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Dinossáurios | Ciência ao Natural - Part 2

Posts Tagged ‘Dinossáurios’

FRACASSO CHINÊS

Thursday, March 13th, 2008

Sempre pensei que o erro e o fracasso constituiam componentes fundamentais do “processo científico”.
Agora o governo chinês vem descansar os seus cientistas para que não temam o falhanço e o fracasso.
Esta desculpabilização institucional visa fomentar a “criatividade”, aliviar a enorme “pressão” bem como evitar a “fraude científica”.

Quando por lá trabalhei e contactei com diversas realidades de investigação paleontológica, verifiquei a enorme tensão produtiva em que viviam os meus colegas chineses.

Parecia-me que esse comportamento semi-obsessivo se devia mais ao carácter laborioso típico dos asiáticos do que, mais pragmaticamente, aos enormes “incentivos” financeiros concedidos pelo governo sempre que, por exemplo, uma nova espécie de dinossáurio é descoberta ou um paper na Nature é publicado.
Por respeito e pudor não avançarei valores.

Agora constato que não era nenhuma produtividade típica dos asiáticos.
A pressão oficial devia ser tanta que, oficialmente, tiveram que a conter.

Fonte da notícia - aqui

A 4 ASAS?

Sunday, February 24th, 2008

O documentário da PBS, canal público norte-americano (sim, ele existe), a ser exibido no próximo dia 26 de Fevereiro, vai abordar a questão de como voava o Microraptor.
Este animal, descoberto na China, apresentava cobertura de penas não só nos membros anteriores mas igualmente nos membros posteriores.
Este facto intriga os paleontólogos já que se pode especular se aqueles animais não teriam um voo a 4 asas.
A ver, com duas equipas de paleontólogos (ok, pode parecer um concurso televisivo…) a proporem hipóteses biomecânicas de voo para o Microraptor - túneis de vento, e tudo!

É sempre bom rever Xu Xing, com quem trabalhei no IVPP…

Trailer
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dLniJ3HFr_U]

Aqui, uma actividade inter-activa em que se podem controlar alguns parâmetros biomecânicos de voo do Microraptor.
Imagens - PBS

5 NOVOS DINOS - DINOS NOVOS 5

Friday, February 8th, 2008

Nos últimos dias, foram publicadas 5 novas espécies de dinossáurios.

A saber:
-o herbívoro Sahaliyania elunchunorum, pertencente aos Hadrosauridae, do Cretácico superior da China;
-o herbívoro Wulagasaurus dongi, pertencente aos Hadrosaurinae, do Cretácico superior da China;
-o carnívoro Kryptops palaios, pertencente aos Abelisauridae, do Cretácico inferior do Níger;
-o carnívoro Eocarcharia dinops, pertencente aos Carcharodontosauridae, do Cretácico inferior do Níger;
- o saurópode (!!!), Tastavinsaurus sanzi, um Titanosauriformes, do Cretácico inferior de Espanha.
Ainda não confirmei a etimologia do novo saurópode mas parece-me dedicado ao professor José Luis Sanz. Se assim for, parabéns à equipa e ao “Pepelu”!!

Referências:

Kryptops palaios
http://www.app.pan.pl/acta53/app53-015.pdf
Sahaliyania elunchunorum e Wulagasaurus dongi

http://www.app.pan.pl/acta53/app53-047.pdf
Não tenho referência do Eocarcharia dinops

(ainda não publicado) Canudo, J. I., Royo-Torres, R. & Cuenca-Bescós, G. 2007. A new
Titanosauriformes sauropod: Tastavinsaurus sanzi gen. et sp. nov. from
the Early Cretaceous (Aptian) of Spain. Journal of Vertebrate
Paleontology

Imagem: M. Hettwer

Tafonomia, cartões de crédito fossilizados, cores caducas, dinossáurios, milhões de ziliões, paleontólogos, pele, répteis, mundos monocromáticos e…

Friday, February 8th, 2008

…vertebrados, dodós, pigmentos, conchas, xistos de Burguess, espectros, reflexo, visão, predador, ultra-violeta, T-Rex, análogos modernos, púrpura, mimetismo, rãs, verde, paleobotânica, tecidos, ciência, fósseis, Antropocénico, geologia, “Plastocénico”, 3D, simetria, forma, função, neve, universos multidimensionais, matemática, futebol, pentágonos, monstros, graus de liberdade, atracção sexual, cartoons,…,
e…………………………………..
sobretudo…………………….
divertido e excelente divulgação científica!

