Aumento de viagens aéreas é ‘risco para planeta’
04 de julho, 2004 - 11h23 GMT (08h23 Brasília)

O aumento das viagens aéreas é uma das maiores ameças ao meio-ambiente mundial, diz um estudo feito pela Universidade de York, na Grã-Bretanha.

O estudo diz que planos do governo britânico de expandir aeroportos estão e conflito direto com metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa.

Os autores do estudo, os professores John Whitelegg e Howard Cambridge, dizem que os gases poluentes emitidos por aeronaves estão aumentando.

Eles defendem que as companhias aéreas paguem taxas de poluição para compensar o dano causado.

O estudo diz que os governos da Grã-Bretanha e de outros países da União Européia (UE) têm planos para expandir a aviação comercial.

Recomendações

O estudo cria um modelo para lidar com a aviação nos próximos 30 anos, recomendando passos a serem tomados pelos governos da Grã-Bretanha e de outros países da UE, incluindo a suspensão da isenção de impostos concedida ao combustível usado em aviões.

O estudo diz que pelo menos 50% dos viajantes deveriam chegar aos aeroportos através de transporte público, e que jornadas de menos de 400 milhas (643 km) deveriam ser feitas de trem, em vez de avião, o que eliminaria 45% dos vôos.

O professor Whitelegg disse à BBC que, na Grã-Bretanha, seria necessário desenvolver as redes de trens de alta velocidade, para ligar todas principais cidades do país.

Ele disse: “No momento temos vôos baratos e algumas das linhas de trem mais caras do mundo. O certo seria o inverso”.

O estudo diz que o setor privado deveria ser incentivado a usar tecnologias como vídeo-conferências, para evitar viagens.

Os governos deveriam seguir o conceito adotado pelo aeroporto de Zurique, na Suíça, de limitar as emissões de todos os aeroportos e tratá-los como complexos industriais.

Whitelegg disse que o aumento das viagens aéreas tem sido “incentivado por generosos cortes de taxas e por subsídios do governo, e vai contra as políticas ambientais, principalmente contra os esforços para prevenir as consequencias do aquecimento global”.

Ele disse à BBC que uma taxa de poluição sobre vôos seria necessária para refletir “realidades ambientais”.

Ele disse que alguns governos estariam estudando a implementação dessa taxa, que poderia ser de 40 ou 50 libras (de R$ 220 ou R$ 250) por vôo.

“No fim, é o passageiro que pagaria esta taxa”.

O estudo, do Stockholm Institue da Universidade de York, será publicado na segunda-feira.


Uma pesquisa de 2004 que está cada vez mais vívida em nosso cotidiano. Mas se formos olhar nossas ferrovias… rodovias… apesar de ocorrem tragédias aéreas, voar ainda é mais seguro!!! Mas se for para votar… se for viajem de trabalho, prefiro a video-conferência… se for para descanço… um navio… ou um bom carro…. são as melhores pedidas!!!

Classe trabalhadora envelhece mais rápido, diz estudo
20 de julho, 2006 - 15h28 GMT (12h28 Brasília)

Trabalhadores manuais, de classe social mais baixa, parecem envelhecer mais rápido, dizem cientistas britânicos.

Há muito se sabe que fatores como saúde, alimentação e exercício físico estão associados ao envelhecimento e menor expectativa de vida.

Mas um novo estudo, feito por especialistas do St. Thomas Hospital, em Londres, em parceria com cientistas americanos sugere que outros fatores, ainda inexplicados, entrariam em jogo no processo.

Os cientistas acreditam que a raiz do problema estaria no estresse provocado pela baixa auto-estima, insegurança no trabalho e falta de controle sobre a vida pessoal na classe trabalhadora, diz o jornal britânico Times.

A pesquisa, coordenada pelo cientista Tim Spector, vai ser publicada na revista especializada Aging Cell.

Gêmeas

Tim Spector recrutou 751 duplas de mulheres britânicas gêmeas, idênticas e não-idênticas, com idades entre 18 e 75 anos.

As voluntárias foram classificadas de acordo com cinco grupos sócio-econômicos reconhecidos e tiveram seus cromossomos examinados pelos especialistas.

