Quem bebe socialmente ganha mais, diz estudo
10 de outubro, 2006 - 14h07 GMT (11h07 Brasília)
Um estudo da entidade americana Reason Foundation afirma que trabalhadores que saem depois do expediente para beber têm, em média, salários de 10% a 14% maiores do que as que vão direto para casa.
De acordo com o economista da Universidade de San Jose, Edward Stringham, que liderou a pesquisa, os trabalhadores que se relacionam com colegas e chefes fora do escritório desenvolvem técnicas de socialização que ajudam na carreira.
“Beber socialmente cria capital social”, diz Stringham. “Pessoas que bebem socialmente estão criando uma rede, construindo relações e adicionando contatos às suas agendas, o que leva a salários maiores.”
O estudo foi baseado em respostas de cerca de 8 mil pessoas à Pesquisa Geral Social (GSS, em inglês), um questionário bianual de hábitos e opiniões realizado em todo os Estados Unidos. Os dados do GSS são usados em pesquisas sociológicas.
O levantamento também mostrou que os homens que declararam freqüentar bares pelo menos uma vez por mês ganham 7% a mais do que os outros colegas. Entre as mulheres que disseram ter o mesmo hábito, no entanto, não houve variação na renda.
Para Stringham, a pesquisa mostra que a bebida alcoólica, quando consumida em moderação, tem um papel importante na socialização entre colegas de trabalho.“Em vez de campanhas que criam no medo, nós deveríamos dar um passo para trás e reconhecer alguns benefícios à saúde e à economia que vêm com o consumo responsável de álcool.”
Bom hoje é segunda, mas é véspera de feriado…. então que tal já ir garantindo um aumento salarial, aproveitando os festejos ao dia do trabalho, e convidar seu “chefinho/a” para um happy hour depois do expediente?
24 de maio, 2006 - 14h27 GMT (11h27 Brasília)
Uma boa noite de sono pode ajudar as mulheres a se manterem magras, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira no Encontro Internacional da Sociedade Torácica Americana, na Califórnia.
“Estudos anteriores mostraram que depois de alguns dias de falta de sono, os hormônios que controlam o apetite deixam as pessoas com mais fome, então, achamos que as mulheres que dormiam menos comiam mais”, disse Sanjay Patel, da Universidade Case Western Reserve, em Ohio, que liderou o estudo.
“Mas na verdade elas comem menos. Isso sugere que o apetite e a dieta não são responsáveis pelo aumento de peso das mulheres que dormem menos.”
No início do estudo, as mulheres que dormiam menos pesavam, em média, quase 2,5 kg a mais do que as que dormiam mais.
“Pode não parecer muito, mas esta é a média - algumas mulheres engordaram muito mais do que isso, e mesmo uma pequena diferença no peso pode aumentar os riscos de problemas de saúde como diabetes e hipertensão”, afirmou Patel.
Os cientistas descobriram que o sono e o aumento do peso estão relacionados, mas ainda não descobriram o que causa este aumento.
“Ainda não temos uma resposta neste estudo sobre por que a falta de sono causa aumento de peso, mas há algumas possibilidades que merecem ser estudadas”, disse Patel.
“A falta de sono pode acarretar mudanças no ritmo do metabolismo basal (o número de calorias que se gasta normalmente, sem se levar em conta exercícios).”
“Outro fator que contribui para a regulação do peso descoberto recentemente é a chamada termogênese não associada ao exercício, que se refere a atividades involuntárias, como as pessoas que se mexem muito, ou que ficam em pé, em vez de sentadas”, completa.
“Pode ser que, porque você dorme menos, você se mexe menos e acaba queimando menos calorias,” conclui.
Se dormir emagrece… eu tô indo dormir!!! Pode ser que você não emagreça, mas dormir bem é funtamental para uma vida saudável. Boa Noite para vocês!!!
Metade dos usuários do euro quer moeda antiga de volta
Internacional 23/03/2007 - 20h42 - por Marcin Grajewski
BRUXELAS (Reuters) - Quase metade das pessoas em países que usam o euro gostariam de ver suas velhas notas e moedas nacionais novamente em circulação, segundo pesquisa divulgada na sexta-feira.
