Olhem para o ponto branco. É ali. É Marte. É a Phoenix Mars Lander. Somos nós pousando em Marte. Naquele ponto se encontra o resultado de todo um sem número de ciências e tecnologias. Todos os cientistas, de Galileu a Einstein e além, contribuíram para aquele borrado ponto branco a centenas de milhões de quilômetros, pousando em frente à cratera Heimdall. E isto tudo fotografado pela Mars Reconnaissance Orbiter, que estava a 760 quilômetros de distância da sonda recém-chegada, riscando o céu e liberando seu pára-quedas. Tudo isto a centenas de milhões de quilômetros, naquele ponto vermelho que podemos ver às vezes no céu. Tudo isto resumido naquele pequeno ponto branco.

São todos objetos muito, muito pequenos em uma imensa arena cósmica, como diria um certo astrônomo gringo. E se a imagem do Pálido Ponto Azul talvez seja “a melhor comprovação da loucura das vaidades humanas”, esse Borrado Ponto Branco é uma das comprovações da sanidade de nossa razão.

(Perdoem a exploração barata do trabalho de Sagan, mas ninguém quer me ver quase chorar como o Bad Astronomer.)

Em algum ponto entre o pouso na Lua e o fim do projeto Apollo, no governo Nixon, a NASA deixou de ser uma inspiração ao mundo e se converteu apenas em sinônimo de autoridade científica. Crise do petróleo, Watergate, dólar flutuante e tantos outros eventos, e o futuro dourado com jetpacks deixou de ser um futuro tangível.

Não só a população, como a própria agência espacial americana acabou deixando de lado a idéia de “ir aonde nenhum homem jamais esteve”, e a exploração espacial tripulada só será retomada nos próximos anos, depois de quase meio século em hibernação.

O comercial simples acima talvez já inspire um pouco e lembre o que devemos fazer, porque as estrelas ainda “estão lá”. [via BAblog]

Um trem. A vapor. Soviético. Clique para muito mais designs “exuberantes”, de aviões com 2.000 passageiros com o efeito Coanda a espaçonaves cheias de curvas.

Uóóóóó [via erueru]

Era uma vez, em um reino comunista muito distante, viviam golfinhos felizes e saltitantes em um aquário de Fushun. Mas eis então que certo dia, os graciosos mamíferos aquáticos engoliram instrumentos de plástico ao redor do aquário. E eles ficaram presos em seu estômago.

Os golfinhos perderam o apetite e estavam muito tristes. Preocupados, os veterinários tentaram remover os pedaços com a ajuda de instrumentos, mas as pobres criaturas, assustadas, contraíam o estômago. Toda a esperança estava perdida.

Foi quando Bao Xishun, o homem mais alto do mundo, foi chamado. Com um braço de mais de um metro de comprimento, Xishun chegou, enfiou a mão goela (?) abaixo dos golfinhos, e retirou os pedaços de plástico. Simpls assim. Os pequenos pedaços que restaram nos golfinhos foram digeridos sem problemas, e todos viveram felizes para sempre.

Incrivelmente, a história é real, e há um vídeo aqui. [via core77]

“Les Chevaliers du ciel” é, de acordo com a Wikipedia, um filme francês de 2005 do mesmo diretor de Taxi, sobre dois pilotos que previnem um ataque terorista no Dia da Bastilha.

Não faço a menor idéia sobre se o filme é bom, mas estes trechos filmados no ar, com a colaboração da Força Aérea francesa, são completamente embasbacantes. [via Fogonazos]

“Les Chevaliers du ciel” é, de acordo com a Wikipedia, um filme francês de 2005 do mesmo diretor de Taxi, sobre dois pilotos que previnem um ataque terorista no Dia da Bastilha.

Não faço a menor idéia sobre se o filme é bom, mas estes trechos filmados no ar, com a colaboração da Força Aérea francesa, são completamente embasbacantes. [via Fogonazos]

A pirâmide que você vê na imagem não é um modelo de Star Wars e sim o principal edifício do complexo Stanley R. Mickelsen, um sofisticado sistema anti-mísseis construído pelo governo americano a princípios dos anos 1970 com o objetivo de deter um possível ataque nuclear.

Continue lendo (em espanhol) em Fogonazos: Cuando las pirámides lanzaban misiles

Você pode assistir no player acima, mas recomendo clicar para ver no Youtube a versão em alta qualidade.

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