Mulher com mais estrogênio é mais bonita, diz pesquisa
02 de novembro, 2005 - 12h14 GMT (10h14 Brasília)

As mulheres com alto nível do hormônio estrogênio são mais bonitas, segundo pesquisa de uma equipe de cientistas da Universidade de St Andrews, da Grã-Bretanha.

A descoberta faz sentido dentro do processo evolutivo, pois mostra que os homens são atraídos pelas mulheres mais férteis, disse a equipe à revista especializada Royal Society.

A equipe de psicólogos do Laboratório de Percepção da universidade fotografou os rostos de 59 mulheres com idade entre 18 e 25 anos e analisou seus níveis de hormônio.

Depois, pediram que 30 voluntários – 15 homens e 15 mulheres – classificassem os rostos segundo a atração.

Tanto os homens quanto as mulheres classificaram os rostos das mulheres com níveis mais elevados de hormônio como os mais atraentes.

No entanto, quando as mulheres nas fotos estavam maquiadas, não foi encontrada relação entre atração e o nível de estrogênio.

Aparência

Os níveis de estrogênio durante a puberdade têm impacto sobre a aparência, afetando o crescimento dos ossos e a textura da pele, segundo os cientistas.

Os rostos com mais estrogênio tendem a ter traços femininos clássicos, como olhos e lábios grandes e narizes e maxilares menores.

Os pesquisadores acreditam que além de melhorar a aparência do rosto, a maquiagem pode também disfarçar as pistas normalmente percebidas no rosto.

“As mulheres estão efetivamente fazendo propaganda de sua fertilidade com seus rostos”, disse a chefe da equipe, Miriam Law Smith.

“A maquiagem pode melhorar a aparência de forma geral, mas obviamente vai ajudar mais as pessoas que são menos atraentes.”

Por exemplo, a maquiagem dos olhos pode ser usada para fazer com que os olhos pareçam ser maiores e a base pode fazer a pele parecer mais clara.

‘Estratégia enganosa’

“Nossas constatações podem explicar por que os homens, de forma universal, parecem preferir mulheres com rostos femininos”, disse ela.

“Em termos de evolução, faz sentido que os homens prefiram as mulheres férteis. Aqueles que o fizeram terão tido mais filhos.”

Segundo o professor da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Liverpool Tony Little, a descoberta faz sentido.

“Há benefícios claros em escolher determinados tipos de rosto feminino. O estrogênio está relacionado com a fertilidade”, disse ele.

“A descoberta sobre maquiagem também é interessante. A implicação é que as mulheres estão usando uma estratégia enganosa. Elas podem enganar o sistema visual masculino com a maquiagem.”

Bom eu não uso maquiagem e tô sem sorte no estrogênio… deve ser por isso que faço parte da estatística das mulheres solteiras!!!
Estudo: Encarecer álcool pode não reduzir consumo
04 de janeiro, 2006 - 11h10 GMT (09h10 Brasília)

Aumentos nos preços não diminuem necessariamente o consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa de Prevenção dos Estados Unidos.

“Os nossos resultados mostraram que preços mais caros de álcool podem ou não causar redução nas vendas de álcool e nos problemas decorrentes”, afirmou Paul Gruenewald, que liderou a equipe de estudiosos.

O estudo, publicado pela revista especializada Alcoholism, aplicou modelos matemáticos sobre a relação entre preços, tipos e vendas de bebidas alcoólicas na Suécia entre 1984 e 1994.

A conclusão dos pesquisadores liderados por Gruenewald foi que os consumidores tendem a reagir a variações de preço comprando marcas de bebidas mais baratas.

Políticas

Isso significa, de acordo com os pesquisadores, que para um aumento de preços de bebida se refletir na diminuição total do consumo de álcool, os tipos mais baratos de bebida também têm que ser atingidos.

“O mesmo imposto pode ter diferentes impactos em diferentes mercados e com distribuições diferentes de preços”, afirmou Gruenewald.

A equipe do cientista analisou os dados fornecidos pelo Systembolaget, a agência que detém o monopólio da venda de álcool na Suécia desde 1995.

Eles descobriram que, quando os preços foram aumentados 10% em todos os tipos de bebida, houve uma queda de 1,7% nas vendas.