O levantamento da agência TNS para a entidade britânica Open Europe mostra também que a maioria dos cidadãos da União Européia gostaria que houvesse um referendo sobre um eventual tratado que substitua a Constituição do bloco, que foi rejeitada.A pesquisa ocorre às vésperas de uma cúpula da UE em Berlim, na qual os líderes vão celebrar o 50o aniversário do Tratado de Roma (marco da fundação do bloco) com uma declaração destinada a retomar as reformas das instituições européias.
Foram ouvidas mais de 17 mil pessoas nos 27 países da União Européia. Entre os 13 que adotam o euro como moeda, 49 por cento dos entrevistados gostariam de ver a volta das moedas antigas. Outros 47 por cento gostariam de preservar o euro, em circulação há pouco mais de cinco anos. Só em seis países da zona euro os defensores da nova moeda são maioria, segundo nota da Open Europe. A pesquisa não indica as razões dessa rejeição ao euro, mas levantamentos anteriores sugerem que muitos consumidores atribuem a ele a percepção de que os preços aumentaram exageradamente desde 2002 — o que as estatísticas negam ter ocorrido.Em 11 dos 14 países da UE que não usam o euro, a maioria é contra adotá-lo. Ao todo, são 60 por cento contra a moeda única e 31 a favor.
As moedas antigas são mantidas nos 11 países que aderiram recentemente, e também na Grã-Bretanha, Dinamarca e Suécia. Os escandinavos já rejeitaram a adoção do euro em referendo.
Já os novos países do bloco são obrigados, segundo seus tratados de adesão, a adotarem o euro assim que cumprirem os critérios econômicos.A pesquisa, realizada neste mês, mostra que 75 por cento dos cidadãos da UE gostariam que haja um referendo sobre um novo tratado da UE, caso este dê mais poderes às instituições do bloco. Em 2005, os eleitores da França e da Holanda rejeitaram a proposta de Constituição para o bloco.
De acordo com a pesquisa, 41 por cento votariam a favor da concessão de mais poderes à UE, e outros 41 apoiariam um tratado que retirasse alguns poderes do bloco.
No geral, 28 por cento acham que a UE deveria ter mais poderes, 23 por cento acham que está bom assim e 41 por cento gostariam que ela tivesse menos poderes.
Além disso, 56 por cento dos entrevistados em toda a UE concordam com a idéia de que o bloco “não representa os cidadãos comuns do nosso país”.
Imagina se eles vivessem o que o Brasil viveu: Cruzeiro, Cruzado, Réis, Cruzado Novo, URV…. Com certeza achariam o EURO uma maravilha.
26 de maio, 2006 - 18h32 GMT (15h32 Brasília)
Beber bebidas alcoólicas todos os dias - com moderação - reduz o risco de doenças do coração entre homens, de acordo com um estudo publicado no British Medical Journal, nesta sexta-feira. Mas, para mulheres, de acordo com a pesquisa realizada com 50 mil pessoas na Dinamarca, os benefícios não dependem da freqüência, mas da quantidade de álcool consumida.
Entre as mulheres que participaram do estudo, as que bebem pelo menos uma vez por semana têm o risco de doenças coronárias reduzido. As que bebem todos os dias também.
Mas a diferença entre os dois grupos foi mínima: as que consomem álcool todo dia têm 36% menos chance de sofrer do coração do que as que não bebem. E as que bebem uma vez por semana têm 35% menos chance dos que as abstêmias.
Contraste
Já entre os homens, os que bebem diariamente têm 41% menos chances de terem doenças do coração do que os que não bebem, contra 7% a menos de chances para os que bebem uma vez por semana.
“Entre as mulheres, a quantidade de álcool ingerida parece ser a determinante entre a associação de álcool e risco reduzido de doenças coronárias”, afirma o Centro para a Pesquisa do Álcool da Dinamarca, uma das instituições responsáveis pelo estudo.
A pesquisa foi realizada com dinamarqueses entre 50 e 65 anos e a ingestão de álcool entre os estudados foi monitorada durante seus anos. A idade, os hábitos alimentares e o fumo também foram levados em consideração.
Explicações
Os pesquisadores acreditam que pode haver várias explicações para as diferenças entre homens e mulheres.
