22 de abril, 2002 - Publicado às 14h13 GMT
Um estudo publicado na revista Nature Genetics afirma ter identificado um gene que, caso apresente defeitos, duplicaria as chances de mulheres desenvolverem câncer na mama.
Cientistas acreditam que o gene CHK2 seja um dos mais importantes entre um conjunto de genes que aumentam os riscos do aparecimento deste tipo de câncer.
E que testes genéticos podem ser desenvolvidos, assim como novas formas de prevenção e de tratamento da doença.
Os genes BRCA1 e BRCA2 aumentam as chances de desenvolvimento de câncer de mama, mas isto se aplica apenas a 2% dos casos.
Entre o primeiro grupo, 5,1% tinham uma versão defeituosa do CHK2, contra apenas 1,1% das mulheres do segundo grupo.
Em famílias nas quais alguns membros herdaram o CHK2 defeituoso, houve uma maior incidência de câncer de mama do que o normal.
A presença do CHK2 defeituoso também aumenta muito o risco de desenvolvimento de câncer de mama em homens, muito mais raro do que em mulheres.
Segundo o pesquisador-chefe do Instituto Britânico de Pesquisas de Câncer, Mike Stratton, o estudo é importante, mas mais pesquisas são necessárias antes que ele possa ser aproveitado em clínicas.
De acordo com o doutor Doug Euston, da Universidade de Cambridge, “nós acreditamos que o CHK2 esteja envolvido na reparação de erros genéticos no seio. E é por isso que o risco de câncer aumenta, se esse gene também se encontra defeituoso”.
“Em mulheres com os genes BRCA anormais, o sistema para reparação genética já tem problemas, aumentando o risco ainda mais com a apresentação de defeitos no CHK2”, completa.
O bom mesmo é se cuidar e fazer exames regularmente, só assim previne-se esse mal!
16 de outubro, 2002 - Publicado às 18h22 GMT
Mulheres que ingerem bebidas alcóolicas durante a gravidez aumentam os riscos de suas filhas desenvolverem câncer de mama no futuro, revelou uma pesquisa nos Estados Unidos.
A teoria é que uma dieta da mãe, com bastante álcool, pode elevar os níveis de estrogênio em seu útero, o que seria transmitido para o feto.
As células da filha cresceriam, portanto, mais sensíveis ao hormônio - já previamente associado ao câncer de mama.
Os cientistas do Departamento de Oncologia da Universidade de Georgetown, em Washington, verificaram em ratas um aumento da quantidade de estrogênio em seus fetos, quando os animais foram expostos a bebidas alcóolicas durante a gravidez.
Os cientistas se adiantaram em dizer que estudos semelhantes ainda não foram realizados em seres humanos. Mas há evidência de que o álcool aumenta a quantidade de estrogênio na corrente sangüínea de mulheres, grávidas ou não. “Mesmo assim, as mulheres precisam controlar, ou até cortar, o álcool durante a gravidez. Para proteger seus filhos”, disse Anna Cabanes, uma das autoras da pesquisa.
O estudo foi publicado na revista da Associação Americana para o Câncer.
Mamães entenderam o recado né? Agora eu gostei da parte “que o álcool aumenta a quantidade de estrogênio na corrente sangüínea de mulheres, grávidas ou não”, para as grávidas é um perigo, mas para as não grávidas pode ser a solução!!! Como??? Leia aqui!!!
21 de fevereiro, 2003 - Publicado às 14h53 GMT
Beber muito café durante a gravidez aumenta o risco de o bebê nascer morto, de acordo com pesquisadores na Dinamarca.
Cientistas descobrirarm que mulheres grávidas que bebem oito xícaras de café ou mais por dia correm um risco duas vezes maior de gerar um natimorto do que as mulheres que não bebem café.
Os pesquisadores estudaram 18.478 mulheres grávidas que deram à luz no Hospital Universitário Aarhus entre 1989 e 1996.
As mulheres completaram dois questionários, com informações como histórico médico, hábitos em relação a consumo de cigarros, álcool e café.
Comparadas com mulheres que nunca bebiam café, grávidas que tomavam de quatro a sete xícaras por dia aumentavam o risco para o feto em 80%, enquanto as que bebiam oito xícaras ou mais aumentavam o risco de o filho nascer morto em 300%.