BBC4 - Material World
Para ouvir - aqui (não liguem aos primeiros 30 segundos que são o final das notícias…)
Imagens - iStockphoto; BBC4; Andrew Parker, Natural History Museum

Candidatura Ibérica a Património Mundial da UNESCO - jazidas de dinossáurio

Wednesday, February 6th, 2008

Em relação a esta notícia – aqui – só poderei, para não ser acusado de opinar excessivamente sobre assuntos que me são tão próximos, acrescentar o seguinte:
faltou falar do papel absolutamente fundamental da investigação feita nos últimos 15 anos por Vanda Faria dos Santos e que culminou na sua tese de doutoramento Cum Laude.
Este trabalho é um dos exemplos de investigação que sai da esfera do conhecimento puro e entra na aplicação quotidiana, por intermédio da divulgação do património Natural (como eu gostaria de ver comentada esta frase por Desidério Murcho ou Ludwig Krippahl!).
Sem esse trabalho, não teria sido possível levar à preservação e musealização in situ da Pedreira do Galinha ou o conhecimento das jazidas de Vale de Meios, Carenque ou Pedra de Mua (no cabo Espichel).
É um trabalho que não é visível a olho nu mas que está lá.
É um trabalho feito quer no contacto com os políticos, quer no contacto com o grande público.
Mas, acima de tudo, é um trabalho de divulgação e protecção do património natural feito contra os bem pensantes ou apenas contra a ignorância, sejam da casa ou de fora dela.

Parabéns Vanda!

Imagens - National Geographic Portugal; gráfico de Carlos Marques da Silva e Vanda Faria dos Santos

Saudades

Wednesday, January 16th, 2008

Não tenho tempo para comentar esta notícia.
Apenas para a recordação emotiva do primeiro dinossáurio que estudei – o Tenontosaurus – no American Museum of Natural History, em Nova Iorque.
Mais do que um Museu, uma casa de Ciência.
Às vezes dá-me para isto…

Referência: Lee, A.H. and Werning, S. 2008. Sexual maturity in growing dinosaurs does not fit reptilian growth models. PNAS. January 15, vol. 105 | no. 2, 582-587.

Na China - I

Monday, January 7th, 2008

A “história” chinesa foi bastante complicada – ver post com outra das histórias.

O contacto inicial foi feito com Xu Xing do IVPP. Ele é responsável por mais 20 espécies novas de dinossáurios e publicou mais de 10 artigos na Nature.
Para além de me receber, propôs-me também iniciar trabalho de análise morfológica 3D de crâneos de Psittacosaurus, em conjunto com um aluno seu de doutoramento (foto).

Durante a primeira semana de estadia em Pequim, Dong Zhi-ming, um dos “pais” da Paleontologia de dinossáurios na China, encontrava-se em Pequim de visita. Falei com ele, contei-lhe o meu projecto e ele convidou-me para, passados 4 dias, nos encontrarmos no sul da China, em Lufeng. Comecei logo a tratar das coisas (arranjar avião pois Lufeng, na província de Yunnan, fica próximo da fronteira com o Vietname e do Laos) e a improvisar os meus planos iniciais.
Passados esses dias aterrava em Kunming onde tinha colaboradores de Dong Zhi-ming à minha espera, para uma viagem de carro de cerca de duas horas até Lufeng.
Estive cerca de uma semana trabalhando sobretudo em prossaurópodes, o mais famoso dos quais é o Lufengosaurus (do nome da cidade), mas também em diversos saurópodes, alguns dos quais ainda não descritos.
Fiz também prospecção no campo em conjunto com Dong Zhi-ming nas famosas jazidas do Triásico desta região.
Este investigador ficou tão impressionado com o meu trabalho que me propôs que regressasse para descrever novos materiais (provavelmente novas espécies, das centenas de ossos que eles têm em preparação), mas essa história fica para mais tarde…