Os cromossomos são protegidos por estruturas chamadas telômeros.

Essas estruturas asseguram que a informação genética (DNA) relevante de uma célula seja perfeitamente copiada quando ela se duplica.

Os telômeros também protegem os cromossomos, de uma forma geral, contra a deterioração.

Cada vez que uma célula se divide, os telômeros se encurtam ligeiramente e nunca se regeneram.

Em um determinado momento, de tão curtos, não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão.

Por conta disso, os cientistas acreditam que os telômeros estejam associados ao envelhecimento biológico.

Spector e sua equipe constataram que há uma diferença no comprimento dos telômeros de pessoas da classe trabalhadora, mais especificamente, aquelas que fazem trabalhos manuais.

Para o estudo, profissionais liberais e mulheres que fazem trabalhos manuais foram colocadas em categorias diferentes.

Os índices de encurtamento dos telômeros dessas mulheres, todas da mesma idade, foram medidos.

O grupo de trabalhadoras manuais apresentou telômeros mais curtos, indicando um envelhecimento de, em média, sete anos a mais.

“Estamos falando de uma diferença de sete anos em perda de telômeros em pessoas da mesma idade e peso, com os mesmos hábitos em relação a fumo e exercícios, mas que são trabalhadoras manuais ou profissionais liberais”, disse Spector ao Times.

Estresse Oxidativo

Os cientistas compararam também os comprimentos de telômeros em 17 casais de gêmeas com 47 anos de idade, criadas juntas, mas que, quando se casaram, passaram a integrar classes sociais diferentes.

Em doze dos casais, a diferença no índice de envelhecimento foi ainda maior, subindo para nove anos.

“A idéia é que o estresse psicológico ou a perda de controle possa ter um impacto biológico”, disse Spector.

Para o cientista, esses fatores poderiam provocar um aumento nos níveis de estresse oxidativo no corpo, fazendo as células envelhecerem mais rápido.


Um estudo bem interessante… Vamos ver se conseguimos achar as conclusões finais desse trabalho. No Brasil temos muitos trabalhadores manuais, pode ser de grande valia.

Ozônio piora aquecimento global, diz estudo
25/07/2007 - 15h52 - Deborah Zabarenko - Da Reuters

Presença de gás nas camadas baixas da atmosfera desestimula crescimento de plantas. Aumento da substância no ar ocorre por conta de emissões industriais e de veículos.

Os efeitos do geralmente desprezado gás ozônio, que tem aumentado seus níveis paulatinamente perto da superfície terrestre desde 1850, poderiam prejudicar seriamente o desempenho das colheitas e aumentar o efeito do aquecimento global ainda neste século. A advertência foi dada por um grupo de cientistas nesta quarta-feira (25).

O ozônio na troposfera — a camada mais baixa da atmosfera — prejudica plantas e afeta sua capacidade de absorver dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa cuja liberação na atmosfera acelera a mudança climática, escreveram os pesquisadores em artigo publicado na edição desta semana do periódico científico “Nature”.

Embora o dióxido de carbono seja o principal acusado quando o assunto é aquecimento global, ele também tem um efeito benéfico para o crescimento de plantas, e o ozônio anula esse efeito, segundo Stephen Sitch, climatologista do Escritório de Meteorologia do Reino Unido.

“Conforme o CO2 [dióxido de carbono] aumenta na atmosfera, isso estimula o crescimento de plantas”, diz Sitch. Ele afirma que muitas simulações científicas que predizem o impacto do aquecimento global incluíram esse efeito, mas “não incluíram outro efeito, o efeito negativo do ozônio prejudicando a produtividade”.

As plantas e o solo atualmente reduzem o aquecimento global ao armazenar cerca de um quarto de todas as emissões humanas de dióxido de carbono, mas isso pode mudar se o ozônio nas camadas mais baixas da atmosfera aumentar.

Projeções desse crescimento do ozônio indicam “reduções significativas na produção de plantas e nas colheitas regionais”, afirmaram os cientistas, em nota.

