algoritmo para a divisão e ordenação das tarefas. Formigas artificiais foram criadas para percorrer um grafo e depositarem ‘feromônio’ sobre o caminho escolhido. O melhor caminho, que é aquele que tiver maior quantidade de feromônio depositado, determinará a ordenação entre as tarefas em que os veículos autônomos deverão percorrerâ€, descreveu.

De acordo com o outro autor brasileiro do trabalho, Augusto Langer, o planejamento de missão é o primeiro passo para o uso de qualquer veículo autônomo. “Muito embora seja sempre um operador humano quem determina qual missão o veículo deve cumprir, é desejável que exista um sistema que possa processar autonomamente comandos abstratos. Com o estudo, diminuímos a necessidade do comando pela ação humana. A trajetória de voar do ponto A até o ponto B é calculada automaticamente no computadorâ€, disse.

Trajetórias e tarefas

O principal resultado do trabalho foi a elaboração de um planejador de trajetórias para uma missão no contexto do projeto Artis, do Instituto DLR.

O projeto Artis (de Autonomous Rotorcraft Testbed for Intelligent Systems) tem o objetivo de criar uma plataforma de testes de algoritmos avançados para o desenvolvimento de novas tecnologias na área de veículos autônomos. Para isso, o projeto é centrado em dois helicópteros-modelo disponíveis comercialmente e adaptados para operar autonomamente.

Enquanto o planejador de trajetória criado pelos pesquisadores gera caminhos tridimensionais em um espaço com obstáculos, de modo que a trajetória final seja livre de colisões, o planejador de tarefas determina a melhor ordenação para minimizar o tempo da missão. “A principal característica de ambos é a utilização de métodos probabilísticos para encontrar soluções aproximadas para problemas computacionais complexosâ€, explicou Langer.

Os outros dois autores do artigo são Florian Adolf, doutorando no DLR responsável pela equipe de planejamento de missões, e o professor Frank Thielecke, diretor do Departamento de Engenharia de Sistemas Aeronáuticos na Universidade Técnica de Hamburg-Harburg (TUHH). No ITA, as atividades conjuntas do DLR e do TUHH são coordenadas pelo professor Karl Heinz Kienitz, do Departamento de Sistemas e Controle.

O artigo Probabilistic roadmaps and ant colony optimization for UAV mission planning ainda não está disponível na internet. Os interessados em obter uma cópia podem enviar um e-mail para augusto.langer@gmail.com

Para mais informações sobre o 6º Simpósio Ifac (IAV 2007), que será realizado entre os dias 3 e 5 de setembro, em Toulouse, na França, onde o artigo será apresentado por Florian Adolf,
clique aqui.


E você achava que não podería aprender nada com as formigas, hein??? Achei muito interessante e creio que temos muito o que aprender observando os animais e a natureza… Vamos aproveitar enquanto eles existem e buscar uma forma de salvá-los de nós mesmos!!!

Viagra pode diminuir estresse sobre o coração, diz estudo
25 de outubro, 2005 - 16h12 GMT (13h12 Brasília)

O Viagra, medicamento que combate a impotência, pode também reduzir os efeitos do estresse sobre o coração, de acordo com estudo feito pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.
O remédio, usado por milhões de homens em todo o mundo, pode diminuir o ritmo do aumento das contrações do coração pela metade.

O estudo, publicado na revista Circulation, constatou que o medicamento agia como um “freio”.

Mas especialistas britânicos advertiram que homens com problemas cardíacos devem conversar com o seu médico antes de tomar Viagra para garantir que um uso seguro do remédio.

O Viagra, também conhecido como sildenafil, ajuda os homens com problemas de ereção ao fazer com que os vasos sangüíneos genitais se expandam.

A equipe da Johns Hopkins mostrou anteriormente que o Viagra pode bloquear os efeitos de curto prazo de estresse hormonal no coração de ratos.

Mas acreditava-se que ele tinha pouco efeito direto sobre o coração dos seres humanos.

Contrações

Para o estudo foram observados 35 homens e mulheres, com uma média de 30 anos de idade e sem sinais prévios de doenças coronárias.