O problema pode ser hormonal, relacionado ao tipo de álcool consumido, ou ainda pode haver diferenças entre a forma com que o corpo de homens e mulheres processa o álcool.
O chefe da equipe, Morten Gronbaek, do Instituto Nacional de Saúde Pública da Dinamarca, disse que “já havia sido mostrado que a freqüência tem mais importância que quantidade, mas esta pesquisa aponta para a diferença entre gêneros”.
A quantidade recomendada máxima de álcool são 14 unidades por semana para mulheres e 21 unidade para homens.
Uma ótima notícia para sexta-feira, não acham? Só não podemos esquecer da moderação isso evita pagar mico no dia seguinte e mais uma coisinha: Se for dirigir não beba!!! Se for beber me chame!!! Ótima sexta-feira!
Trabalho extra pode indicar casamento falido, diz estudo
10 de abril, 2007 - 16h52 GMT (13h52 Brasília)
Mulheres que começam repentinamente a fazer horas extras no trabalho podem estar à beira de um divórcio, segundo um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.
Segundo o economista Kerry Papps, autor do estudo,
isso ocorre porque as esposas que percebem que o casamento está no fim querem melhorar sua renda e assegurar que terão como se sustentar sozinhas.O estudo, a ser apresentado nesta semana no congresso anual da Royal Economic Society britânica, se baseou na comparação das horas trabalhadas e do estado civil dos participantes.
Mulheres que se separaram um ou dois anos depois da análise foram consideradas como tendo previsto o fim do casamento.
A partir das informações coletadas,
os pesquisadores também concluíram que tanto homens quanto mulheres no primeiro casamento correm mais risco de se separar após quatro ou cinco anos.Segundo eles, as mulheres que se casam de novo têm menos tendência a romperem o relacionamento outra vez.
Especialistas em casamento britânicos concordam que as descobertas do estudo americano fazem sentido em alguns aspectos.
“Se uma pessoa está infeliz, ela tende a se jogar no trabalho e na vida social em torno dele, como uma maneira de se distrair”, disse Denise Knowles, psicóloga de casais, segundo o jornal britânico The Times.
“Não acredito que isso aconteça conscientemente. Trabalhar a mais pode trazer uma sensação de estabilidade que a pessoa não tem no relacionamento. Ou a pessoa pode se sentir mais valorizada no escritório do que em casa.”Na Grã-Bretanha, o aumento no número de divórcios, entre os anos 60 e 90, coincidiu com um salto no número de mulheres no trabalho.
Mulher pode ler o homem pelo rosto, diz pesquisa
10 de maio, 2006 - 12h35 GMT (09h35 Brasília)
Basta olhar no rosto de um homem para que uma mulher consiga aferir sua masculinidade, dizer se ele gosta de crianças, se é gentil, e se é o tipo ideal para uma relação de longa duração.
“A pesquisa mostrou que as mulheres conseguem fazer avaliações precisas sobre a masculinidade de um homem e seu interesse por crianças só de olhar no seu rosto”, segundo Dario Maestripieri, co-autor do estudo e professor de desenvolvimento humano comparativo da Universidade de Chicago.
De acordo com o pesquisador, o estudo mostrou ainda que “as mulheres valorizam a masculinidade como um fator que contribui para relações de curto prazo e o interesse de homens por crianças como sendo um fator que os torna mais propícios para relacionamentos de longo prazo”.
As fotos dos participantes masculinos da pesquisa foram mostradas a 29 mulheres. Os pesquisadores pediram que elas avaliassem os homens em quesitos como “gosto por crianças”, “atração física”, “gentileza”, e “masculinidade”.
Em seguida, elas eram solicitadas a avaliar quais dos homens seriam apropriados para relacionamentos curtos e quais deles seriam os melhores para ligações duradouras. A pesquisa mostrou que a maior parte das mulheres consultadas soube avaliar de forma precisa quais os homens que gostavam de bebês e souberam distingüir os que tinham altos níveis de testosterona dos que não tinham.
Os homens que indicaram que gostavam de crianças foram avaliados corretamente por 20 das 29 mulheres consultadas. E os homens que não mostraram interesse por crianças foram julgados de forma precisa por 19 mulheres.