Em Lufeng fui brindado com os manjares entomológicos que os meus colegas me tinham reservado – sou extremamente alérgico à picada de abelhas e vespas e quando me puseram à frente um prato de larvas e vespas adultas ia caindo para o lado!
Neste jantar, para além de Dong Zhi-ming e colaboradores, estavam também quatro colegas da Mongólia Interior, conhecidos, entre outras atributos, por serem resistentes aos efeitos do álcool. Para os chineses, quem aguenta bem a bebida é porque é bom líder, disseram-me.
Para além de convidado, era estrangeiro, e nisso os chineses são muito formais, de maneira que de 5 em 5 minutos levantava-se um chinês, fazia-me um brinde e bebíamos ambos um trago de aguardente de arroz. Como eles eram dez e eu o único convidado, tive que efectuar vários brindes com aguardente…
Dong Zhi-ming contou-me, no dia seguinte, que os colegas mongóis tinham ficado impressionados comigo porque nunca abandonei as boas maneiras nem alterei o tom de voz, e isso para eles é sinal de força interior. Não sei se é ou não, o certo é que nesse dia tinha uma certa dor de cabeça!

Lufeng é uma cidade muito pequena, mesmo para os standards chineses, semi-rural e onde quase nunca vão estrangeiros – é impressionante como estavam sempre a olhar para mim quando andava na rua…!
Recordo-me de sair um dia à noite e num restaurante (o mais próximo que se pode dizer daquele espaço…) onde entrei para me aventurar nas surpresas gastronómicas, estar vazio. Passada meia-hora, já quase não haviam mesas para chineses que apenas tinham dois objectivos: beber chá e mirar o ocidental que pensava em dinossáurios saurópodes, enquanto tentava adivinhar o que lhe tinham colocado no prato!

Foi também em Lufeng que ao sair de um riquexó motorizado (basicamente uma moto com uma cobertura atrás - foto) me deixaram à porta de uma pensão que não era a minha. Era de noite, não tinha o nome do sítio onde estava nem tão pouco sabia minimamente onde me encontrava. Para além de não esperar que alguém soubesse falar inglês, e o meu ultra-básico mandarim não dar para me safar daquela situação, foram uns minutos de completa impotência. Senti-me ao mesmo tempo como uma criança perdida no supermercado e como um adulto imbecil. Depois de ter recuperado a calma abordei o condutor do riquexó com as palavras “Kong long, kong long!” que significam “dinossáurio, dinossáurio”, uma das poucas que sei em mandarim.
Após o ter repetido várias vezes e o chinês ter recuperado das gargalhadas iniciais, lá deduziu que eu queria que ele me conduzisse ao Museu dos Dinossáurios.
É que a partir do Museu sabia eu o caminho!
Terminei a noite, com a cabeça de fora da caixa motorizada a gesticular “esquerdas e direitas” até ao meu hotel no sul da China.
Já andei por grande parte do mundo e nunca me tinha sentido tão “perdido” como naqueles cinco minutos…

Dinossáurios bizarros, explicados e Feira de…Minerais, Gemas e Fósseis

Wednesday, December 5th, 2007

Perdoem-me a promoção a este número fantástico da National Geographic mas, para além de confiar plenamente na revisão científica - auto-promoção -, tem excelentes imagens e textos.

Sábado, dia de 8 Dezembro, pelas 18h, palestra no Museu Nacional de História Natural, com Jeffrey A. Wilson, da Universidade do Michigan, um dos descobridores e autores do Nigersaurus taqueti.
Este investigador é responsável pela actual filogenia dos dinossáurios saurópodes e um dos especialistas mundiais nestes animais.
A palestra está integrada nas actividades da XXI Feira de Minerais, Gemas e Fósseis, organizada pelo MNHN.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=m8lJKXn6MmQ]

Breves - pele de dino e Populi evolução

Monday, December 3rd, 2007

Duas breves mais uma.
Um ornitópode descoberto no estado norte-americano do Dakota apresenta o que a maioria dos restos de dinossáurios não apresenta - tecido moles preservados, nomeadamente pele.
os tecidos preservados permitirão inferir sobre a massa muscular do animal, uma das questões polémicas em paleontologia de vertebrados, e compreender melhor padrões biomecânicos e respectivos desempenhos.

