red_blaze

Ah… a Internet. Bre Pettis descobriu uma série antiga de ilustrações com 30 formas de morrer eletrocutado, que já é cômica por si mesma. Desconhecendo limites, o fórum SomethingAwful compilou uma série de reinterpretações.

Amar é…

4 Comentários arquivado em Nonsense, Vídeos @ 29.Nov.2008

Colocar sua esposa para demonstrar um vidro à prova de balas. Na frente do rosto. Gostou? Então não pode perder “Gizmo!” (1977), um filme compilando filmagens históricas de bizarrices do início do século na América.

“Estímulo elétrico no rosto – terceiro teste”, é o que você assiste acima. O artista japonês Daito Manabe fixou eletrodos que fazem com que sua cara se contorça ao ritmo das batidas da música, em expressões indescritíveis.

Mais vídeos na continuação.

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atomicbomb23

“Com as reproduções fiéis [das bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki] ‘Fat man’ e ‘Little Boy’, pretendemos fornecer uma pequena contribuição histórica para que não se esqueça o que gerou a pior catástrofe do século 20”, diz o “manhattanproject”.

Que está lançando modelos extremamente detalhados das primeiras, e felizmente até agora únicas armas nucleares utilizadas efetivamente em uma guerra. Clique para mais imagens, e os detalhes minuciosos dos modelos podem ser conferidas nas brochuras. For Kids!

O ateu e a bruxa

5 Comentários arquivado em L'amém, Nonsense @ 18.Oct.2008

dawkinsemmawatson4321

Se você ficou com sentimentos confusos em relação a esta perturbadora imagem, de Richard Dawkins e Emma Watson, clique na continuação.

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Maravilhe-se com a genialidade de Kenji Kawakami, mestre do Chindogu – invenções que à primeira vista parecem solucionar problemas… mas que na prática são inúteis, ou “inusáveis”, seja porque causam mais problemas do que solucionam, ou por serem simplesmente ridículas demais.

No vídeo, Kawakami mostra em ordem: um guarda-chuva para proteger da chuva a ponta dos pés; um secador de roupa para praticantes de golfe; um apoio portátil para trem; uma sola de sapato para pegar bolinhas de pachinko sem provocar suspeita; uma mesa de chá móvel.

Esses não são os ápices do chindogu, alguns dos quais você confere aqui. No Brasil, a Associação Nacional dos Inventores exibe alguns exemplos de Chindogu, intencionais ou não. E na continuação, um videoclipe do grupo Polysics, com ótimas demonstrações da nobre arte criativa.

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Paradoxo

Clique na imagem para ampliá-la, e passe alguns minutos compreendendo a complexidade e os paradoxos que ela representa. Se a viagem no tempo for possível, no melhor estilo capacitor de fluxo, então imagens assim resumem o tipo de situações inconvenientes que devem surgir, e em algum ponto as duas câmeras do mesmo sujeito devem sugar todo o continuum do espaço-tempo.

Duas dicas de filmes pouco conhecidos lidando de forma mais ou menos rigorosa com a idéia de viagem no tempo: Primer, mais sério e ganhador do prêmio Sloan de 2004 para filmes lidando com ciência e tecnologia; e Summer Time Machine Blues, uma comédia adolescente bem leve mas com uma coerência bem inesperada.

Imagem incompreensível via pya.cc.

einsteindados21hk

O Igor Zolnerkevic, colega de Lablog, já comentava em uma conversa com Ricardo Zorzetto, editor de ciência da Revista Pesquisa Fapesp, como o conceito físico mais difícil de explicar seria o entrelaçamento quântico. Zorzetto garimpou essa explicação de Daniel Vanzella para a complicada idéia:

É mais fácil explicar o entrelaçamento quando se deixam as partículas de lado e, como costuma fazer o físico Daniel Turolla Vanzella, da Universidade de São Paulo (USP), pensa-se em um par de dados - desses de seis faces, usados nos jogos de tabuleiro. Primeiro é preciso torná-los entrelaçados.
Imagine-se então uma máquina de emaranhar dados. Com os dados no interior desse aparelho fictício, o próximo passo é escolher a característica que as peças deverão compartilhar - digamos, que as faces voltadas para cima somem sempre 7, depois de jogados os dados. Digitado o programa, gira-se a manivela e…voilà um par de dados emaranhados. Em um teste, rola-se o primeiro dado sobre uma mesa e a face superior mostra 2. O entrelaçamento ajustado garante que, ao ser lançado, o segundo dado só pode dar como resultado a superfície com o número 5.
Se novamente um deles for jogado e parar com a face 6 para o alto, o outro certamente exibirá o número 1. Mais curioso: antes de lançar qualquer um dos dados, não é possível saber qual será o número que cada um deles mostrará individualmente - cada dado pode cair com qualquer das seis faces para cima. Apenas depois que um dos dados é lançado é que o outro torna-se obrigado a exibir a face que, somada à anterior, dê como resultado o número 7. LINK

Tanto é complexo que o entrelaçamento quântico reside no cerne do que seria a física quântica. Uma boa demonstração disto talvez seja uma nota publicada há pouco pela ScienceNews sobre o trabalho de dois matemáticos de Princeton, John Conway e Simon Kochen, que já há alguns anos clamam ter demonstrado uma ligação irrefutável entre o livre-arbítrio e a indeterminação, através das características bem estabelecidas do entrelaçamento quântico e uma dose de experimentos mentais.