O efeito fertilizante do dióxido de carbono pode ser poderoso, segundo Sitch e seus colegas, aumentando a produtividade global das plantações para 88,4 bilhões de toneladas por ano. Mas esse número não leva em conta o efeito do ozônio: com isso incluído, o poder de fertilização do dióxido de carbono cai para 58,4 bilhões de toneladas.

Sem contar o ozônio aumentado, simulações anteriores subestimaram a quantidade de dióxido de carbono que ficará na atmosfera, disse Sitch. Os efeitos danosos do ozônio nas plantas significam que elas sugarão menos dióxido de carbono da atmosfera, deixando mais desse composto contribuindo para o aquecimento.

“O dióxido de carbono é o maior gás causador do efeito estufa, mas o ozônio está reduzindo a produtividade das plantas em uma quantidade apreciável”, diz Sitch.

As quantidades de ozônio troposférico dobraram desde meados do século 19, por conta de emissões de veículos, processos industriais e queimadas.

O ozônio normalmente é visto como herói do ambiente, ao proteger a Terra contra raios ultravioleta do Sol. Mas esse efeito só é positivo quando o ozônio está na estratosfera; na troposfera, ele é considerado um poluente.


Pobre ozônio… agora virou vilão… o meio ambiente vem pedindo socorro há décadas… nossos heróis estão morrendo… os próximos seremos nós!!!

Peso saudável ajuda longevidade, diz estudo
20 de julho, 2007 - 08h23 GMT (05h23 Brasília)

Manter um peso saudável pode ajudar as pessoas a terem uma vida mais longa ao limitar a exposição do cérebro a insulina, de acordo com com cientistas nos Estados Unidos.

Um estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos sinais de insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.

Em artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar estilo de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de insulina em seres humanos e pode ter o mesmo efeito.

Segundo especialistas, se isto for comprovado, a insulina será apenas um dos muitos fatores, tais como genes, que influenciam a longevidade.


Proteína IRS2

Pesquisas anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais sugeriram que reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue, pode aumentar a longevidade.

O mais recente estudo examinou os efeitos de uma proteína, IRS2, que transmite os sinais da insulina até o cérebro.

Ratos que tinham a metade da proteína tiveram vida 18% mais longa do que os ratos normais.

Apesar de ter peso excessivo e altos níveis de insulina, os ratos tinham maior atividade quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de glicose faz lembrar o de ratos mais jovens.

Os pesquisadores disseram que os ratos geneticamente modificados viviam mais tempo porque doenças letais, como câncer e problemas cardiovasculares, estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do sinal de insulina no cérebro, embora os níveis de insulina em circulação sejam altos.

Segundo eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que reduzam a atividade do IRS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles tenham que ser específicos para o cérebro.

Problema de peso

O chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes, em Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta alimentar saudável.

White disse que a descoberta apresenta “um mecanismo para o que a sua mãe lhe disse quando você estava crescendo - tenha uma boa dieta e faça exercício, para se manter saudável”.

“Dieta, exercício e peso baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a insulina.”

“Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de insulina necessária para manter a sua glicose sob controle quando você come.”

“Assim, o cérebro é exposto a menos insulina.”

A equipe de pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de ligações entre os sinais de IRS2 e a demência.

A demência estaria associada à obesidade e a altos níveis de insulina, de acordo com trabalhos científicos anteriores.

Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK, disse: “Este é um estudo interessante pois o trabalho feito com ratos pode sugerir que insulina desempenha um papel no processo de envelhecimento.”

“Apesar disso, nós estamos examinando várias interações extremamente complexas de genes no cérebro e esta pesquisa não explicou ainda como este mecanismo pode estar funcionando.”

Hunt disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando, apesar da crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os níveis de insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores envolvidos.

“Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa principal mensagem, da importância de ter um estilo de vida saudável.”



A última frase disse tudo!!! Um estilo de vida saudável, garante acima de tudo, tranqüilidade!!!

Opinião de blogueiros vale mais, diz estudo
Segunda-feira, 23 de julho de 2007 - 09h29
Estudo revela que usuários dão mais valor a informações publicadas por amigos.

De acordo com o levantamento do grupo E.LIFE, que analisou os dados de 5 mil internautas que publicam conteúdo na web, 74% deles são jovens com menos de 25 anos.