Quando os aumentos foram de 10% ao todo, mas se concentraram principalmente nas bebidas mais caras, houve um aumento nas vendas de 2,8%.

No entanto, quando os preços das bebidas mais baratas foram aumentados, as vendas caíram 4,2%.


Assim como as pessoas não deixam de abastecer seus carros quando sobem o combustível, assim como não deixam de comprar cigarros, quem bebe e gosta disso, não vai deixar de fazê-lo pelo preço!!! Creio que o que vale mesmo é a moderação e consciência, tanto de quem compra como de quem vende. E como já disse em outros posts… se for dirigir não beba… se for beber me chama!!!

Hormônio da fome pode aumentar memória
19 de julho, 2005 - 15h35 GMT (12h35 Brasília)

O hormônio que controla a fome, a leptina, pode contribuir para aumentar a memória, de acordo com um estudo realizado na Grã-Bretanha e apresentado nesta terça-feira na conferência anual de Bio Science, em Glasgow, na Escócia.

O estudo foi conduzido por uma equipe de especialistas nos processos cerebrais que controlam o aprendizado e a memória da Universidade de Dundee, na Escócia.

A leptina regula a quantidade de comida ingerida, o peso e a necessidade de comer.

“O hormônio leptina parece ter muita influência no aprendizado e na memória, atuando em uma região do cérebro chamada hipocampo”, diz Jenni Harvey, uma das pesquisadoras.

Efeito

“A leptina aumenta o nível de comunicação entre as células no hipocampo em um processo chamado ‘Potencialização em Longo Prazo’ (LPT, na sigla em inglês)”, diz ela.

“Nosso estudo mostra que a leptina pode estimular este processo, aumentando a atividade de certas proteínas”, diz ela.

Estudos anteriores já mostraram que pessoas sofrendo de obesidade apresentam defeitos em seus níveis de leptina e nos processo de LPT.

As novas descobertas poderiam ajudar a explicar como a obesidade afeta a memória e a aprendizagem.

“Problemas, seja na leptina ou nos genes que controlam a leptina, resultam em obesidade e prejudicam o LPT”, diz ela.

A equipe escocesa examina agora o mecanismo que controla os efeitos da leptina no LPT.

É pessoal o negócio é cuidar da saúde!!! Nossa verdadeira casa é nosso corpo!!! Mas não precisa exagerar… não é para se transformar em um “pau de virar tripa”… Se manter magro é legal… mas o que importa mesmo é se sentir bem!!!
Aproveito para mandar um parabéns a todos os Estatísticos!!! Felicidades nessa data e sempre!!!!
Baixinhos não são os mais agressivos, diz estudo
27 de março de 2007 - 12h14 GMT (09h14 Brasília)

Um estudo científico da Universidade de Central Lancashire, encomendado pela BBC, afirma que – ao contrário da crença popular – homens altos são mais agressivos do que os baixinhos.

Os pesquisadores pediram a 20 homens de diferentes alturas que participassem de brigas com bastões de madeira, mas em cada par, um dos participantes, previamente instruído, provocava o outro com pancadas nos dedos.

Os aparelhos que monitoravam os batimentos cardíacos dos homens acusaram que os homens mais altos perderam o controle antes do que os mais baixos.

O estudo foi encomendado para testar a teoria do “complexo de Napoleão”, também conhecido como “síndrome dos baixinhos”, que afirma que os baixinhos tendem a ser mais agressivos para tentar dominar os mais altos.

A experiência foi apelidada de “Jogo dos Palitinhos” e envolveu dez homens com menos de 1,67m e dez com altura por volta de 1,80m.

Apenas o “brigão” que provocava o outro com pancadas nas mãos sabia o verdadeiro objetivo do teste. Os outros acreditavam que os seus atributos físicos, reflexos e coordenação motora é que estavam sendo testados.

O coordenador dos estudos, Mike Eslea, disse que os resultados indicam que a chamada “síndrome do baixinho” não passa de um mito.

Para ele, quando as pessoas vêem um baixinho sendo agressivo, é mais provável que prestem atenção porque a altura dele lhes tenha chamado atenção.

