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	<description>Um paradoxo é uma verdade de pé sobre a própria cabeça</description>
	<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 22:54:16 +0000</pubDate>
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		<title>Darwinspeak</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 22:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[darwin]]></category>

		<category><![CDATA[etimologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Não bastou formular a Teoria da Evolução. Nem que sua teoria estivesse correta. Charles Darwin promoveu-a acima de tudo como um formidável escritor. A Origem das Espécies (PDF) é uma leitura surpreendentemente acessível, o que só se torna mais impressionante considerando sua relevância. Em retrospecto, que seja tanto seminal quanto acessível não deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="alfalfadarwin" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="376" alt="alfalfadarwin" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/03/alfalfadarwin.jpg" width="500" border="0" /> </p>
<p>Não bastou formular a Teoria da Evolução. Nem que sua teoria estivesse correta. <strong>Charles Darwin</strong> promoveu-a acima de tudo como um formidável escritor. <em><strong><a href="http://www.iedinet.com.br/eteca/darwin_a_origem_das_especies.pdf" target="_blank">A Origem das Espécies</a></strong></em> (PDF) é uma leitura surpreendentemente acessível, o que só se torna mais impressionante considerando sua relevância. Em retrospecto, que seja tanto seminal quanto acessível não deve ser mero acaso, isto é, que algo tão revolucionário seja exposto de forma compreensível a todo leitor educado com algum esforço explica em grande parte seu sucesso.</p>
<p>E que sucesso. <strong>Ben Zimmer</strong>, do <a href="http://www.visualthesaurus.com/cm/wordroutes/1720/" target="_blank">Visual Thesaurus</a>, vasculhou o <em>Oxford English Dictionary</em> para descobrir as contribuições do naturalista inglês para o léxico de sua língua. <strong>Darwin foi o primeiro a utilizar nada menos que 144 novas palavras</strong>. Em comparação, é em torno de um décimo das contribuições de <strong>Shakespeare</strong>. Nada desprezível. <strong>Abraham Lincoln</strong>, nascido no mesmo dia que Charles, e muito mais famoso por sua eloquência, é tido como fonte primária de uma única palavra (e uma nada notável, “<em>Michigander</em>”, um sujeito de Michigan).</p>
<p>Além de termos como <em>seleção natural</em>, <em>filogenia </em>e <em>fertilização cruzada</em>, o inglês que celebramos este ano levou a palavra “<em><strong>alfalfa</strong></em>” da Espanha para os anglófonos, garantindo um nome para um dos <em>Batutinhas</em>, assim como “rodeo”.</p>
<p>Vale notar que “a sobrevivência do mais forte”, como é mais conhecida em português, ou “a sobrevivência do mais bem-adaptado”, são expressões que Charles curiosamente <strong>não</strong> cunhou. O original em inglês é de <strong>Herbert Spencer</strong>, que comentou a seleção natural e sua relação com idéias econômicas.</p>
<p>A maior surpresa encontrada por Zimmer é sem dúvida como Darwin foi o primeiro a utilizar uma palavra para descrever os críticos religiosos de suas teorias. Em 1859, escreveu em uma carta:</p>
<blockquote><p>“Que piada seria se eu lhe desse um tapinha nas costas quando ataca alguns <strong>criacionistas</strong> obstinados”.</p>
</blockquote>
<p>Isso mesmo. <strong>Charles Robert Darwin foi o primeiro a utilizar o termo “criacionista”</strong>. “Creationism”, ou Criacionismo, já havia sido cunhado e Darwin não deve ter precisado de muito esforço para o neologismo. Mas ele o fez.</p>
<p>Mais algumas palavras cunhadas por Darwin podem ser conferidas <a href="http://www.visualthesaurus.com/wordlists/15165" target="_blank">nesta lista</a>. Como Ben nota, “quem diria que Darwin foi também um pioneiro na evolução das palavras?” [via <a href="http://blogs.discovermagazine.com/loom/2009/02/12/darwin-wordmeister/" target="_blank">blog do irmão do Ben Zimmer</a>]</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<title>Reconstru&#231;&#227;o do mecanismo de Anticitera</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/03/13/reconstruo-do-mecanismo-de-anticitera/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 14:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral e Ceticismo]]></category>