Só 5% dos blogueiros ou donos de comunidades no Orkut, por exemplo, tem mais de 40 anos.

O estudo revela ainda que blogueiros e donos de comunidades têm elevado poder de disseminar informações, promover ou prejudicar a imagem de produtos e empresas.

A E.LIFE cita estudo da Forrester Research que aponta a opinião de amigos e conhecidos como mais valiosa que as informações veiculadas na mídia, por exemplo.

Assim, avalia a E.LIFE, as informações recebidas de amigos em redes sociais tendem a ser absorvidas com maior valor pelos usuários do que dados divulgados em meios tradicionais.

Segundo o estudo, as ferramentas de web 2.0 representam grandes oportunidades de marketing viral para divulgar ações, idéias e produtos.

A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, mais de 80% do conteúdo gerado pelo usuário está concentrado em 7 ferramentas. São elas o Orkut (50,78%), Blogger (13,48%), Blogspot (11,55%), Wordpress (2,96%), ReclameAqui.net (2,22%), YouTube (2,19%) e Flickr (1,10%).


É isso ai pessoal!!! Sim, sou parte dessa estatística… estou no Orkut.com e tenho comunidades… estou aqui no Blogger.com onde procuro publicar resultados de pesquisas já divulgados por instituições idôneas!!! E meu blog preferido é o www.verdadeabsoluta.net!!!

Estudo realizado por oito universidades traça o perfil do engenheiro na economia globalizada
Por Thiago Romero – 12/12/2006

Traçar o perfil do engenheiro na economia globalizada e mostrar quais são os principais requisitos para a prática da profissão. Esse é o objetivo do estudo Excelência em engenharia global, desenvolvido por oito universidades de seis países, entre elas a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), cujos resultados serão apresentados hoje (12/12), em São Paulo.

O trabalho é uma iniciativa da AG Continental, empresa alemã do setor automotivo, e foi conduzido pela Universidade Técnica Darmstadt (Alemanha), em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e o Instituto de Tecnologia da Geórgia (dos Estados Unidos), a Escola Politécnica Federal de Zurique (Suíça), as universidades Tsinghua e Jiaotong (da China) e a Universidade de Tóquio (Japão), além da Poli/USP.

Os pesquisadores envolvidos no projeto analisaram fatores históricos, econômicos e sociais de cada país, desafios do mercado e necessidades da indústria em relação à força de trabalho dos engenheiros. O trabalho aponta que ter formação de nível superior consistente não é garantia de um bom desempenho no mercado de trabalho: o engenheiro tem de se preparar para atuar em escala global.

“A condição básica para as carreiras de engenharia é ter capacidade técnica. No entanto, mais do que nunca, é preciso ter flexibilidade para entender a dinâmica dos mercados globais e isso vai além das habilidades aprendidas nas disciplinas acadêmicas tradicionais”, disse Paulo Carlos Kaminski, professor do Departamento de Engenharia Mecânica, à Agência FAPESP. Kaminski representou o Brasil no trabalho, ao lado do professor Márcio Lobo Netto, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli/USP.

Além de ressaltar o que deve ser aperfeiçoado em cada uma das partes envolvidas no processo de profissionalização do engenheiro, incluindo instituições de ensino, governo e indústria, Kaminski explica que o estudo servirá de base para a reflexão sobre deficiências na grade curricular tradicional, à medida que um dos desafios é tornar a competência global uma qualificação central nos programas de graduação e pós-graduação.

“A proposta não é criar novas disciplinas específicas, mas usar técnicas de aprendizagem em que um mesmo projeto é desenvolvido por equipes de várias nacionalidades. Enquanto a universidade deve priorizar a internacionalização dos alunos dentro do currículo de engenharia, os governos precisam diminuir as barreiras da mobilidade que inviabilizam o intercâmbio de pesquisadores”, sugere Kaminski.

Projetos inovadores

Para o professor da Poli, uma atividade que vem despertando o espírito empreendedor dos alunos de engenharia é o Partners for the Advance of Collaborative Engineering Education (Pace). Trata-se de um programa educacional da General Motors feito em parceria com universidades de vários países, entre elas a Poli, em que estudantes de graduação desenvolvem a distância projetos de veículos.