Viu só… na verdade eles são é mais controlados… o Romário foi considerado agressivo por anos… sendo que seu problema sempre foi apenas ego… esse sim é maior do que ele!!!
Pessoas ’são mais honestas quando observadas’
28 de junho, 2006 - 13h05 GMT (10h05 Brasília)

Um estudo realizado pela Universidade de Newcastle, na Inglaterra, concluiu que a impressão de estarem sendo observadas faz com que as pessoas sejam mais honestas e se comportem melhor.

Durante dez semanas, a equipe de pesquisadores alternou um pôster de flores, colocado atrás do caixa da cantina da universidade, com um que tinha a imagem de um par de olhos.

Logo abaixo das fotos, estava uma lista com os preços das bebidas à venda.

Nas semanas em que a foto dos olhos estava exposta, havia quase três vezes mais dinheiro dentro da caixinha para compras rápidas - em que as pessoas devem colocar o valor correto da bebida que estão levando - do que quando o pôster com flores foi usado.

A explicação é que imagens de olhos e rostos podem afetar a percepção das pessoas, dando a impressão de que elas estão sendo vigiadas por alguém.

Honestidade

Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode ser aplicada em iniciativas para controlar o comportamento violento e a desordem nas cidades.

“Apesar de termos usado um pôster simples, com uma fotocópia preta e branca, nós sabíamos que os cérebros das pessoas processam imagens de rostos e olhos de forma diferente. Isso provavelmente acontece porque achamos importante saber se estamos sendo observados”, afirma a principal autora do estudo, Melissa Bateson.

Para ela, “isso levanta a possibilidade de que as pessoas passem a se comportar de forma mais cooperativa e obediente se houver uma foto de olhos por perto. Isso funcionaria especialmente bem em situações em que as pessoas têm que decidir se vão se comportar bem ou mal.”


Gostei dessa pesquisa!!! Vou colocar um par de olhos perto do meu caneteiro… vamos ver se as canetas param de sumir!!!

Paternidade deixa homem mais ‘civilizado’, diz estudo
09 de novembro, 2005 - 11h21 GMT (09h21 Brasília)

Pesquisadores americanos compararam os níveis do hormônio sexual masculino entre homens - estudantes chineses - solteiros e casados, com e sem filhos no estudo publicado pela revista Proceedings of the Royal Society.

Os que tinham filhos apresentaram os níveis mais baixos de testosterona entre os pesquisados.

Os pesquisadores, da Universidade de Medicina e Ciência Charles Drew em Los Angeles, da Universidade de Harvard e da Universidade de Nevada,
pediram que 126 homens entre 21 e 38 anos respondessem um questionário.

Os homens também forneceram duas amostras de saliva, uma de manhã e outra à tarde.

Os 66 homens solteiros tinham níveis de testosterona levemente mais altos do que os 30 homens casados e sem filhos.

Mas os 30 homens casados e com filhos tinham níveis de testosterona significativamente mais baixos do que os demais, casados ou não.

‘Como animais’

Os pesquisadores, liderados pelo médico Peter Gray, da Universidade Charles Drew, disse que os níveis mais elevados de testosterona estavam associados com acasalamento, “competição entre machos, procura de parceiros”, enquanto que os níveis mais baixos do hormônio estão ligados a relacionamentos e, particularmente, paternidade.

“Níveis baixos de testosterona em pais podem refletir sua retirada da arena competitiva e seu envolvimento nos cuidados referentes à paternidade”, disse Gray.

Nick Neave, psicólogo da Universidade de Northumbria, na Grã-Bretanha, afirma que a descoberta se encaixa em um padrão já reconhecido, visto em humanos e animais, relacionado à criação dos mais jovens.

“Obviamente há elementos sociais na paternidade. Mas somos espécies biológicas e não estamos tão distantes dos animais, apesar de gostarmos de pensar que estamos”, disse.

“A natureza não quer que os níveis de testosterona sejam altos quando há um bebê. É uma época frustrante para homens, muito exaustiva. É a maneira da natureza tornar os homens mais civilizados, pelo menos por um tempo”, acrescentou.