Todos receberam injeções de uma substância química semelhante à adrenalina chamada dobutamina, que eleva os batimentos cardíacos e intensifica a atividade da mesma forma que o estresse emocional ou o provocado por exercícios, ou que um ataque cardíaco.

Eles receberam depois, aleatoriamente, uma dose de 100 mg de Viagra ou um placebo, antes de receberem uma segunda injeção.

O funcionamento do coração foi avaliado antes e depois de cada injeção.

Depois da primeira injeção de dobutamina, a força da contração do coração aumentou em 150% em ambos os grupos.

O grupo que ingeriu o comprimido de placebo sentiu os mesmos efeitos depois da segunda injeção.

Mas no grupo que recebeu Viagra o aumento dos batimentos cardíacos foi menos intenso em 50%, resultando em um aumento menor do fluxo sangüíneo e na pressão sangüínea gerados pelo coração em resposta a estímulo químico.

Não foram observados efeitos colaterais no coração.

O Viagra ajuda a manter as ereções ao bloquear a ação de uma enzima que impede o relaxamento dos vasos sangüíneos no pênis.

A mesma enzima, chamada phosphodiesterase-5 (PDE5A), também está envolvida na quebra de uma molécula-chave que ajuda a controlar estresse e limita a expansão do coração.

Alerta

David Kass, o cardiologista que liderou o estudo, disse:
“Sildenafil efetivamente coloca um ‘freio’ no estímulo químico ao coração.”

Um maior conhecimento dos efeitos de sildenafil sobre o funcionamento do coração vai permitir uma avaliação mais segura da sua utilização como tratamento para problemas cardíacos.”

“Até agora, acreditava-se que substâncias como sildenafil não tinham efeito sobre o coração humano e que seu único propósito era vasodilatação no pênis e nos pulmões.”

Kass disse que mais estudos serão realizados para investigar os efeitos do uso imediato e de longo-prazo sobre o coração.

Charmaine Griffiths, da Fundação Britânica para o Coração, disse: “Viagra foi um avanço real no tratamento da impotência, que afeta quase a metade dos homens entre 40 e 70 anos”.

“A descoberta de que o Viagra afeta a pressão sangüínea não surpreende – antes de ficar conhecido como tratamento eficaz para a impotência, ele estava sendo desenvolvido por seus efeitos de abaixar a pressão sangüínea.”

Mas Griffiths acrescentou: “Se você tiver um problema cardíaco, deve consultar o seu médico antes de tomar Viagra”.

“Misturar este medicamento com outros para o coração ou tomá-lo se você tiver angina sem aconselhamento médico pode ser perigoso para pacientes cardíacos.”


O remédinho azul é poderoso mesmo!!! Mas como já foi dito na matéria, antes de tomar o Viagra ou qualquer medicamento, fale com seu médico, para que a diversão não se torne em tragédia!!!

Empresas fazem pouco contra Aids, diz pesquisa
01 de dezembro, 2003 - 14h05 GMT (12h05 Brasília) - Denize Bacoccina de São Paulo
As empresas estão preocupadas com o impacto da epidemia da Aids em seus negócios, mas não estão fazendo o suficiente na luta contra a doença.

A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Iniciativa Global de Saúde do Fórum Econômico Mundial, uma organização baseada em Davos, na Suíça.

A pesquisa, intitulada Negócios e HIV/Aids: Eu Quem?, ouviu 7.789 executivos de empresas em 103 países e mostra que 47% deles acreditam que a epidemia terá algum impacto nos seus negócios e 21% acreditam em um impacto elevado.

No entanto, apenas 6% das empresas ouvidas têm uma política interna formal, por escrito, sobre sua atuação em relação à doença.

‘Mérito do Brasil’

No Brasil, a situação é melhor do que a média - 24% das empresas brasileiras têm uma política específica para a doença.

O Brasil é um dos seis países onde programas específicas de combate à Aids são adotados por mais de 20% das empresas.

O nível de satisfação dos empresários brasileiros com as medidas adotadas pelas empresas também é superior, e chega a 59%.