Os pesquisados julgados como tendo o mais alto nível de masculinidade foram também tidos como os mais apropriados para relacionamentos de curto prazo. Aqueles que demonstraram maior interesse por crianças, foram considerados os melhores para relacionamentos de longa duração.
O título deste post foi sugerido por Bruno Melo,
29 de setembro, 2006 - 14h26 GMT (11h26 Brasília)
Um estudo sueco apresentado na publicação médica The Lancet alerta para o risco que as mulheres correm quando engordam ou não conseguem perder o excesso de peso entre o primeiro filho e a segunda gravidez.
Especialistas acham os resultados do estudo preocupantes, já que a obesidade está aumentando e, de acordo com as tendências atuais, até 2010 dois terços das mulheres estarão obesas ou acima do peso.
Estudos anteriores já demonstraram que essas mulheres têm mais dificuldade para engravidar e, quando conseguem conceber, têm maior risco de complicações.
O IMC ideal ficaria entre 18,5 e 25. Uma mulher que mede 1,65 e pesa 60 quilos tem um IMC de 22. Se ela engordasse 3 quilos, seu IMC subiria em uma unidade para 23.
No estudo, mulheres que ganharam uma ou duas unidades de massa corporal em um período de dois anos, entre o nascimento do primeiro bebê e a segunda gravidez, aumentaram o risco de pressão alta e diabetes gestacionais de 20% a 40%.
Uma alta do IMC em três unidades aumenta ainda o risco de o bebê nascer morto.
O co-autor do estudo, Eduardo Villamor, da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, frisou que as mulheres não precisam ficar acima do peso ou obesas para aumentarem a chance de ter problemas na gravidez.
“Um aumento de peso relativamente modesto entre as gravidezes já poderia levar a sérias doenças”, afirma ele.
Perda de peso
Para Adam Balem, do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, na Grã-Bretanha, os resultados do estudo são impressionantes.
Ele afirma que um esforço para perder peso depois da primeira gravidez pode fazer uma grande diferença, especialmente para as mulheres obesas.
“A obesidade é um problema que vemos todos os dias nas clínicas. As mulheres têm dificuldade em perder peso depois da gravidez.”
Fatores como amamentação, tipo de parto e quanto tempo a mulher leva para voltar às atividades físicas têm um papel importante na perda de peso.
“E com a idade, é necessário comer menos e fazer mais exercício para evitar engordar, o que pode ser complicado para mulheres que trabalham e têm filhos pequenos.”
“O melhor conselho é que as mulheres amamentem e façam o possível para se exercitar, voltando ao seu peso normal antes de pensar na segunda gravidez”, diz Balem.
Mas os especialistas também alertam para o perigo oposto, o da perda excessiva de peso.
“Muitas mulheres se preocupam em perder peso após darem à luz e acabam exagerando e emagrecendo demais”, diz Gillian Fletcher, do National Childbirth Trust, na Grã-Bretanha.
Ela diz que dietas radicais são especialmente perigosas para mulheres que estão amamentando ou tentando conceber.
Mamães de plantão, está ai o aviso!!! Caso deseje calcular seu IMC - Índice de Massa Corporal - é só clicar aqui e ver se é necessário tomar providências. Cuidar da sua saúde é tão essencial, quanto cuidar da saúde de seu bebê.
Para 64% no Brasil, governo interfere demais na imprensa
03 de maio, 2006 - 13h01 GMT (10h01 Brasília)
O governo do Brasil interfere demais na imprensa na opinião de 64% dos ouvidos em uma pesquisa realizada para a BBC. O índice é um dos maiores nos dez países pesquisados, menor apenas que o da Nigéria (75%) e igual ao da Coréia do Sul (64%).
O estudo foi idealizado conjuntamente pela BBC, pela agência de notícias Reuters e pelo centro americano de estudos Media Center. A pesquisa foi conduzida pelo instituto de pesquisas GlobeScan.
A pesquisa ouviu 10.230 adultos nos seguintes países: Brasil, Estados Unidos, Egito, Grã-Bretanha, Índia, Nigéria, Rússia, Coréia do Sul, Alemanha e Indonésia.
Mídia impressa x TVs
O Brasil foi o único entre os dez países consultados a considerar a mídia impressa mais confiável do que as emissoras de TV.