		<category><![CDATA[Matemática e Computação]]></category>

		<category><![CDATA[astronomia]]></category>

		<category><![CDATA[grécia antiga]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

		<category><![CDATA[planetário]]></category>

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		<description><![CDATA[
O vídeo do modelo de Michael Right do mecanismo de Anticitera já é um dos mais vistos do canal de vídeo da NewScientist. Não é por menos, esta ilustre desconhecida peça do tamanho de uma caixa de sapatos é provavelmente um dos artefatos arqueológicos mais valiosos em todo o mundo.
Com mais de dois milênios de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZrfMFhrgOFc&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZrfMFhrgOFc&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>O vídeo do modelo de <strong>Michael Right</strong> do mecanismo de Anticitera já é um dos mais vistos do canal de vídeo da NewScientist. Não é por menos, esta ilustre desconhecida peça do tamanho de uma caixa de sapatos é provavelmente um dos artefatos arqueológicos mais valiosos em todo o mundo.</p>
<p>Com mais de dois milênios de idade, o mecanismo inclui uma miríade de engrenagens, possivelmente um conjunto diferencial, e parte de mostradores com gradações bem definidas. É o mais antigo exemplo de um instrumento com mostrador. A sofisticação técnica envolvida no trabalho literalmente de relojoaria só seria vista novamente mais de mil anos depois.</p>
<p>Grosso modo, seria mesmo como encontrar <a href="http://www.ceticismoaberto.com/referencias/jatopcol.htm" target="_blank">evidências de aviões a jato na América pré-colombiana</a>. Absurdo, inacreditável, e no entanto, real. Historiadores romanos de fato deixaram referência a mecanismos dessa sofisticação – e de fato, mesmo exatamente ao mecanismo de Anticitera – mas os historiadores modernos presumiam que eram exageros ou fantasias.</p>
<p>Em 79 AC, por exemplo, o orador e político romano Marco Túlio Cícero foi a Rodes, provável cidade onde o mecanismo de Anticitera foi construído, e descreveu em <i>De natura deorum II</i>:</p>
<blockquote><p>“Suponha que um viajante leve a Cítia ou Bretanha o planetário recentemente construído por nosso amigo Posseidônio, que a cada revolução reproduz os mesmo movimentos que têm lugar nos céus a cada dia e noite o Sol, a Lua e os cinco planetas. Irá qualquer nativo duvidar que este planetário era o trabalho de um ser racional?”</p>
</blockquote>
<p>A descrição de Cícero pareceria fantasia, mas agora indica a existência muito plausível de uma tradição de construção de planetários em Rodes. Por mais inacreditável que pareça, o mecanismo realmente existiu.</p>
<p>Escrevi um texto há alguns anos recheado de <strong><a href="http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/anticitera.htm" target="_blank">detalhes sobre o Mecanismo de Anticitera</a></strong>, e também traduzi na ocasião <a href="http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/antikythera.htm" target="_blank">o artigo original de Derek Price a respeito</a>. O artigo de Price é a referência a todos os interessados pelo mecanismo.</p>
<p><strong>Carl Sagan</strong> costumava repetir que simplesmente descobrir que teríamos companhia em algum outro ponto do Universo já seria uma das informações mais importantes já descobertas pela ciências. Teríamos confirmação de que não somos únicos, que outras inteligências sobrevivem além da nossa, a despeito da capacidade tão tragicamente tentadora da auto-destruição. É aqui que reside a importância, e o alerta, do Mecanismo de Anticitera.</p>
<p>Como Price ponderava há exatamente meio século:</p>
<blockquote><p>“É um pouco assustador saber que pouco antes do declínio de sua grande civilização os gregos antigos chegaram tão perto de nossa era, não só em seu pensamento, mas também em sua tecnologia científica”.</p>
</blockquote>
<p>Talvez não seja mera coincidência que tão pouca atenção tenha sido dada ao mecanismo. Se há uma verdade inconveniente é que a ciência e tecnologia, por si só, não são capazes de evitar o colapso das mais sofisticadas culturas. O conhecimento fechado em caixas mágicas que leigos observam e mesmo historiadores registram com espanto e incompreensão é um indicador perigoso de que a relação simbiótica entre o avanço e acúmulo de conhecimento e a sociedade que permite tal não está andando muito bem.</p>
<p>Daqui a mil anos, historiadores podem descobrir surpresos que as referências de nosso tempo a caixas retangulares que como mágica acessavam um mundo de informação eram reais.</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<title>A Evolu&#231;&#227;o de Vida em 60 segundos</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 13:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Planeta Terra e Ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[calendário cósmico]]></category>

