Um desafio no estilo Logica Mente: como construir uma mesa usando apenas o tampo da mesa, três bastões simples e um único segmento de corda? A resposta é a imagem acima, demonstração da unidade mais simples de uma estrutura de “tensegridade”. Clique para instruções (em inglês) de como fazer a sua.
Sustentando sua integridade através da tensão entre seus elementos, uma das mais fabulosas inovações da engenharia no século 20 foi criação de um artista, Kenneth Snelson. Suas obras fascinaram a Buckminster Fuller, mais conhecido por suas geodésicas, e que cunhou o termo “Tensegrity” para o conceito.
Apesar de já ter algumas décadas, a tensegridade viu poucas aplicações práticas. Talvez o exemplo mais claro e belo só seja inaugurado neste ano que começa: a ponte Kurilpa na Austrália. [via MAKE]
Antes de ser uma série animada, Futurama foi uma exibição na Feira Mundial de Nova Iorque de 1939 apresentando uma grande visão Malufista do distante mundo futuro de 1960, repleto de rodovias expressas cruzando todo o continente, com vastas pontes, viadutos e túneis.
O sistema de highways americano se concretizou, mas não tão extravagante quanto os sonhos dourados. Pelo menos não nos EUA, porque no Japão, há um discreto mas fenomenal prédio atravessado por uma rodovia expressa:
É o Gate Tower Bulding, ou “Bee Hive” (Colméia), em Osaka. Construído em 1992 e atravessado pela rodovia expressa Hanshin, é um prédio de escritórios. Atravessado por uma rodovia expressa.
O guia de andares é uma visão do futuro de carros voadores e jetpacks silenciosamente estampado à sua frente:
“Andares 5~7: Rodovia Expressa Hanshin”
Na foto abaixo pode-se ver que a estrutura da rodovia é independente da do prédio, que abre um buraco através de três andares.
[via Englishman in Osaka]
Dinossauros movidos a vapor atacados por dentes de sabre metálicos rumo a robôs humanóides desengonçados que se transformam em fembots que falam alemão?
É o empolgante comercial da Saturn germânica, com o slogan “A evolução foi difícil, mas agora está aqui”. Assista e baixe a versão de alta resolução aqui.
Quando você escuta as palavras “exoesqueleto robótico” pensa em algo estiloso como isto, ou isto? Bem, o “dipositivo de ajuda para caminhar” acima, desenvolvido pela Honda, está um pouco mais próximo da realidade, ainda que seja menos atraente.
Diferente de outros protótipos, este que ainda é efetivamente um exoesqueleto capaz de estender e complementar nossas capacidades físicas não precisa ser amarrado ao corpo: basta calçar os sapatos e ajustar o assento.
O dispositivo pesa 6,5 Kg, possui dois motores e funciona por duas horas ajudando a sustentar o peso do corpo de forma natural.
Ainda que nada atraente. Neste ponto, lembra o Segway – um fascinante produto da tecnologia aplicada com certa utilidade, mas que ainda precisa de mais um tanto da marketing para ser bem visto fora do círculo daqueles que se empolgam com algo apenas porque é um fascinante produto da tecnologia aplicada.
Pelo menos não é o IT do Mr. Garrison.
A astronauta Karen Nyberg fita o espaço enquanto seus cabelos esvoaçam dentro do novo laboratório Kibo na Estação Espacial Internacional (clique para uma versão em alta resolução direto da NASA).
Os cabelos de comercial de xampu, a janela para o vácuo do espaço e a leve curvatura do planeta azul com um detalhe de painéis solares… how cool is that?
Mais duas imagens na continuação.
“Nós propomos um método para estimar a forma tridimensional detalhada de uma pessoa a partir de imagens dessa pessoa vestindo roupas. A abordagem se valre de um modelo de formas de corpo humanas que é desenvolvida de um banco de dados de mais de 2000 varreduras. Mostramos que os parâmetros desta forma podem ser recuperados independentemente da pose do corpo”.
O paper? E, principalmente, vídeos? Imagens? Clique para mais.
Trabalho de Alexandru Balan e Michael Black da Brown University. Note que o banco de dados considera roupas íntimas como cuecas e calcinhas como partes integrais do corpo humano. [Raw Feed]
“Esta “flor de nanotubos” é o resultado de um processo de crescimento de nanotubos de carbono que não saiu exatamente como os pesquisadores esperavam. A imagem é uma das vencedoras do concurso Nikon Small World 2008, que premia as melhores fotos feitas com técnicas de microscopia. Ela foi feita pelo professor Paul Marshall, do Conselho Nacional de Pesquisas do Canadá”.
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“Estímulo elétrico no rosto – terceiro teste”, é o que você assiste acima. O artista japonês Daito Manabe fixou eletrodos que fazem com que sua cara se contorça ao ritmo das batidas da música, em expressões indescritíveis.
Mais vídeos na continuação.
“Com as reproduções fiéis [das bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki] ‘Fat man’ e ‘Little Boy’, pretendemos fornecer uma pequena contribuição histórica para que não se esqueça o que gerou a pior catástrofe do século 20”, diz o “manhattanproject”.
Que está lançando modelos extremamente detalhados das primeiras, e felizmente até agora únicas armas nucleares utilizadas efetivamente em uma guerra. Clique para mais imagens, e os detalhes minuciosos dos modelos podem ser conferidas nas brochuras. For Kids!
A Faperj liberou recursos para implantar na Universidade Federal do Rio de Janeiro o primeiro protótipo funcional de um trem maglev no Brasil, em um trecho inicial de 114 metros. O MaglevCobra, como foi batizado o trem desenvolvido no país, deve estar operacional até meados de 2010, com um trajeto ampliado para 3 km.
A notícia vem direto do artista Philipe Kling David, do blog MundoGump. Artista? Ocorre que Philipe é filho de Eduardo Gonçalves David, um dos engenheiros líderes da equipe do projeto. Confira mais detalhes todos orgulhosos do filho em seu blog, e mais um tanto aqui. Também no LASUP da UFRJ.
O projeto não é motivo de orgulho apenas para o Philipe, claro. Além de ser nacional, o MaglevCobra se diferencia de similares no exterior por ser composto de inúmeros módulos pequenos, o que permitirá que faça curvas mais acentuadas, e reduzirá o custo de implantação indo da fabricação do veículo a eventuais túneis.
Faz muito sentido, ao aproveitar uma propriedade que a levitação magnética oferece – módulos pequenos assim em trens com rodas comuns não seriam praticáveis.
Algo um tanto diferente do infame Aerotrem em São Paulo.