Uma dica para as mulheres que estão lendo este post, filho é uma responsabilidade que deve ser planejada. Dessa forma nada de tentar o velho “golpe da barriga”, pois o civilizado vai dar um “chutão” na relação e você é que arcar com as consequências. Quanto as casadas… a dica é a mesma… se não aguenta criar… não tenha!!! Criança deve nascer para ser amada e feliz!!!

Uma em cada três ‘tem vergonha de ficar nua na frente do parceiro’
28 de março, 2007 - 10h32 GMT (07h32 Brasília)

Um terço das mulheres acha que está gorda demais para ficar pelada na frente de seu parceiro, de acordo com um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa, encomendada por uma empresa de artigos de banho, ouviu 3,5 mil mulheres e homens.

Uma em dez mulheres entrevistadas disse que apaga a luz antes de se despir na frente do parceiro e tranca a porta do banheiro para evitar ser surpreendida sem roupa.

O banheiro parece ser uma área delicada para as mulheres, com um quarto dizendo que nunca entra lá acompanhada do marido ou namorado.

Vergonha

As entrevistadas disseram que têm vergonha de mostrar o corpo também à outras mulheres. Na academia de ginástica, 79% disseram que têm problemas em se trocar e tomar banho nos vestiários públicos.

A tendência não é observada, no entanto, entre os homens. Mais de dois terços deles disseram que andam regularmente pelados pela casa.

Os homens, segundo a pesquisa, passam duas vezes mais tempo sem roupa do que as parceiras.

O estudo mostra ainda que as mulheres gostariam de agir como os homens (46%), mas um terço jamais ficaria andando sem roupa na companhia do parceiro.

Apesar disso, 90% dos entrevistados acham importante que casais se sintam confortáveis em ficar pelados juntos.

“É chocante o quanto as pessoas são preocupadas em ficarem peladas em frente aos parceiros, principalmente no banheiro”, disse Jill Parkinson, da Shuc, a empresa que encomendou a pesquisa.

“Essa pesquisa revelou o quanto as pessoas pensam seriamente sobre sua imagem corporal”, disse Parkinson.


Isso, realmente, é um caso sério… é muita mídia dizendo que mulher deve ser magra, bonita, e blá, blá, blá… isso nos afeta profundamente!!! Faço parte da estatística das que acham que estão sempre gordas!!!

Estresse no trabalho eleva pressão, diz estudo
30 de junho, 2006 - 16h10 GMT (13h10 Brasília)

Estresse crônico no trabalho pode causar pressão alta, afirmam cientistas canadenses. Por sete anos, pesquisadores da Universidade Laval, em Quebec, acompanharam 6.719 trabalhadores de escritório, e concluíram que um dos efeito da forte cobrança e dos prazos curtos no trabalho é o aumento da pressão.

Os estudos tentam agora descobrir de que maneira os empregadores podem aliviar o problema, segundo o American Journal of Public Health, que publicou o estudo.

Pressão

É plenamente conhecido que preocupações no trabalho podem gerar problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos e depressão.

No entanto, é difícil interpretar o efeito do estresse sobre a pressão sanguínea, já que a hipertensão (pressão alta) também pode ser causada por outros fatores, como dieta inadequada, excesso de álcool, excesso de peso ou obesidade, ingestão de sal além do recomendado e sedentarismo.

A coordenadora da pesquisa, Dra Chantal Guimont, acredita que o estresse no trabalho é fator importante na ativação do sistema nervoso e vascular.

“Nosso estudo defende a hipótese de que as preocupações no trabalho, particularmente entre trabalhadores com pouca assistência social no trabalho, podem contribuir para elevar a pressão sanguínea”, afirmou.

Suporte

Para a pesquisadora, o problema poderia ser aliviado se empregadores melhorassem a atenção aos trabalhadores, e lhes dessem mais controle sobre prazos e tarefas.

“O estresse é resultado da sensação que as pessoas têm quando não conseguem lidar com pressões em excesso”, explicou o chefe do programa de combate ao estresse da agência de Saúde e Segurança no Trabalho do Reino Unido, Chris Rowe.

Segundo ele, empregados e empregadores precisam gerenciar melhor os prazos e objetivos, pois
“a maioria das pessoas trabalha sobre muita pressão”.