“Essa é uma forma de desenvolver competências que naturalmente favorece a internacionalização, sem grandes mudanças curriculares na instituição de ensino. Nesse caso, a empresa fornece toda a infra-estrutura para as universidades e os alunos desenvolvem projetos em sistemas automotivos de interesse global”, disse.

Outro ponto favorável são os programas de duplo diploma, implementados pelas oito universidades que participaram do estudo. A metodologia de ensino, que tem como base a internacionalização da pesquisa científica, foi adotada há quatro anos nos cursos de graduação da Poli, em parceria com instituições de ensino da Europa.

“Como é nítida a importância que as empresas globais dão à dupla graduação, pelo menos 15% dos nossos alunos recebem no final do curso um diploma da Poli e outro de uma universidade do exterior, após um amplo processo de intercâmbio acadêmico”, afirma Kaminski.

Segundo ele, há uma tendência crescente no número de alunos formados no Brasil, em especial nas universidades privadas. “Em 2004, mais de 27 mil estudantes foram graduados e, em 2006, teremos algo em torno de 30 mil. O importante é ressaltar que as boas escolas de engenharia no país têm conseguido implementar programas que permitem a internacionalização desses alunos durante a graduação”, disse.

A íntegra do estudo está disponível no site www.global-engineering-excellence.org em inglês e alemão. Uma versão resumida do trabalho será lançada até o fim do mês em 12 idiomas, incluindo português.


Cai na estatística como variável aleatória… eu queria ser Engenheira Química… mas passei na segunda opção, na segunda chamanda e no dia do meu aniversário… (risos) encarei como uma oportunidade… e por fim me apaixonei!!! Logo, logo, serei Estatística!!! Agora se você deseja ser Engenheiro não pode deixar de ler o estudo completo… o que está esperando??? Mãos à obra!!!

Estudo mostra que maconha aumenta risco de esquizofrenia
25 de Julho de 2007 - 11:43

Pesquisadores da Universidade de Zurique afirmam que existe uma ligação entre o hábito de fumar maconha e o desenvolvimento de esquizofrenia. O estudo publicado provoca agora um grande debate na Suíça.

O primeiro indício surgiu após os pesquisadores terem verificado um forte aumento de casos de esquizofrenia entre jovens durante os liberais anos 90. Não se sabe, porém, quantos desses pacientes utilizaram cannabis, afirmam os críticos.

O estudo analisou dados de aproximadamente oito mil pacientes (homens e mulheres) no cantão de Zurique, acolhidos nos hospitais pela primeira vez por esquizofrenia entre 1977 e 2005. Os anos 90 apresentaram uma incidência elevada em determinadas faixas etárias, sobretudo devido ao uso de cannabis.

Dentre os resultados do estudo, apresentado publicamente no início da semana, ficou claro que rapazes na faixa etária entre 15 e 19 anos tinham três vezes mais probabilidade de desenvolver a doença e duas vezes para o mesmo grupo entre 20 e 24 anos, do que em outras décadas.

Wulf Rössler, co-autor do estudo, revelou à swissinfo que os esses e outros resultados provavam uma direta ligação com o consumo da maconha.

“Sabemos através de outros estudos experimentais, que a cannabis pode causar psicose. Porém agora conseguimos estabelecer pela primeira vez uma ligação clara entre ela e a esquizofrenia”, declarou.

“O risco de desenvolver esquizofrenia tem uma relação direta com o grau de consumo. No caso dos usuários ocasionais, o risco não aumenta. Porém se a pessoa fuma regularmente a maconha, ou diariamente, durante um período de anos, então os riscos aumentam de duas até três vezes”.

Não convincente

Porém o Ministério da Saúde não está convencido do estudo apresentado, lembrando de outro inexplicável salto dos casos de esquizofrenia durante os anos 80 e pelo fato de que o histórico de consumo de drogas de cada paciente e outros detalhes médicos continuarem desconhecidos.