Em resumo, o teorema de Conway e Kochen provaria que se nós possuímos livre-arbítrio, partículas subatômicas também devem ter exatamente a mesma arbitrariedade. A única alternativa é um cenário onde as partículas podem não ter um comportamento arbitrário, mas nós também não teríamos nenhuma liberdade de decisão: um universo totalmente determinístico, onde a arbitrariedade das partículas seria tão ilusória quanto a de nossas decisões.

Não haveria lugar coerente para meios termos menos desconfortáveis como um mundo onde nosso livre arbítrio, verdadeiramente livre, apenas influencia como vemos uma realidade que é essencialmente determinada, mas com variáveis ocultas.

Se você preferir esse mundo totalmente determinístico, contudo, e até achá-lo reconfortante como um antigo relógio mecânico, não relaxe ainda.

Foi José Ildefonso que me indicou a explicação de Vanzella no blog do Igor (obrigado), quando havia acabao de ler essa nota da ScienceNews, que também me lembrou de um outro artigo publicado há alguns meses na SEED: The Reality Tests, detalhando os trabalhos e pesquisas realizados no Institut für Quantenoptik und Quanteninformation, ou IQOQI.

O texto é, honestamente, aterrorizante. Veja em particular um dos parágrafos da conclusão:

“No final do ano passado, Brukner e Kofler mostraram que não importa quantas partículas há, ou quão grande um objeto é, a mecânica quântica continua sempre válida. A razão por que nós vemos o mundo como o vemos é devida ao que usamos para observá-lo. O corpo humano é um instrumento de medida precariamente adequado. A mecânica quântica não se desfaz sempre, mas para observar seus efeitos em objetos cada vez maiores nós precisaríamos de instrumentos de medida cada vez mais precisos. Em essência, nós realmente criamos o mundo clássico que percebemos, e como Brukner disse, “Pode haver outros mundos clássicos completamente diferentes do nosso”.”

Místicóides quânticos que perguntam quem somos nós devem pular de alegria ao ler coisas assim, mas tudo isso é bem diferente, e ainda mais bizarro e incompreensível do que tais místicos sonham ser a realidade.

Os trabalhos de Brukner podem ser vistos aqui, e uma nota da Physorg com mais detalhes sobre sua interpretação do mundo clássico como derivado da física quântica e instrumentos de medida precários pode ser lida aqui. Também há uma apresentação em Powerpoint (PPT) com mais informações.

Estão aí conceitos físicos tão difíceis de explicar que ninguém realmente os entendeu ainda.

flora-02-07-08

Com tramas assim, não é surpresa. Caso não tenha entendido, tome sempre muito cuidado com a codificação de textos, porque computadores comendo acentos são motivo para muitas confusões da pesada, principalmente se você adorar falar do CÉU.

Em tempo: a abertura da novela é muito boa, e a sério, a trama parece bem melhor do que a média. [via Bobagento]

A Lenda do Aki Roxo

Nenhum Comentário arquivado em Nonsense @ 17.Jul.2008

arobieke21 Dizia a lenda que “Purple Aki”, ou “Aki Roxo”, era um gigante que rondava as ruas em busca de jovens garotos. Segundo alguns, Aki seria “tão preto que era roxo”, já outros diziam que ele teria cabelo com essa cor, ou vestia uma capa. Depois de capturar os meninos, “Aki Roxo” fazia tudo aquilo que o Bicho Papão, ou o Homem-do-Saco, faziam. Mutilava, abusava e matava, não necessariamente nesta ordem, por vezes cortando suas iniciais nas nádegas das vítimas.

Para o terror das criancinhas, “Aki Roxo” existe, e foi preso. Felizmente não há evidência de que tenha matado ou mutilado qualquer vítima, mas Akinwale Arobieke – seu nome verdadeiro – realmente tem costumes bizarros e confessou um interesse incomum por jovens musculosos fazendo exercícios físicos.

Há várias restrições judiciais para que Arobieke não possa mais sair pelas ruas de Londres abraçando garotos e forçando-os a fazer flexões e abdominais. Arobieke tenta reverter essas restrições nos tribunais ingleses.

O Homem do Saco ainda é procurado.

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