		<category><![CDATA[evolução]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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“A Evolução da Vida em 60 segundos é um experimento em escala: ao condensar 4.6 bilhões de anos de histórias em um minuto, o vídeo é um instrumento de tempo em si mesmo. Como um relógio especializado, proporciona uma noção de perspectiva. Tudo – da formação da Terra, passando pela Explosão do Cambriano até a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YXSEyttblMI&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YXSEyttblMI&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<blockquote><p>“A Evolução da Vida em 60 segundos é um experimento em escala: ao condensar 4.6 bilhões de anos de histórias em um minuto, o vídeo é um instrumento de tempo em si mesmo. Como um relógio especializado, proporciona uma noção de perspectiva. Tudo – da formação da Terra, passando pela Explosão do Cambriano até a evolução de camundongos e esquilos – é proporcional a todo o resto, mostrando a Humanidade em uma fração de segundo, quase indiscernível no transcorrer da história.</p>
<p>Cada evento na Evolução da Vida desvanece gradualmente ao longo do minuto, deixando traços tipográficos que ecoam até o tempo presente. Exatamente como nosso sangue ainda contém a água salgada de nossos ancestrais evolucionários mais antigos.”</p>
</blockquote>
<p>Produzido por <strong><a href="http://www.seedmagazine.com/news/2009/02/the_evolution_of_life_in_60_se.php" target="_blank">Claire L. Evans</a></strong>, este “minuto da vida” lembra o <strong><a href="http://br.geocities.com/geografia_humanista/calendario.html" target="_blank">Calendário Cósmico</a></strong> popularizado por <strong>Carl Sagan</strong>, e como ele, pode começar um pouco lento, mas o final em compensação é repleto de ação. Vale ressaltar: o ritmo da passagem de tempo é constante. [via <strong><a href="http://cgr20.blogspot.com/2009/02/la-evolucion-de-la-vida-en-60-segundos.html" target="_blank">cgr v2.0</a></strong>]</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<item>
		<title>O olhar do macaco</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/03/02/o-olhar-do-macaco/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 02:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral e Ceticismo]]></category>

		<category><![CDATA[Mente e Cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[cores]]></category>

		<category><![CDATA[there is no magenta]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Mais sobre o magenta. Quando eu crescer quero ser que nem o RicBit [2].

© 100nexos, 2009. &#124;
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Comente! &#124;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ricbit.com/2009/02/o-olhar-do-macaco.html" target="_blank"><img title="barney-795542d" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="200" alt="barney-795542d" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/03/barney795542d.jpg" width="500" border="0" /></a>&#160;</p>
<p>Mais sobre <strong><a href="http://www.ricbit.com/2009/02/o-olhar-do-macaco.html" target="_blank">o magenta</a></strong>. Quando eu crescer quero ser que nem o RicBit [2].</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<title>Falando Grego &#60; &#193;rabe &#60; Hindi</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/28/falando-grego-arbico-hindi/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 00:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[Humanidades]]></category>