Entretanto, não foi estabelecida uma associação entre o consumo de café e a morte no primeiro ano de vida. Os pesquisadores admitiram que uma mulher que toma muito café tem mais probabilidade de fumar e beber álcool.
Mas mesmo quando esses fatores são levados em consideração, o consumo de café ainda parece aumentar o risco de o bebê nascer morto.
A razão pela qual o café parece aumentar o risco para o bebê ainda não está clara. Entretanto, acredita-se que a cafeína pode causar um estreitamento dos vasos sanguíneos que alimentam a placenta, fazendo com que haja um suprimento reduzido de oxigênio para o feto em desenvolvimento.
Uma outra hipótese é que a cafeína pode ter um efeito danoso diretamente sobre o coração em desenvolvimento do feto. “É uma tarefa muito difícil aconselhar mulheres grávidas ou que estão planejando ficar grávidas”, disse a chefe da equipe de pesquisadores, Kirsten Wisborg, do Hospital Universitário Aarhus.
“Mas, baseado no nosso conhecimento, parece racional pelo menos reduzir a ingestão de café durante a gravidez a menos de cinco xícaras por dia”, acrescentou.
Roger Cook, da Associação Britânica do Café, disse que mulheres grávidas não devem ficar alarmadas por esses resultados e devem continuar a apreciar o café com moderação. “Os resultados desse estudo não alteram o conselho dado a mulheres grávidas sobre consumo de cafeína na gravidez pela Agência de Padrões de Alimentos, que estabelece que 300mg de cafeína, o equivalente a quatro xícaras por dia, é perfeitamente seguro e não tem efeitos danosos sobre a mãe ou o feto”, disse ele.
A pesquisa foi publicada no British Medical Journal.
Como já disse outras vezes: tudo que é demais não faz bem!!! Café também não faz!!! Futuras mamães não coloquem seu filho em risco, procure uma alimentação saudável durante a gestação e não deixe de fazer o pré-natal!!!
05 de julho, 2001 - Publicado às 09h56 GMT
Um método que ajuda a descobrir que espermatozóides vão produzir fetos do sexo feminino, vai dar aos futuros pais a chance de escolher o sexo dos bebês com mais exatidão do que nunca.
Pesquisadores americanos afirmam que o método acerta em 90% dos casos e pode ajudar os pais a evitar a transmissão de doenças genéticas que afetam apenas os filhos homens.
É o material genético contido no sêmen que vai definir se a criança vai ser menino ou menina.
Enquanto uma célula normal tem tanto o cromossomo feminino (X), quanto o cromossomo masculino (Y), o espermatozóide tem apenas um, X ou Y.
Se o espermatozóide que fertilizar o óvulo for X, o embrião será uma menina (XX); se for Y, vai formar um embrião masculino (XY).
A teoria por trás do novo método é separar os espermatozóides X dos Y para aumentar as probabilidades, que em situações normais são de 50% para cada sexo.A diferença entre os espermatozóides é que os que têm cromossomos X são bem maiores do que os que têm cromossomos Y. A técnica denominada MicroSort e que foi desenvolvida pelo Instituto IVF no estado da Virgínia, explora esta diferença e separa os espermatozóides, aumentando a chance do feto ser do sexo feminino de 50% para 90%.
O método foi apresentado pelo médico Harvey Stern, nesta quarta-feira, num congresso de Reprodução Humana realizado na Suíça.
Segundo o dr. Stern, a equipe dele está em fase de testar o método: “Fomos capazes de determinar o gênero dos embriões em 90%.”
Ele contou que das quase 300 crianças já geradas usando o novo método, “92% eram meninas e 8% eram meninos e isto aumentou substancialmente a chance de um casal determinar o sexo do filho”.A China vai precisar utilizar e aplicar essa pesquisa…
21 de maio, 2001 - Publicado às 04h26 GMT
Cientistas anunciaram ter descoberto indícios de que a alimentação da mãe pode ser um fator decisivo na determinação do sexo do seu filho.
Segundo os pesquisadores da University College de Londres, esta é a primeira vez que tal relação é encontrada em humanos, embora seja conhecida há muito tempo em algumas espécies animais.
A descoberta foi feita ao se analisar mulheres de uma comunidade do sul da Etiópia, que enfrentaram uma séria falta de alimentos há três anos.
Os cientistas concluíram que mulheres da comunidade que se alimentavam melhor tinham duas vezes mais probabilidade de dar à luz um bebê do sexo masculino.