De acordo com a agência, os problemas de saúde decorrentes do estresse causam uma perda média de 30,9 dias de trabalho entre os britânicos.


Trabalhar deveria ser a arte de se fazer o que se gosta… deveria ser um prazer!!! Mas muitas vezes torna-se um tormento, uma dor… Trabalhar é necessário, mas sempre avalie seu grau de satisfação em relação a atividade que exerce, não hesite em mudar, em arriscar, em ser feliz!!!

Fumo pode reduzir efeitos de bebida alcoólica, diz estudo
25 de julho, 2006 - 03h09 GMT (00h09 Brasília)

Fumar um cigarro enquanto se consome uma bebida alcoólica pode reduzir os efeitos de embriaguez, sugerem cientistas do Estado americano do Texas. A pesquisa, contudo, foi feita apenas em ratos de laboratório, que receberam diversas doses de nicotina e bebida alcoólica.

Os pesquisadores acreditam que os níveis mais baixos de álcool encontrados em ratos “fumantes” são explicados pela forma como ele é absorvido no sangue.

Mas, se o mesmo se aplicar aos seres humanos, os pesquisadores advertem que os fumantes provavelmente tenderão a beber mais para compensar a diminuição dos efeitos do consumo de álcool.

Em artigo publicado em Alcoholism: Clinical and Experimental Research, os cientistas expõem a sua teoria para explicar porque o nível de álcool no sangue dos ratos diminuiu na medida em que o de nicotina aumentou.

Eles acreditam que a nicotina atrasa a passagem do álcool pelos intestinos - um importante local para a sua absorção.

Enquanto são retidas no estômago, as moléculas de álcool são metabolizadas, deixando menos delas para passarem do estômago para o intestino, e, assim, para o sangue.


Aqui só tenho a dizer: coitadinho dos ratinhos!!!!

Budistas são mais felizes, indicam estudos americanos
22 de maio, 2003 - Publicado às 16h44 GMT

Um estudo da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, encontrou indícios de que os budistas são mais felizes e mais calmos do que pessoas que não seguem a religião.

Os testes, que utilizaram novas técnicas de mapeamento, revelaram que as regiões do cérebro associadas ao bom humor e aos sentimentos positivos são mais ativas nos adeptos do budismo.

Os resultados que foram divulgados coincidiram com a publicação de outra pesquisa – do Centro Médico de São Francisco, na Universidade da Califórnia – que encontrou provas de que a meditação pode acalmar as pessoas, controlando a região do cérebro da amígdala que é responsável pela memória do medo.

“A hipótese mais racional é de que há algo na prática consciente do budismo que resulta no tipo de felicidade que todos buscamos”, afirmou Paul Elkman, que realizou a pesquisa californiana.

Lobos frontais

Os dois estudos americanos foram publicados na revista Science.

Os testes realizados pela Universidade de Wisconsin revelaram que budistas experientes têm um grau mais elevado de atividade nos lobos pré-frontais. Essa região é relacionada às emoções positivas, ao auto-controle e ao temperamento.

O estudo indica ainda que os budistas têm constantemente atividade nessa área, não apenas quando estão meditando.

De acordo com os cientistas, isso indica que eles têm uma probabilidade maior de sentir emoções positivas e de estar de bom humor.

“Podemos apresentar, com alguma confiança, a hipótese de que aqueles budistas aparentemente felizes e calmos que se vê em locais como Dharamsala e Índia realmente são felizes”, disse o professor Owen Flanagan, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte.

Dharamsala é a cidade da Índia em que o principal líder tibetano, o Dalai Lama, está exilado.


Sobre a afirmação do Sr. Paul Elkman: “A hipótese mais racional é de que há algo na prática consciente do budismo que resulta no tipo de felicidade que todos buscamos”, eu tenho uma opinião… creio que é o jeito que eles com que eles lidam com o AMOR!!! Eles amam a todos os seres vivos, humanos, animais, plantas… são contra a violência, principalmente, a violência gratuita!!! Tenho certeza que se amarmos mais uns aos outros, se amarmos profundamente a vida, se nos respeitarmos mais, se evitarmos a violência gratuita… encontraremos a “FELICIDADE” que os cientistas não sabem explicar!!!

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