		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

		<category><![CDATA[etimologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Alguns (ou muitos) posts do 100nexos devem soar como grego. Não necessariamente porque sejam sofisticados. E seguramente não porque estejam escritos em grego: a expressão é, desnecessário explicar, sinônimo de algo incompreensível.
Mas e os gregos, qual língua lhes soa distante a ponto de ser sinônimo do incompreendido? Se você leu o título, deve ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://strangemaps.wordpress.com/2009/02/26/362-greek-to-me-mapping-mutual-incomprehension/" target="_blank"><img title="falandogrego" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="262" alt="falandogrego" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/falandogrego.png" width="500" border="0" /></a> </p>
<p>Alguns (ou muitos) posts do 100nexos devem <strong>soar como grego</strong>. Não necessariamente porque sejam sofisticados. E seguramente não porque estejam escritos em grego: a expressão é, desnecessário explicar, sinônimo de algo incompreensível.</p>
<p>Mas e os gregos, qual língua lhes soa distante a ponto de ser sinônimo do incompreendido? Se você leu o título, deve ter adivinhado que seja o <strike>arábico</strike> <strong>árabe</strong>. E que aos árabes, é o <strong>hindi</strong> que soa alienígena.</p>
<p><strong><a href="http://strangemaps.wordpress.com/2009/02/26/362-greek-to-me-mapping-mutual-incomprehension/" target="_blank">StrangeMaps</a></strong> apresenta um cartograma representando como diferentes línguas se referem a outras como sinônimo do incompreensível, e é curioso observá-lo por todas as influências históricas e culturais que o construíram.</p>
<p>Não é preciso muito esforço para presumir que a posição do grego como língua inacessível na civilização ocidental se deve à enorme influência cultural da Grécia Antiga. Dos monges copistas da Idade Média que ao se deparar com a língua anotavam nas margens “<em>Graecum est, non legitur</em>” (“Isso é grego para mim, não consigo ler), a <strong>Shakespeare</strong> que cunhou a expressão “era Grego para mim”, em inglês, um longo e importantíssimo fio de história se revela em uma expressão tão corriqueira. Deve ser o máximo aos que gosta de <strong>etimologia</strong>.</p>
<p>Sem surpresa quanto mais antigas as línguas, mais tendem a ser referidas por outras línguas como incompreensíveis, e o grande vencedor é o idioma <strong>chinês</strong>. Curiosamente, em chinês a língua incompreensível seria uma tal de “escrita divina”.</p>
<p>E não, pelo visto não existe nenhuma língua à qual “português” seja sinônimo de blablabla. Mais, em inglês, em <a href="http://strangemaps.wordpress.com/2009/02/26/362-greek-to-me-mapping-mutual-incomprehension/" target="_blank">Greek To Me: Mapping Mutual Incomprehension</a></p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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<br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>We are Children of Evolution</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 04:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[darwin]]></category>

		<category><![CDATA[evolução]]></category>

		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Evolution ist überall!”, brada um grupo alemão que quer instituir neste Ano de Darwin uma data comemorativa oficial celebrando o fato de sermos todos “filhos da evolução”. Seria o “Evolutionstag”, que substituiria a Ascenção de Cristo como um feriado nacional secular.
E para promover a petição online, criaram um vídeo com Charles Darwin cantando “We are [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object width="500" height="307"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wbIa9fZuTFA&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wbIa9fZuTFA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="307"></embed></object></p>
<p>“<strong>Evolution ist überall!</strong>”, brada um grupo alemão que quer instituir neste Ano de Darwin uma data comemorativa oficial celebrando o fato de sermos todos “filhos da evolução”. Seria o “<strong><a href="http://www.darwin-jahr.de/e-day" target="_blank">Evolutionstag</a></strong>”, que substituiria a Ascenção de Cristo como um feriado nacional secular.</p>
<p>E para promover a petição online, criaram um vídeo com <strong>Charles Darwin</strong> cantando “<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wbIa9fZuTFA" target="_blank">We are Children of Evolution</a></strong>”, na clássica melodia original da <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xgcxd9wtXUE" target="_blank">Revolution</a></strong> do grupo <strong>T-Rex</strong>. Destaque para Darwin com as plaquinhas de <strong>Bob Dylan</strong> e toda a série de outras referências pop. [via <a href="http://fogonazos.blogspot.com/2009/02/children-of-evolution.html" target="_blank">Fogonazos</a>, <a href="http://scienceblogs.com/pharyngula/2009/02/rename_christi_himmelfahrt.php" target="_blank">Pharyngula</a>]</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		</item>
		<item>
		<title>O Efeito McThatcher</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/24/the-mcthatcher-effect/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 01:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral e Ceticismo]]></category>

		<category><![CDATA[Mente e Cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[ilusões]]></category>