Em teoria, duas razões explicariam o fato, segundo os pesquisadores.
Em primeiro lugar, gerar um menino consume mais recursos do corpo da mãe do que gerar uma menina. Em ambientes com pouco alimento, isso poderia ser decisivo para a mãe.Além disso, bebês malnutridos do sexo masculino têm uma maior chance de morrer cedo do que os do sexo feminino. O exato processo que ocorreria no corpo da mãe no caso de má alimentação, para determinar o sexo feminino do feto, ainda é um mistério.
Os pesquisadores, porém, acreditam que a alimentação é apenas um dos fatores de que depende o sexo da criança - caso contrário, praticamente todas as mulheres em países mais ricos, onde não há falta de comida, dariam à luz meninos.
Mas a comida poderia ter um papel vital em comunidades que vivem períodos de falta de alimentos.
A pesquisa foi divulgada na revista científica britânica Proceedings of the Royal Society.
Puxa isso, realmente, é legal!!! Minha irmã queria muito uma menina e depois de 9 meses a Maria Luísa veio para alegrar a família!!! Eu gostaria muito de um menininho… a adoção deixa esse sonho mais próximo, mas não creio que leve 9 meses, pois existe muita burocracia!!!Para quem pensa em ser mãe e gostou do estudo, nada melhor do que conversar com seu médico e verificar o que a ciência tem a oferecer!!!
Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores que alimentaram ratos com uma dieta rica em banha, semelhante à proporcionada por uma alimentação baseada em fast food.
Os autores do estudo constataram que as crias dos animais tinham mais chance de ter problemas cardiovasculares.
Os pesquisadores foram financiados pela ONG Tommy, ligada à saúde de bebês, e pela Fundação Britânica do Coração, e afirmaram que seu estudo tem grandes implicações para as futuras mães.Pressão alta
Os ratos eram alimentados com uma dieta de ração normal ou com outra rica em gordura animal antes e depois da gravidez.Suas crias eram então alimentadas com uma dieta normal e saudável e monitoradas para mudanças em seus batimentos cardíacos e pressão sangüínea.
“Nós provamos que uma dieta tipicamente ocidental, rica em gordura animal, como por exemplo o fast food, durante a gravidez pode ‘programar’ permanentemente anomalias metabólicas e cardiovasculares no feto em desenvolvimento”, disse.
“Mesmo com uma dieta normal ao longo da vida, esses adultos desenvolvem doenças com perfis típicos das sociedades ocidentais, como números anormais de lipídios no sangue (gordura), resistência à insulina e hipertensão.”
“Se os resultados forem aplicáveis à gravidez humana, a ‘programação fetal’ de doenças em adultos em conseqüência da dieta de gorduras materna pode ter graves implicações tanto para a nossa compreensão das causas dos problemas cardiovasculares quanto para a saúde pública em geral”, completou o médico.Taylor disse ainda que os resultados indicam que crianças do sexo feminino podem ser mais vulneráveis que meninos aos efeitos de uma dieta rica em gordura de suas mães.
Ele afirmou ser possível que uma dieta com gorduras demais provoque problemas cardiovasculares ao detonar altos níveis de hormônios de estresse nos fetos em desenvolvimento.
Os hormônios do estresse vêm sendo relacionados a problemas de crescimento. É recomendável que as gorduras não ultrapassem 30% das calorias na dieta diária
Não preciso repetir né!!! Mamães de plantão!!! Cuidar da alimentação é
fundamental!!!
13 de maio, 2004 - 09h33 GMT (06h33 Brasília)
Uma mulher que comer peixe nos últimos meses de gestação terá menor probabilidade de ter um bebê pequeno, sugere uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha.
Os pesquisadores pediram às mulheres que anotassem qual a quantidade de peixe que consumiam em 32 semanas de gravidez.
A partir daí, era calculado a sua ingestão de ácidos gordurosos conhecidos como ômega-3 contidos em peixes. Acredita-se que esses ácidos tenham um efeito benéfico à saúde. Em média, as mulheres comiam o equivalente a um terço de uma lata pequena de atum por dia - o equivalente a 0,15 gramas de ácidos ômega-3.
Mas uma dieta rica em peixe parece estimular o ritmo de crescimento do feto durante a gravidez.
