Um feixe de prótons e uma webcam, quem ganha? O feixe de prótons, é claro. O legal disso tudo é que no vídeo acima você confere segundo a segundo a tortura a que a webcam foi submetida, enquanto os prótons surgem como diversos pontos brancos na imagem.

Alguns pontos ficam mais alongados, como riscos, e são as partículas atingindo o sensor da webcam de forma oblíqua. E, pobre webcam, alguns pontos ficam permanentemente brancos. São pontos do sensor de imagem que foram efetivamente “queimados”, danificando permanentemente a câmera.

Você também pode escutar as partículas como um ruído no áudio, e tudo é uma boa demonstração da equipe trabalhando na missão do Lunar Reconnaissance Orbiter e os instrumentos que devem medir a radiação lá pelo nosso satélite.

De forma curiosa, algo similar ocorre com astronautas que vão ao espaço, que relataram ver estranhos flashes, explicados como resultado de raios cósmicos atingindo diretamente a retina ou os nervos óticos. Mas assim como tais partículas altamente energéticas danificam permanentemente a webcam, você pode imaginar que os efeitos não só na retina, como no cérebro e todo o corpo dos astronautas não são nada bons.

Como realmente não são. A radiação cósmica a que os astronautas ficam expostos é um dos maiores obstáculos para as viagens espaciais de longa duração.

Confira nosso post anterior sobre a incrível história do homem que foi atingido pelo feixe concentrado de um acelerador de partículas. [via MAKE]

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Adorável. Simbólico também, se você parar para contemplar a imagem. Que possamos lançar nossos descendentes para explorar os confins do Cosmo. E eles se divirtam.

Se você contemplar a imagem, contudo, também pode notar que o bebê está sem fralda, cueca, nada. Não sei o que isso simbolizaria.

Há algum tempo, o sempre excelente xkcd publicou uma tira similar, e mais acurada, com uma escala logarítmica.

O astronauta Donald Pettit passou cinco meses e meio na Estação Espacial Internacional em 2003, de onde capturou imagens de auroras boreais… e, não contente, as compilou em um vídeo simplesmente estupendo que você confere acima.

É o mesmo Pettit que conduziu a série “Ciência de Sábado de Manhã”, com inúmeros vídeos simples exibindo os efeitos da micro-g no que ele chama apenas de “Estação”. [via Nerdcore]

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A astronauta Karen Nyberg fita o espaço enquanto seus cabelos esvoaçam dentro do novo laboratório Kibo na Estação Espacial Internacional (clique para uma versão em alta resolução direto da NASA).

Os cabelos de comercial de xampu, a janela para o vácuo do espaço e a leve curvatura do planeta azul com um detalhe de painéis solares… how cool is that?

Mais duas imagens na continuação.

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“Modified Mars é a maneira como Frans Blok vê Marte terraformado no século 23, inspirado nas obras de autores de ficção científica da altura de Arthur C. Clarke, Carl Sagan, Kim Stanley Robinson, Robert Zubrin, Chris McKay ou Thomas Gangale.

Ele pode ser explorado no próprio sítio em um mashup do Google Maps, ou pode-se baixar um recomendável arquivo KMZ para Google Earth (15.9 Mb) no qual podem ser vistas além de suas luas Deimos e Fobos, a estação espacial Clarke, camadas de nuvens e localizações geográficas entre outras.

Por certo que se você já leu a trilogia de Marte, de Kim Stanley Robinson, e já buscou alguma informação na rede, já deve ter encontrado um trabalho anterior de Frans Blok, the Red, Green & Blue MarsSite, outra visualização da terrformação de Marte menos sofisticada, mas esta sim baseada unicamente na obra de Robinson”.

Mais um post copiado descaradamente do imperdível blog cgredan.

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A monstruosidade acima é nada menos que um Ekranoplano espacial. Isto é, não contentes com seus Ekranoplanos — espécie de barcos voadores — os russos resolveram multiplicar a loucura inovação e sugerem o conceito de um veículo espacial lançado horizontalmente partindo do oceano. Ao redor do equador.

Já há projetos mais concretos de lançamentos espaciais a partir de plataformas em alto-mar em latitudes baixas, mas estes são convencionalmente verticais. Foguetes para o alto e avante.

O Ekranoplano espacial é, no mínimo, uma atraente idéia de ficção. Mais sobre o projeto aqui. [via DRB]