		<category><![CDATA[percepção]]></category>

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		<description><![CDATA[
O que acontece quando você combina duas das mais interessantes ilusões de percepção? Acima você confere uma fabulosa demonstração em vídeo do efeito Thatcher, que já abordamos por aqui.
E abaixo, um novo vídeo apresentando o efeito McGurk – escute o que o sujeito diz, e depois escute o que ele diz, mas com os olhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object width="500" height="307"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jdADSx8JpfI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jdADSx8JpfI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="307"></embed></object></p>
<p>O que acontece quando você combina duas das mais interessantes ilusões de percepção? Acima você confere uma fabulosa demonstração em vídeo do <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/01/11/quando-voc-perceber-a-iluso-thatcher/" target="_blank"><strong>efeito Thatcher</strong>, que já abordamos por aqui</a>.</p>
<p>E abaixo, um novo vídeo apresentando o <strong>efeito McGurk</strong> – escute o que o sujeito diz, e depois escute o que ele diz, mas com os olhos fechados. Você descobrirá que escuta também com os olhos (mais <strong><a href="http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/ilusaomcgurk.htm" target="_blank">detalhes em português aqui</a></strong>):</p>
<p align="center"><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jtsfidRq2tw&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jtsfidRq2tw&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>Agora, combine as duas ilusões e você terá… o <strong><a href="http://www.faculty.ucr.edu/~rosenblu/VSinvertedspeech.html" target="_blank">efeito McThatcher</a>:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.faculty.ucr.edu/~rosenblu/VSinvertedspeech.html" target="_blank"><img title="mcthatcher" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="107" alt="mcthatcher" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/mcthatcher.jpg" width="500" border="0" /></a></strong>&#160;</p>
<p>Combinando a dissonância entre som e imagem do efeito McGurk com os rostos e bocas invertidos do efeito Thatcher, o efeito McThatcher mostra que é possível anular o efeito McGurk combinando um rosto normal com uma boca invertida. Aqui está o inusitado: a boca invertida, isoladamente, continua estimulando um efeito McGurk.</p>
<p>[via o extraordinário <a href="http://cgr20.blogspot.com/2009/02/el-efecto-mcthatcher.html" target="_blank"><strong>cgr v2.0</strong></a>, que chupinhamos com frequência]</p>
<p><strong>Referências</strong>:    <br />- Thompson P (1980) <a href="http://www-users.york.ac.uk/%7Ept2/thatcher.pdf"><strong>Margaret Thatcher: a new illusion</strong></a> (PDF). Perception 9:483–484    <br />- McGurk, H., &amp; MacDonald, J. (1976). <strong><a href="http://www.nature.com/nature/journal/v264/n5588/abs/264746a0.html" target="_blank">Hearing lips and seeing voices</a></strong>. Nature, 264, 746-748.    <br />- <a href="http://www.faculty.ucr.edu/%7Erosenblu/Inverted%20Lips.pdf" target="_blank"><strong>Inverted Lips and Face McGurk Effects</strong></a><strong> Rosenblum</strong> (PDF), L.D., Yakel, D.A., &amp; Greene, K.G. (2000). Face and mouth inversion affects on visual and audiovisual speech perception. Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance. 26(3), 806-819.</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<item>
		<title>20th Century Boys: vol 1</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/24/20th-century-boys-vol-1/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 01:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<category><![CDATA[filmes]]></category>