Embora essa associação não seja tão forte quando outros fatores - tais como o hábito de fumar - são levados em conta, ela ainda é significativa. Crescimento fetal restrito normalmente acontece em uma em cada dez gestações, mas em mulheres que não consomem peixe, essa estatística muda para uma em cada oito (13%).
A chefe do estudo, Imogen Rogers, disse que bebês que são muito pequenos ao nascerem podem ter maior risco de pressão alta e outros problemas na meia idade.
“Este trabalho traz mais evidências de que peixe é uma parte importante da dieta humana e reforça a recomendação de que mulheres grávidas deveriam incluir pelo menos duas porções de peixe por semana em suas refeições”, disse ela.E Rogers recomenda que isso inclua peixes oleosos.
Roberts disse que é possível que ácidos ômega-3 ajudem a estimular o crescimento ao tornar o sangue menos viscoso e aumentar sua circulação pela placenta, aumentando assim a quantidade de nutrientes que um feto recebe de sua mãe.
Os pesquisadores dizem que testes com suplementos de óleo de peixe sugerem que eles prolongam a gestação mas não estimulam o crescimento do feto - o oposto de sua pesquisa.
Mas suplementos tendem a conter níveis mais altos de ácidos ômega-3 do que encontrados em uma dieta convencional.
A equipe da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, não encontrou evidências de que uma dieta à base de peixe aumenta a duração da gestação.Como já disse em outro post, o melhor é sempre conversar com o médico que está acompanhando o pré-natal para verificar o que é melhor.Agora vou fazer uma colocação em relação a última frase desse artigo: “A equipe da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, não encontrou evidências de que uma dieta à base de peixe aumenta a duração da gestação. ” Seria muito louco pensar que comer peixe durante a gravidez, faz com que o período de gestação aumente (+ de 9 meses) . Caso fique muita dúvida, pode-se fazer uma pesquisa entre nossas índias…
Analgésico na gravidez pode afetar vida sexual do filho
24 de maio, 2004 - 17h34 GMT (14h34 Brasília)
Os pesquisadores constataram que compostos como a aspirina bloqueiam uma substância química fundamental para o comportamento sexual de ratos machos.
Pesquisadores da Universidade de Maryland dizem que, se o mesmo ocorrer com seres humanos, mulheres grávidas deveriam evitar analgésicos comuns quando possível.
A descoberta foi publicada na revista Nature Neuroscience.
Margaret McCarthy e sua equipe estudaram como o hormônio masculino testosterona manda o cérebro se tornar masculino durante a gestação.
Um dos passos no processo envolve uma substância química chamada prostaglandina-E2. Sabe-se que medicamentos como a aspirina bloqueiam a síntese da prostaglandina-E2.
Os pesquisadores descobriram que ratos machos expostos durante a gestação ou como recém-nascidos a drogas que bloqueiam a produção da prostaglandina-E2 são menos ativos sexualmente na vida adulta.A estrutura do cérebro desses ratos também se parece mais com a dos cérebros das fêmeas.
Quando ratos recém-nascidos do sexo feminino recebem prostaglandina-E2, eles demonstram um comportamento sexual com características masculinas quando adultos e seus cérebros adotam uma aparência mais masculina.
Os pesquisadores advertem que o impacto potencial de exposição de seres humanos em formação a tais drogas ainda não é conhecido.
Mas eles dizem que, potencialmente, o mesmo pode ocorrer nos seres humanos.
Pequenas doses de aspirina são ministradas a mulheres grávidas para impedir pré-eclampsia e uma outra droga, chamada indometacina, que também bloqueia a prostaglandina-E2, é dada a bebês prematuros com problemas cardíacos.Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, disseram que “estes resultados inesperados reforçam a noção de que mulheres grávidas devem tentar evitar a ingestão de qualquer medicamento”.
Na Grã-Bretanha, está em andamento uma pesquisa para verificar se tais medicamentos têm um efeito sobre o comportamento das crianças em termos de gênero.
Melissa Hines e sua equipe da Universidade City, em Londres, estão monitorando cerca de 12 mil bebês nascidos em 1991/92.
Eles já constataram que níveis de exposição a testosterona no útero têm um impacto no comportamento do sexo feminino na vida adulta.As meninas expostas a níveis altos de testosterona quando fetos tinham maior propabilidade de adotar comportamento típico de meninos, por exemplo.
Mas Hines disse que é muito cedo para dizer se as drogas que bloqueavam a prostaglandina-E2 afetaram o comportamento sexual masculino.