Para Kate Taylor, diretora da Iniciativa Global de Saúde e coordenadora da pesquisa, embora o Brasil ainda tenha problemas de estigma e discriminação em relação à doença – fatos que afetam o ambiente de trabalho –, o importante é que há pessoas trabalhando ativamente para mudar essa situação.

O grande mérito do Brasil, na avaliação dela, foi ter atacado o problema de forma agressiva, logo no início da epidemia.

“Muito cedo o Brasil teve uma coalizão empresarial contra o HIV e algumas das empresas brasileiras tiveram os primeiros programas de conscientização e tratamento do mundo”, afirma.

Desconhecimento

A política interna das empresas inclui obrigatoriamente a garantia de não discriminação contra empregados contaminados com o vírus, confidencialidade sobre essas informações e pode evoluir para distribuição gratuita de preservativos e de remédios antiretrovirais.

Um quarto das empresas, no entanto, ainda podem exigir o teste de HIV antes da contratação e não proíbem explicitamente a discriminação de soropositivos, apesar das recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“É surpreendente como é pequeno o número de empresas atuando contra o HIV”, afirma Kate Taylor.

“Mesmo nas regiões do mundo mais afetadas pela doença a atuação das empresas é insuficiente”, avalia.

Essa não é, no entanto, a avaliação dos próprios empresários.

A pesquisa mostra que 37% dos entrevistados se disseram satisfeitos com a política adotada por suas empresas em relação à epidemia, e apenas 21% acreditam que a resposta deveria ser mais eficiente.

Ãfrica

A ameaça da doença para os negócios varia de acordo com a gravidade da epidemia no país.

Na Ãfrica Subsaariana, 89% dos executivos consultados acham que a Aids terá impacto nos negócios. Mas apenas quatro países da região adotam políticas específicas para combater a doença em mais de 20% das empresas.

A região africana tem cerca de dois terços dos casos da doença no mundo. A Unaids, agência das Nações Unidas para combate à Aids, estima entre 34 milhões e 46 milhões o número de pessoas contaminadas com o HIV em todo o mundo.

O número de novos casos este ano é estimado entre 4,2 milhões e 5,8 milhões e o número de mortes entre 2,5 milhões e 3,5 milhões.

Interesse

O relatório do Fórum Econômico Mundial argumenta que, embora a epidemia seja antes de tudo uma tragédia humana que atinge entre 34 milhões e 46 milhões de pessoas em todo o mundo, as empresas deveriam ter um interesse natural no assunto, porque ela afeta com mais força a população adulta, que compõem a mão-de-obra ou os consumidores das empresas.

A pesquisa mostra que, mesmo em países com índice de contaminação elevado, muitas empresas não vêem a doença como um problema.

Na média, apenas 7% das empresas estão muito preocupados com os efeitos da doença no absenteísmo dos empregados e redução da produtividade.

Na Ãfrica, no entanto, essa é a preocupação de 19% das empresas ouvidas na pesquisa, enquanto na América do Sul é de apenas 4% do total.

A região menos preocupada com essa aspecto é a Europa, justamente a região com menor incidência da doença.

‘Mais pesquisa’

As empresas também desconhecem a taxa de prevalência da doença entre os funcionários.

De acordo com a pesquisa, todas as empresas que forneceram a informação comunicaram ter índices menores do que os da população do país.

Para os pesquisadores, essa diferença pode ter duas explicações: ou a empresa não tem informações sobre os funcionários portadores do vírus ou a incidência da doença é realmente menor entre essa população.

A pesquisa mostra também que 16% dizem dar informações sobre a doença aos empregados, e 5% dizem fornecer remédios antiretrovirais – que no Brasil são fornecidos pelo governo federal – a todos os funcionários com a doença.

Para mudar a situação atual, o relatório sugere a realização de mais pesquisas sobre o assunto e a disseminação de informação sobre a doença e sobre a incidência dela entre os funcionários da empresas, para a elaboração de políticas de prevenção e tratamento mais adequadas.


Eu apoio todo o tipo de pesquisa sugerida, desde que com fundamentos estatísticos! Mas gostaria mesmo de saber porque a Europa tem o menor índice de Aidéticos??? Seria porque tem mais brancos…

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