		<category><![CDATA[resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um vírus hemorrágico que mata quase instantaneamente pipoca pelo mundo. Cientistas e autoridades morrem e desaparecem sem explicação. Um culto bizarro em torno do “Amigo”, uma figura que nunca mostra o rosto e é representado por um símbolo enigmático, angaria milhões de seguidores.
São prenúncios do fim do mundo na virada do milênio, e Kenji Endo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W18Kup-eqQA&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/W18Kup-eqQA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>Um <strong>vírus hemorrágico</strong> que mata quase instantaneamente pipoca pelo mundo. Cientistas e autoridades morrem e desaparecem sem explicação. Um culto bizarro em torno do “<strong>Amigo</strong>”, uma figura que nunca mostra o rosto e é representado por um símbolo enigmático, angaria <strong>milhões de seguidores</strong>.</p>
<p>São prenúncios do <strong>fim do mundo</strong> na virada do milênio, e <strong>Kenji Endo</strong> descobre para seu horror que tudo está acontecendo exatamente como ele e seus amigos inventaram em seu “<strong>Livro de Profecias</strong>” quando ainda eram crianças.</p>
<p>É “<strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1155705/" target="_blank">20th Century Boys</a></strong>” (2008), primeira parte de uma trilogia cinematográfica adaptando o manga homônimo de enorme sucesso de <strong>Naoki Urasawa</strong>, autor também de <strong><a href="http://www.lojaconrad.com.br/monster/Monster__01_ao_03_.asp" target="_blank">Monster</a></strong>. Comparado a histórias e temas de <strong>Stephen King</strong> – amizades de infância e histórias cheias de suspense –, o filme pelo menos a mim lembrou uma versão tão boa, ou ruim, quanto <strong>Heroes</strong>. A primeira temporada. E eu gostei de Heroes. A primeira temporada.</p>
<p>Ao invés de “Save the Cheerleader, save the world”, somos apresentados ao mistério de “Kenji-kun, asobimashyou”, ou “<strong>Kenji, vamos brincar</strong>”, repetido pelo “Amigo” em uma voz bizarra. De onde ele conhece Kenji e por que estaria concretizando suas terríveis visões apocalípticas infantis? Ele conseguirá torná-las todas realidade, e poderá Kenji encaixar todas as peças para salvar o mundo?</p>
<p>As duas horas passam rápido enquanto mergulhamos na história, mas ainda que o final seja climático, de alguma forma não satisfaz. Meio como Lost, não há muitas respostas ao suspense, só um gancho para a segunda parte, que acaba de ser lançada no Japão. Você é automaticamente tentado a conferir a história toda já publicada no manga. E são mais de 4.000 páginas.</p>
<p>E se o fizer, descobrirá que o manga é sem surpresa muito superior à adaptação, que não chega a ser um desastre, mas poderia ter sido sublime se não se valesse de tanto clichês e lugares comuns na hora de traduzir tudo para a telona. A trilha sonora, como já comentaram em outras resenhas, poderia ser genial – o próprio título da série vem de “20th century boy” do <strong>T.Rex</strong>, que é a abertura &#8211;&#160; mas além da abertura promissora com colagens de imagens do século 20 somos lançados ao que parece a estética de um filme feito para a TV. Talvez porque a produção também tenha sido obra do canal NipponTV.</p>
<p>A indústria cinematográfica japonesa é a segunda maior do mundo em sua movimentação de grana, mas os orçamentos são apenas uma fração dos de Hollywood. Isso não impede o surgimento de algumas obras geniais e visualmente hipnotizantes, mas aqui parece ser explicação para as diferenças entre a adaptação de Watchmen e 20th Century Boys – porque ainda que a adaptação de Watchmen fracasse no final, é visualmente impecável.</p>
<p>Enfim, <strong>assista 20th Century Boys como um bom entretenimento, vale a pena</strong>. Podia ter sido muito mais, e a segunda parte talvez seja mais satisfatória, mas para quem curte ficção científica, mangas, Stephen King, suspense, Heroes e tudo mais, a diversão deve ser garantida. E alguns podem até se apaixonar.</p>
<p><img title="20th_century_boys_tomodachi" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="333" alt="20th_century_boys_tomodachi" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/20th-century-boys-tomodachi.jpg" width="500" border="0" /> </p>
<p>O DVD de 20th Century Boys com legendas em inglês ainda deve ser lançado oficialmente no mês que vem, não me perguntem como eu assisti (com as legendas). A segunda parte da trilogia tem seu <strong><a href="http://www.20thboys.com/" target="_blank">site oficial aqui</a></strong>. Até onde pude ver, o manga também ainda não foi lançado em português. Em inglês, toda a saga está disponível online (!) em <strong><a href="http://www.onemanga.com/20th_Century_Boys/" target="_blank">One Manga</a></strong>.</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		<item>
		<title>&#201; o ano de Darwin: pegue a folhinha</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/24/o-ano-de-darwin-pegue-a-folhinha/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 05:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[calendário]]></category>