Um total de 68% dos brasileiros estima que a mídia impressa é a mais confiável. O índice para os que consideram a TV como o meio de informação mais confiável é de 66%.
Mas ainda assim o órgão de comunicação considerado mais confiável no país foi a Rede Globo, citada por 52% dos consultados. O segundo órgão citado na categoria foi o jornal O Globo, mencionado por 4% das pessoas ouvidas.
Os índice de brasileiros que diz ter deixado de lado uma fonte de informação por haver perdido a confiança nela foi o mais elevado entre os dez países - um total de 44%.
Os brasileiros também são os que mais acreditam que a mídia se concentra em informar notícias ruins - opinião de 80% dos consultados.
A pesquisa foi realizada antes do caso que levou à queda do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, acusado de participar da entrega para a revista Época de dados bancários sigilosos de um caseiro ouvido na CPI dos Bingos.
Como já disse em outros posts, temos como mudar isso! Vamos usar o “fale conosco” dos meios de comunicação e do governo, vamos exigir respostas. Só assim saberemos até que ponto poderemos confiar na mídia e no governo!!!
Aspirina reduz risco de doenças cardíacas em mulheres, diz estudo
27/03/2007
Mulheres saudáveis que tomam uma dose de baixa a moderada de aspirina podem reduzir seu risco de morte prematura, particularmente de doenças cardíacas, sugeriu um estudo realizado nos Estados Unidos.
Os pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Faculdade de Medicina de Harvard Medical, em Boston, monitoraram o uso de aspirina por 80 mil mulheres em mais de 20 anos, e divulgaram suas conclusões num artigo em Archives of Internal Medicine.
Mas cientistas britânicos afirmam que esses resultados contrariam outros estudos, que advertiram que aspirina pode causar sangramento.
Estudo americano As mulheres que participaram da pesquisa tinham idades de 35 a 60 anos. Elas foram examinadas em 1980, e depois a cada dois anos até 2004. No começo do estudo, nenhuma das mulheres apresentava doenças cardiovasculares ou câncer. A cada exame, as mulheres disseram se usavam aspirina regularmente e, em caso positivo, quantos comprimidos tomavam por semana. Durante o estudo, pouco menos de 30 mil tomavam doses de baixas a moderadas (de um a 14 comprimidos de 325 miligramas por semana), e 5 mil ingeriam mais de 14 comprimidos por semana. Cada morte foi comparada com a de sete ou oito outras mulheres que participaram do estudo e tinham idade e situação semelhantes. Fatores de risco Mulheres que disseram que tomavam doses de baixas a moderadas de aspirina apresentaram um risco 25% menor de morte por qualquer causa em comparação a mulheres que nunca usaram aspirina regularmente. Usuárias de aspirina tinham um risco 39% menor de morte por doenças cardiovasculares, e 12% menor de morte por câncer. “O uso de aspirina (por um período) de um a cinco anos foi associado a reduções significativas de mortalidade cardiovascular”, escreveram os pesquisadores liderados por Andrew Chan, em Archives of Internal Medicine. “O benefício associado à aspirina foi confinado a doses de baixas a moderadas e foi significativamente maior em participantes mais velhas e naquelas com maiores fatores de risco cardíaco.” A equipe disse que a aspirina pode proteger as pessoas de várias formas, inclusive impedindo inflamação e danos celulares a partir de exposição a oxigênio. Mas ela afirma que, como o estudo examinou mulheres que decidiram tomar ou não aspirina ao invés de optar por testes clínicos aleatórios, os resultados não sugerem que todas as mulheres deveriam tomar aspirina. “Sem benefícios” Mas John Baron, da Faculdade de Medicina de Dartmouth Medical School, em New Hampshire, disse que o Estudo da Saúde das Mulheres, que seguiu 40 mil mulheres por onze anos, não encontrou benefícios no uso de aspirina. “A aspirina é realmente tão boa ou há alguma outra explicação para os resultados que são tão diferentes daqueles do Estudo da Saúde das Mulheres e outros testes de prevenção primária?”, perguntou Baron. Peter Weissberg, diretor médico da Fundação Britânica do Coração, disse que o estudo americano é “interessante”, mas não segue todos os outros estudos prévios e “não deveria, portanto, ser usado como evidência em favor de todas as mulheres tomarem aspirina para prevenir doenças cardíacas”. “Mas não é adequado para todo mundo tomar para prevenir doenças cardíacas, pois o uso regular de aspirina é associado ao risco estabelecido de sangramento.”