“O estudo não revela o histórico médico dos pacientes, como o nível de consumo de substâncias psicoativas ou outros fatores que podem levar a uma psicose”, explica o comunicado publicado pelo Ministério da Saúde. “A conexão entre a esquizofrenia e o consumo de cannabis continua, a nosso ver, não esclarecida”.

Ambros Uchtenhagen, renomado especialista em questões ligadas ao consumo de drogas no Instituto de Medicina Social e Preventiva, com sede em Zurique, considera positiva a publicação do relatório, mas não esconde algumas ressalvas. “Os resultados são puramente hipotéticos e não devem ser deturpados de forma nenhuma, particularmente para fins políticos, como dizer que agora sabemos que a cannabis produz esquizofrenia”, afirma.

Alerta

“Ninguém sabe se essas pessoas já utilizaram cannabis. Essa é uma hipótese interessante e um convite para se olha mais de perto o que aconteceu”.

Representantes do Instituto Suíço de Prevenção às Drogas e aos Problemas de Álcool declararam considerar a hipótese “muito plausível”, mas não uma prova. Eles lembram que outra pesquisa sugere a conexão entre cannabis e a esquizofrenia.

O porta-voz do órgão, Gerlind Martin, alerta as pessoas vulneráveis quanto ao consumo de drogas.

“Jovens vivendo seu estágio de desenvolvimento e adultos que estão passando por fases difíceis da vida não devem consumir nenhuma forma de drogas, incluindo também a maconha”, diz.


CANNABIS NA SUÍÇA

Um relatório das Nações Unidas publicado no início do ano mostra que o consumo e a produção de maconha na Suíça aumentaram. Quase 10% dos habitantes na faixa etária de 15 a 64 anos usariam a droga.

Porém uma pesquisa do Instituto Suíço de Prevenção à Droga e aos Problemas de Álcool, publicada em fevereiro, mostrou a primeira queda de consumo entre os jovens nos últimos vinte anos.

Um questionário de saúde aplicado em 2002 mostrou que 28% das pessoas entrevistadas, com idades entre 15 e 39 anos, já haviam fumado maconha pelo menos uma vez na vida.

Um grupo de políticos e especialistas em drogas lançou no ano passado uma campanha para descriminalizar a cannabis. Seu principal objetivo é permitir a compra, possessão e consumo da droga sob condições controladas a partir de um plebiscito nacional. A votação não deve ser realizada antes do ano que vem.

ESQUIZOFRENIA

A esquizofrenia é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma coleção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios, embotamento emocional, com perda de contato com a realidade, causando, talvez, um disfuncionamento social crônico.

É hoje encarada não como uma doença única mas sim como um grupo de patologias, atingindo todas as classes sociais e grupos humanos.

A sua prevalência atinge 1% da população mundial, manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, nos homens e nas mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade.


Cruel!!! Tá ficando fácil publicar pesquisas… creio que antes de criar polêmica eles deveriam é consultar um Estatístico!!!

Estudo mostra que carinho exagerado a mulheres infartadas é prejudicial na recuperação
Ed. 480 - 30/07/2007 - Diário de São Paulo

As mulheres infartadas que são extremamente apoiadas e mimadas pela família correm um risco três vezes maior de sofrer um novo ataque quando comparadas às outras pacientes. Esse é o resultado de um estudo, realizado nos Estados Unidos, que avaliou o comportamento de homens e mulheres pós-ataque diante do apoio dos parentes e amigos.

Segundo a pesquisadora Karina Davidson, o fato de a paciente contar com muita gente que a ama e que está preocupada com sua saúde circulando ao seu redor pode aumentar o estresse e desencadear um novo infarto, potencialmente fatal. Isso geralmente acontece porque essas mulheres se sentem pressionadas a melhorar, pois acreditam ser responsáveis por tomar conta de todos que estão ao seu lado.

A médica ainda chama a atenção para o fato de que parentes e amigos nervosos podem inadvertidamente desencadear conflitos ou discutir de maneira repetida problemas emocionais, o que muitas vezes causa estresse no paciente.

A diretora do departamento de psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ana Lúcia Alves Ribeiro, no entanto, discorda da pesquisa, embora não tenha dados científicos sobre o assunto. “Acho que o carinho e a atenção nunca fazem mal. Pela minha experiência, os pacientes se recuperam mais rápido quando têm o apoio da família”, comenta a especialista.