		<category><![CDATA[era darwin]]></category>

		<category><![CDATA[evolução]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
“Um calendário não religioso baseado na ciência e na razão”. É o calendário da Era Darwin, disponível em bom português gratuitamente para baixar, imprimir e comemorar.
“Use este calendário para expressar que você acredita em um movimento humanístico e livre-pensador, onde a razão e a investigação científica devem substituir a superstição e a crendice. Ajude a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://eradarwin.haaan.com/" target="_blank"><img title="eradarwin" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="352" alt="eradarwin" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/eradarwin.jpg" width="500" border="0" /></a>&#160;</p>
<p>“<strong>Um calendário não religioso baseado na ciência e na razão</strong>”. É <strong><a href="http://eradarwin.haaan.com/" target="_blank">o calendário da Era Darwin</a></strong>, disponível em bom português gratuitamente para baixar, imprimir e comemorar.</p>
<p>“Use este calendário para expressar que você acredita em um movimento humanístico e livre-pensador, onde a razão e a investigação científica devem substituir a superstição e a crendice. Ajude a espalhar essa concepção da Era Darwin se você pensa que é hora de cessar os milênios de doutrinação, depressão e violência religiosa”.</p>
<p>Como não concordar? Pegue o seu <strong><a href="http://eradarwin.haaan.com/" target="_blank">calendário da Era Darwin</a>.</strong></p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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		</item>
		<item>
		<title>Magenta&#8230; e todas as outras cores da massa cinzenta</title>
		<link>http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/22/magenta-e-todas-as-outras-cores-da-massa-cinzenta/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 01:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kentaro Mori</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências da Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Mente e Cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[percepção]]></category>

		<category><![CDATA[teoria de cores]]></category>

		<category><![CDATA[there is no magenta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/22/magenta-e-todas-as-outras-cores-da-massa-cinzenta/</guid>
		<description><![CDATA[ 
Acima você confere o espectro de luz visível, que pode ser entendido como ondas eletromagnéticas simplesmente variando em freqüência, da mais baixa à direita à mais alta na esquerda. Vá mais baixo e você adentra o infravermelho, o microondas e o rádio, vá mais acima e você avança sobre o ultravioleta, raios-X e raios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="EM_spectrums" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="267" alt="EM_spectrums" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/em-spectrums.png" width="500" border="0" /> </p>
<p>Acima você confere <strong>o espectro de luz visível</strong>, que pode ser entendido como ondas eletromagnéticas simplesmente variando em freqüência, da mais baixa à direita à mais alta na esquerda. Vá mais baixo e você adentra o infravermelho, o microondas e o rádio, vá mais acima e você avança sobre o ultravioleta, raios-X e raios gama.</p>
<p>Vemos o espectro de luz visível em todo lugar, e de forma especialmente bela nas <strong>cores do arco-íris.</strong> É comum pensar que deve conter todas as cores, tanto que a expressão “<strong>todas as cores do arco-íris</strong>” tem <a href="http://www.google.com/search?q=&ldquo;todas+as+cores+do+arco-&iacute;ris&rdquo;" target="_blank">12.300 resultados no Google</a>, quase sempre referindo-se a todas as cores existentes.</p>
<p><img title="magentacircle" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="188" alt="magentacircle" src="http://lablogatorios.com.br/100nexos/files/2009/02/magentacircle.png" width="188" border="0" /> </p>
<p><strong>Agora ache a cor magenta no espectro</strong>. Ela não está lá. Todas as cores no arco-íris não incluem o magenta. Como podemos enxergá-la? Seria uma freqüência mágica que não existe realmente? Flicts?</p>
<p>Segundo <strong>Liz Elliot</strong>, sim. Em uma nota onde diz que <strong><a href="http://www.biotele.com/magenta.html" target="_blank">magenta não é uma cor</a></strong>, Elliot explica que o magenta é uma mistura dos dois extremos do espectro, violeta e vermelho. E o cérebro ao invés de somar as duas frequências e enxergar algo em seu meio – que seria o verde – faz um malabarismo e <strong>inventa uma cor completamente nova entre o vermelho e o violeta</strong>. Magenta seria uma grande mentira, uma ilusão.</p>
<p>Soa inacreditável. <strong>Provavelmente porque não é realmente verdade</strong>. E a verdade pode ser ainda mais impressionante.</p>
<p> <br/>Leia o restante de <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos/2009/02/22/magenta-e-todas-as-outras-cores-da-massa-cinzenta/">Magenta&hellip; e todas as outras cores da massa cinzenta</a> (1,568 palavras)</p>
<hr />
<p><small>© <a href="http://lablogatorios.com.br/100nexos">100nexos</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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