Até 1º de junho de 2004, 9.477 mulheres participantes do estudo haviam morrido. Dentre elas, pouco menos de 2 mil foram vítimas de doenças cardíacas e 4.469 de câncer.
O uso de doses elevadas de aspirina aparentemente não beneficiou as mulheres.
“Em contraste, uma redução significativa do risco de morte por câncer não foi observada depois de dez anos de uso de aspirina.”
Os pesquisadores recomendam a realização de mais pesquisas para avaliar os efeitos da aspirina.
“Há boas evidências que sugerem que as pessoas que tiveram um ataque cardíaco, ou são consideradas em risco de doenças cardíacas se beneficiam da prescrição de aspirina.”
“Não há dúvida de que esta continuará sendo uma questão controvertida”, concluiu Weissberg.
Não há dúvidas do que o mais certo a se fazer é buscar orientação médica antes de sair se automedicando ou aconselhando amigos a fazê-lo. O que esta pesquisa mostra é que há muito a ser estudado em relação a Aspirina e isso requer, além de tempo e conhecimento, dinheiro.
30 de março, 2007 - 09h11 GMT (06h11 Brasília)
Pessoas que fazem muitos vôos de longa distância com freqüência, como tripulantes de aviões, correm risco de desenvolver problemas de saúde, de acordo com estudo britânico.
Os pesquisadores atribuem isso a distúrbios nos padrões hormonais e do sono, disse artigo na revista especializada The Lancet. A equipe da Universidade John Moores, de Liverpool, revisou mais de 500 artigos publicados sobre aviação e saúde.
Os pesquisadores encontraram relatos de tripulantes com diminuição do desempenho cognitivo e problemas de saúde mental, inclusive breves episódios de psicose - perda do contato com a realidade. E aeromoças disseram que têm distúrbios no ciclo menstrual ligados à irregularidade de seu trabalho.
Os autores do estudo, Jim Waterhouse e seus colegas, oferecem dicas para limitar a fadiga e o jetlag resultantes de viagens, tais como buscar ou evitar exposição à muita iluminação no destino, para ajudar a ajustar o relógio biológico. Uma xícara de café forte e exercícios ajudam o viajante a ficar acordado quando as reservas do corpo estão no fim, dizem os cientistas.
SINTOMAS DE JETLAG
Sono perturbado
Concentração ruim
Dor de cabeça, fadiga e
irritabilidade
Indigestão e alterações no apetite
Eles recomendam que se a viagem levar ao cruzamento de menos de três fusos horários, provavelmente o jetlag não será um grande problema para a maioria das pessoas.
Se a viagem inclui mais de três fusos horários e a estadia é de mais de três dias, vale a pena adaptar os padrões de sono e atividades do local de destino.
Vôos para o oriente geralmente causam os piores sintomas do que rumo ao ocidente, dizem os pesquisadores.
De maneira geral, com vôos para o oriente o número de dias necessários para uma recuperação é equivalente a dois terços dos fusos horários atravessados. Em vôos para o ocidente, o número de dias é a metade do de fusos horários atravessados.
Um porta-voz do Departamento de Aviação Civil da Grã-Bretanha disse: “
Nós não estamos cientes de que pilotos em vôos de longa distância têm incidência maior de distúrbios psicóticos ou grandes distúrbios afetivos do que a população em geral.” Segundo ele, é muito raro para uma tripulação ficar fora mais de três dias e, portanto, ela tende a manter os padrões ditados pelos relógios na Grã-Bretanha.Há regulamentos sólidos para saúde e segurança, inclusive limites para tempo de vôo. Pilotos registrados na Grã-Bretanha são proibidos de voar mais de 900 horas por ano, disse o porta-voz.
O negócio é os cientistas inventarem logo o teletransporte, mesmo que virtual e, assim, resolverem dois problemas de uma vez só… acaba-se com crise no espaço aéreo e com a possibilidade de mais versões do filme “Psicose” de Alfred Hitchcock!!!