Mas, segundo Ana Lúcia, os familiares devem evitar incluir o paciente nos problemas de casa durante o tratamento. “Muitas vezes, os parentes acabam contando o que aconteceu de ruim na ausência do paciente e isso não é bom. O ideal é falar de todas as coisas boas para que a recuperação seja mais rápida e eficiente”, recomenda a psicóloga, que dá orientação à família quando isso acontece. Para a especialista, que também trabalha no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, os parentes nunca devem abandonar ou dar pouca atenção ao paciente.

O estudo, no entanto, não encontrou este tipo de reação entre os homens cardiopatas. Esses pacientes nem sempre agem com reciprocidade pela mobilização da família. Segundo a pesquisadora americana, suas conclusões relativas às mulheres não se baseiam na ciência e sim na intuição. Mas a sua estimativa de risco é compatível com um estudo de 139 homens e 71 mulheres, realizado na Nova Escócia, Canadá.

Karina Davidson usa dados para validar o que diz… já Ana Lúcia Alves Ribeiro utiliza a experiência… difícil escolher um lado para defender, pois acho que as duas estão certas!!! Muitas pessoas acham que passam a ser pesos para a família então se estressam… outras acham quem não gostam dela e se estressam… acho que devemos fazer uma média ponderada!!!

Estudo realizado no Brasil mostra que vacina contra Aids é promissora
Época Online = 29/11/04 = Ciência E Tecnologia - 29/11/2004

Uma vacina contra a Aids pode ser promissora no combate à doença. É isso que revelam testes feitos com o medicamento em pacientes infectados pelo vírus HIV no Brasil.

De acordo com uma pesquisa publicada online na revista Nature Medicine, após quatro meses da aplicação da vacina, houve uma redução de mais de 80% na taxa de linfócitos CD4 dos pacientes. Esses linfócitos são o principal alvo dos vírus.

Dos 18 pacientes que receberam a vacina, oito apresentavam reduções da carga de vírus HIV de mais de 90%, e 4 tinham uma concentração tão baixa que os impedia de transmitir o vírus a outras pessoas.

A vacina só pode ser usada como forma de tratamento à doença, e não como prevenção. Os estudos são realizados por cientistas do Centro Biomédico de Saints-Pères, em Paris, e da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife.


Não consegui achar mais resultados… se alguém souber… avise que publico
aqui.

Estudo mostra que 84% dos alunos da rede pública nas capitais convivem com a violência nas escolas
Ed. 471 - 28/05/2007 - Agência Brasil

Em pesquisa feita com 12 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal e de cinco capitais brasileiras, 84% dos alunos afirmaram que existe violência dentro da escola.

Cerca de 37% dos estudantes já foram vítimas de furtos e 4,7% já apanharam na escola. O estudo, feito pela pesquisadora Miriam Abramovay e que será publicado pela Unesco, foi realizado em 143 escolas da rede pública de ensino no Distrito Federal e em Belém, Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.
Os dados da pesquisa foram apresentados nesta quarta-feira na abertura do Congresso Ibero-Americano sobre Violência nas Escolas. O evento tem o objetivo de apresentar resultados de pesquisas e incentivar a troca de experiências para a elaboração de políticas públicas para o enfrentamento da violência escolar.

A pesquisadora Miriam Abramovay, professora da Universidade Católica de Brasília e vice-coordenadora do Observatório sobre Violência nas Escolas no Brasil, revelou ainda que 21,7% dos entrevistados dizem já ter visto canivetes no ambiente escolar e 12,1%, revólveres.

A percepção de violência entre os alunos é alta, mesmo entre aqueles que consideram a escola “boa-ótima”. A proporção de alunos que dizem que existe violência na escola varia de 90,7% (alunos que consideram a escola “péssima-ruim”) a 78,3% (alunos que consideram a escola “boa-ótima”).

E agora José??? Para onde vamos mandar nossas crianças… se já não podemos mais ficar tranquilos ao saber que estão na escola??? Isso é triste, muito triste!!!

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