Bom… você está grávida??? Então já deve ter ouvido ou até dito que gravidez não é doença, não é??? Então se não é doença, nada de ficar tomando remédio!!! Converse com seu médico, faça o pré-natal. Todos sairão ganhando!!!
18 de junho, 2004 - 20h59 GMT (17h59 Brasília)
Os cientistas dizem que a exposição a hormônios em excesso no útero aumenta, aparentemente, o risco de doenças do coração e diabetes mais tarde.
A equipe de médicos também sugere que esse risco pode ser passado para a próxima geração, mas diminui antes de chegar aos netos.
A pesquisa foi publicada no Jornal Americano de Psicologia.
Um bebê é, normalmente, protegido de altos níveis de hormônios pela placenta. No entanto, estudos mostraram que crianças nascidas com peso abaixo do normal ficaram expostas ao alto nível de hormônios esteróides da mãe, que cruzaram a barreira da placenta durante a gravidez.
“Acreditamos que a exposição de bebês a hormônios esteróides em excesso pode alterar a expressão de genes-chave que afetam o crescimento do feto e, mais tarde, o risco de doenças que pode ser passado para a próxima geração”, disse o pesquisador Mandy Drake.
“Estamos agora investigando os mecanismos por trás disso para explicar as complicações a curto e longo prazo associadas com o baixo peso de fetos. A boa notícia é que o efeito parece se perder na terceira geração.”
Isso poderia explicar, de acordo com Drake, porque algumas doenças ocorrem em famílias por duas gerações e depois somem gradualmente.
O professor Jeremy Pearson, da Fundação Britânica do Coração, que financiou a pesquisa, afirmou que já se sabia que as condições dentro do útero tinham influência no risco de doenças cardiovasculares e diabetes, mas que os mecanismos envolvidos não eram conhecidos.
“Os resultados desse estudo reforçam a importância das grávidas em cuidar da alimentação”, destacou Pearson.
Mães de plantão!!! Cuidar da alimentação é fundamental!!! Mas conversar com seu médico sobre hormônios esteróides também pode ser fundamental para uma gestação saudável.
04 de outubro, 2001 - Publicado às 00h28 GMT
Embora o alho seja usado, tradicionalmente, no tratamento contra a gripe, essa é a primeira evidência mais clara de suas propriedades medicinais. De acordo com a pesquisa, realizada com 146 voluntários, uma pílula de alho, tomada diariamente, ajudaria a reduzir em mais de 50% o risco de se contrair um resfriado.
Ainda de acordo com o estudo britânico, a alicina, um dos compostos ativos do alho, também seria apropriada no tratamento de infeccções hospitalares.
Num prazo de 90 dias durante o período do inverno — quando os casos de gripe são mais freqüentes — apenas 24 resfriados foram registrados entre os que tomaram a pílula de alho.
No resto do grupo que tomou o placebo, 65 pessoas ficaram gripadas.
Ainda de acordo com a pesquisa, os voluntários que receberam a pílula e pegaram a gripe tiveram uma recuperação mais rápida do que os que tomaram o placebo.
O chefe da pesquisa acredita que os resultados irão revolucionar o tratamento contra resfriados comuns.
“Nós estivemos pesquisando a cura para gripes durante anos. Acredito que com esse estudo, demos um passo adiante, encontrando inclusive uma forma de prevenção”, disse Josling.Já o professor Ron Eccles, diretor do Common Cold Centre da Universidade de Cardiff, no País de Gales, acredita que o resultado da pesquisa seja positivo. “Não vou dizer que esse estudo vai revolucionar o tratamento para resfriados normais, mas é interessante”.
Segundo Eccles, as plantas, ao contrário dos seres humanos, não têm um sistema imunológico.
“Elas reagem a vírus e infeccções com sua próprias defesas químicas, como por exemplo, a alicina. O que essa pesquisa revela é a capacidade de usarmos a defesa natural das plantas para evitarmos doenças”.De acordo com o estudo, cada pessoa tem, em média, de dois a cinco resfriados por ano.
Somente na Grã-Bretanha, há mais de 200 formas diferentes de vírus que causam a gripe.
Viva o alho!!! Receitinha da vovó comprovada cientificamente!!! Ela funciona e como funciona!!! Tchau gripe!!! Obrigada vovó!!!