Um inquérito realizado em 34 países, em 2006, sobre a aceitação pública da Evolução apresentou os seguintes resultados:
Segundo os investigadores os resultados nos EUA devem-se, sobretudo, ao “poor understanding of biology, especially genetics, the politicization of science and the literal interpretation of the Bible by a small but vocal group of American Christians”.
Portugal está no “meio” da tabela mas, curiosamente, muito abaixo no nível da aceitação da Espanha. Não tenho dados sobre a “taxa de religiosidade” nos dois países mas parece-me que deverão ser semelhantes.
Quanto à literacia científica as coisas já serão diferentes concerteza…

O “chief astronomer” do Vaticano considerou que o «”intelligent design” isn’t science and doesn’t belong in science classrooms».

FONTES - aqui; aqui

A César o que é de César…menos em Portugal!

Monday, November 19th, 2007

Até que ponto devem ser atribuídos os créditos pelas correcções/informações de âmbito profissional que se fazem a uma exposição ou a uma notícia de jornal?
Esta questão por várias vezes tem cruzado a minha atitude profissional perante a divulgação científica.
Explico.
Após ter organizado e produzido uma revisão científica (pois eram mais do que muitos os erros…) da exposição “Monstros Marinhos”, do Oceanário de Lisboa, e de ter enviado a dita aos responsáveis da instituição, recebi, ao fim de mais de 4 meses, um agradecimento “A participação positiva dos nossos visitantes e «amigos» é de facto uma mais valia para o Oceanário de Lisboa e para a manutenção da sua qualidade.”
Igualmente fui informado de que as várias correcções que tinha feito não poderiam ser-me referenciadas, pois o contrato que tinham com a empresa responsável pela montagem da exposição não lhes permitia uma referência externa, i.e., à minha pessoa.
Aproveitavam para me dizer que me iriam enviar um convite para a exposição - a primeira visita paguei-a eu; desta vez ofereci o convite recebido…
Fizeram-no. Obrigado.
Meus caros, se quiserem mais correcções façam-nas vocês, que, apesar de ainda não me ter cansado de trabalhar à borla, o mínimo de creditação, espero-a!

Ontem decidi cair na mesma “patice”.
O Público on-line (aqui em versão cached num outro site, pois a versão errada já não está on-line) publicou, no dia 15 de Novembro, uma notícia referente a novos dados sobre um saurópode.
Como a versão feita pelo Público do artigo publicado pela agência noticiosa AFP apresentava alguns erros, decidi enviar um comentário. Entre os erros contava-se, por exemplo, o facto de o nome da espécie estar errado, para além de cientificamente mal grafado, o nome do paleontólogo que o descobriu estar incorrecto, e, finalmente, afirmar que o animal em questão era bípede, quando é quadrúpede.
Preciosismos, pensa a maioria das pessoas e, às vezes, quase o penso também eu.
Preenchi o formulário on-line de comentários e esperava vê-lo aparecer publicado. Passadas algumas horas, recebi mail de um jornalista que me agradecia as correcções. Bom, deixa cá ver se aparecem publicadas, pensei eu. Como não apareciam, decidi questionar quem me tinha contactado, por mail, sobre esse facto. A resposta, lacónica e seca, transcrevo-a em parte:

“o ponto 6 dos «Critérios para publicação de comentários dos leitores»:
6 - Por regra devem ser publicados os comentários que criticam a nossa abordagem noticiosa. São excepção os casos em que essa crítica se refere a um aspecto que pode e deve ser corrigido (ex.: um erro ortográfico ou em matéria de facto.) Não teria sentido manter o erro na notícia após a sua detecção e não teria sentido publicar o comentário uma vez a correcção realizada.”

Só faltou dizer: não leu os critérios de publicação? Problema seu!!
Esta atitude de Chico-esperto tem como único resultado que não volte a tentar que o Público seja rigoroso no tratamento que dá aos conteúdos científicos que aborda.

Não pretendo que o meu nome seja referenciado por si só.
Mas porque desejo ver tratados, de forma correcta, assuntos que profissionalmente me dizem respeito, nos órgãos de comunicação social ou em exposições.

A pergunto que deixo: vale a pena perder este tempo?

P.S. o que me deixou satisfeito foi que entre as duas versões da notícia a corrigida está mais detalhada.

Já agora fica aqui a história pela agência Reuters - perdi vontade de a dissecar.
E envolvia o meu orientador.
Imagens - Daqui e daqui

http://www.reuters.com/resources/flash/includevideo.swf?edition=US&videoId=70909